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Faltou trabalho para 27,620 milhões de pessoas no trimestre até março, diz IBGE

Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Indicador inclui taxa de desocupação, subocupação e de quem não está em busca de emprego, mas está disponível



30/04/2020 | 12:41


No primeiro trimestre de 2020, faltou trabalho para 27,620 milhões de pessoas no País, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho subiu de 23,0% no trimestre até dezembro para 24,4% no trimestre até março.

O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre até março de 2019, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 25,0%.

Desalento

O Brasil tinha uma população de 4,770 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em março, segundo os dados do IBGE.

O resultado significa 150 mil desalentados a mais em relação ao trimestre encerrado em dezembro de 2019. Em um ano, 73 mil pessoas a menos caíram em situação de desalento.

A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade - e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga.

Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial.



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Faltou trabalho para 27,620 milhões de pessoas no trimestre até março, diz IBGE

Indicador inclui taxa de desocupação, subocupação e de quem não está em busca de emprego, mas está disponível


30/04/2020 | 12:41


No primeiro trimestre de 2020, faltou trabalho para 27,620 milhões de pessoas no País, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho subiu de 23,0% no trimestre até dezembro para 24,4% no trimestre até março.

O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre até março de 2019, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 25,0%.

Desalento

O Brasil tinha uma população de 4,770 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em março, segundo os dados do IBGE.

O resultado significa 150 mil desalentados a mais em relação ao trimestre encerrado em dezembro de 2019. Em um ano, 73 mil pessoas a menos caíram em situação de desalento.

A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade - e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga.

Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial.

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