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Esperança e solidariedade são temas da tradicional missa de 1º de maio

Reprodução/Facebook Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pela primeira vez em 40 anos, celebração foi transmitida apenas pelas redes sociais devido a pandemia da Covid-19


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

01/05/2020 | 10:40


A celebração do 1º de maio na Igreja Matriz de São Bernardo (também conhecida como Basílica Menor de Nossa Senhora da Boa Viagem), que teve início às 9h30, foi transmitida pela primeira vez pelas redes sociais, devido a pandemia, lembrou dos trabalhadores que têm perdido seus empregos nesse momento de crise. Ao todo, 170 fiéis acompanharam em tempo real a  tradicional celebração, que acontece há 40 anos, e começou falando daqueles que lutaram ao longo do tempo pelos direitos trabalhistas e daqueles que, como autônomos e diaristas, por exemplo, tem passado por grandes dificuldades financeiras por causa da estagnação da economia com a proliferação do novo coronavírus.

O padre Alejandro Cifuentes Flores, que celebrou a missa, lembrou das palavras ditas pelo Papa Francisco durante a celebração de Páscoa, que orienta os fiéis a não perderem a esperança. “Precisamos aproveitar esse momento de crise para destacarmos a rede de solidariedade que estamos vendo. Há muitas pessoas ajudando a paróquia e contribuindo com aqueles que batem a nossa porta. O Cristo venceu a morte, por isso, o bem sempre vence o mal. Somos igreja, estamos juntos e Deus nunca nos abandona. Não podemos, nesse momento deixar nos contaminar pelo vírus da indiferença. Basta olhar com carinho tudo o que estamos vivendo, porque isso vai passar.”

Mesmo não estando presente, o bispo da Diocese de Santo André, dom Pedro bispo da Diocese de Santo André, dom Pedro Carlos Cipollini, Cipollini, enviou recado aos fiéis. "Hoje não se vive do trabalho, se luta para sobreviver, diante de tantos desempregados e subempregados. Vivemos uma crise social grave também neste momento, junto a período de incerteza e angústia. Em meio a escuridão, há uma luz que brilha. Tenhámos fé e coragem"

A celebração também fez menção a São José Operário, cujo dia também é celebrado na data, intercessor dos trabalhadores e aquele que ensinou o trabalho da carpintaria a Jesus Cristo, na oficina de Nazaré. 



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Esperança e solidariedade são temas da tradicional missa de 1º de maio

Pela primeira vez em 40 anos, celebração foi transmitida apenas pelas redes sociais devido a pandemia da Covid-19

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

01/05/2020 | 10:40


A celebração do 1º de maio na Igreja Matriz de São Bernardo (também conhecida como Basílica Menor de Nossa Senhora da Boa Viagem), que teve início às 9h30, foi transmitida pela primeira vez pelas redes sociais, devido a pandemia, lembrou dos trabalhadores que têm perdido seus empregos nesse momento de crise. Ao todo, 170 fiéis acompanharam em tempo real a  tradicional celebração, que acontece há 40 anos, e começou falando daqueles que lutaram ao longo do tempo pelos direitos trabalhistas e daqueles que, como autônomos e diaristas, por exemplo, tem passado por grandes dificuldades financeiras por causa da estagnação da economia com a proliferação do novo coronavírus.

O padre Alejandro Cifuentes Flores, que celebrou a missa, lembrou das palavras ditas pelo Papa Francisco durante a celebração de Páscoa, que orienta os fiéis a não perderem a esperança. “Precisamos aproveitar esse momento de crise para destacarmos a rede de solidariedade que estamos vendo. Há muitas pessoas ajudando a paróquia e contribuindo com aqueles que batem a nossa porta. O Cristo venceu a morte, por isso, o bem sempre vence o mal. Somos igreja, estamos juntos e Deus nunca nos abandona. Não podemos, nesse momento deixar nos contaminar pelo vírus da indiferença. Basta olhar com carinho tudo o que estamos vivendo, porque isso vai passar.”

Mesmo não estando presente, o bispo da Diocese de Santo André, dom Pedro bispo da Diocese de Santo André, dom Pedro Carlos Cipollini, Cipollini, enviou recado aos fiéis. "Hoje não se vive do trabalho, se luta para sobreviver, diante de tantos desempregados e subempregados. Vivemos uma crise social grave também neste momento, junto a período de incerteza e angústia. Em meio a escuridão, há uma luz que brilha. Tenhámos fé e coragem"

A celebração também fez menção a São José Operário, cujo dia também é celebrado na data, intercessor dos trabalhadores e aquele que ensinou o trabalho da carpintaria a Jesus Cristo, na oficina de Nazaré. 

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