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Comitê promove ações para 30 mil famílias

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Projeto virtual reúne informações e auxilia nos problemas de moradores em 50 comunidades


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

24/04/2020 | 11:16


 Se o ditado “a união faz a força” já era muito utilizado em comunidades, atualmente, por causa da pandemia do novocoronavírus,reflete o verdadeiro significado:um morador que depende do outro. Assim, o MDDF (Movimento de Defesa dos Direitos dos Moradores em Núcleos Habitacionais), de Santo André, decidiu criarum comitê virtual para auxiliar os moradores das comunidades no município, que, segundo eles, somam em média 102 mil pessoas, divididas em 30 mil famílias.

Em março, quando a Covid-19 estava ganhando grandes proporções na região, o comitê reuniu moradores, lideranças comunitárias e representantes de associações de bairros periféricos para iniciar ostrabalhos, que ao todo conta com a participação de 70 pessoas, em mais de 50 comunidades, entre elas, Tamarutaca, Sacadura Cabral e Sítio dos Vianas.

Um dos responsáveis pela idealização do comitê e presidente do conselho municipal de habitação, Edinilson Ferreira dos Santos comenta que os moradores compartilham problemas enfrentados nas comunidades e depois o movimento mapeia e relata aos órgãos competentes. “O grupo funciona 24 horas por dia, ouseja,se surgir alguma demanda, sempre tem alguém do comitê para auxiliar”, observa.

Edinilson lembra que, logo no inícioda quarentena, moradores de algumas comunidades tiveram problemas com a faltade água e acionaram o comitê para auxílio. “Sempre foi um cenário com este transtorno e agora piorou devido ao consumo ter aumentado, principalmente em regiões mais altas.Desde então sabíamos que o diálogo com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) era algo mais distante, então fizemosum levantamento de cada comunidade com esse problema e sua região geográfica e entregamos para o comitê de crisedaPrefeitura. Prontamente tivemos as respostas e em três dias as comunidadesreceberam ostécnicos para consertar”, comenta.

Outrasiniciativas do comitê incluem reforçar as orienta- ções de higiene e de isolamento físico, facilitar a comunicação das comunidades entre órgãos governamentais e instituições, além de identificar demandas mais prioritárias, como entrega de alimentos a famílias mais necessitadas.

PARA O FUTURO

A cuidadora de idosos e integrante do comitê Patrícia Silva de Moura, 42 anos, do Jardim Santo André, aposta que a iniciativa ganhará força para continuar mesmo depois do fim da quarentena. “Isso foium projeto excelente para todos moradores e acredito que vai continuar mesmo depois que a pandemia acabar”, declara.

Patrícia ressalta que osintegrantes do comitê cuidam para aumentar a informação sobre moradores que testaram positivo para a Covid-19. “É importante que todos fiquem sabendo da realidade de cada comunidade. Então, debatemos sobre os testes para o novo coronavírus na região, casos confirmados de moradores e, principalmente, popula- ção que precise de cesta básica, medicamentos ou produtos de higiene”, finaliza.



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Comitê promove ações para 30 mil famílias

Projeto virtual reúne informações e auxilia nos problemas de moradores em 50 comunidades

Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

24/04/2020 | 11:16


 Se o ditado “a união faz a força” já era muito utilizado em comunidades, atualmente, por causa da pandemia do novocoronavírus,reflete o verdadeiro significado:um morador que depende do outro. Assim, o MDDF (Movimento de Defesa dos Direitos dos Moradores em Núcleos Habitacionais), de Santo André, decidiu criarum comitê virtual para auxiliar os moradores das comunidades no município, que, segundo eles, somam em média 102 mil pessoas, divididas em 30 mil famílias.

Em março, quando a Covid-19 estava ganhando grandes proporções na região, o comitê reuniu moradores, lideranças comunitárias e representantes de associações de bairros periféricos para iniciar ostrabalhos, que ao todo conta com a participação de 70 pessoas, em mais de 50 comunidades, entre elas, Tamarutaca, Sacadura Cabral e Sítio dos Vianas.

Um dos responsáveis pela idealização do comitê e presidente do conselho municipal de habitação, Edinilson Ferreira dos Santos comenta que os moradores compartilham problemas enfrentados nas comunidades e depois o movimento mapeia e relata aos órgãos competentes. “O grupo funciona 24 horas por dia, ouseja,se surgir alguma demanda, sempre tem alguém do comitê para auxiliar”, observa.

Edinilson lembra que, logo no inícioda quarentena, moradores de algumas comunidades tiveram problemas com a faltade água e acionaram o comitê para auxílio. “Sempre foi um cenário com este transtorno e agora piorou devido ao consumo ter aumentado, principalmente em regiões mais altas.Desde então sabíamos que o diálogo com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) era algo mais distante, então fizemosum levantamento de cada comunidade com esse problema e sua região geográfica e entregamos para o comitê de crisedaPrefeitura. Prontamente tivemos as respostas e em três dias as comunidadesreceberam ostécnicos para consertar”, comenta.

Outrasiniciativas do comitê incluem reforçar as orienta- ções de higiene e de isolamento físico, facilitar a comunicação das comunidades entre órgãos governamentais e instituições, além de identificar demandas mais prioritárias, como entrega de alimentos a famílias mais necessitadas.

PARA O FUTURO

A cuidadora de idosos e integrante do comitê Patrícia Silva de Moura, 42 anos, do Jardim Santo André, aposta que a iniciativa ganhará força para continuar mesmo depois do fim da quarentena. “Isso foium projeto excelente para todos moradores e acredito que vai continuar mesmo depois que a pandemia acabar”, declara.

Patrícia ressalta que osintegrantes do comitê cuidam para aumentar a informação sobre moradores que testaram positivo para a Covid-19. “É importante que todos fiquem sabendo da realidade de cada comunidade. Então, debatemos sobre os testes para o novo coronavírus na região, casos confirmados de moradores e, principalmente, popula- ção que precise de cesta básica, medicamentos ou produtos de higiene”, finaliza.

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