Fechar
Publicidade

Domingo, 31 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

|

Hábitos: sejamos o que queremos ser


Do Diário do Grande ABC

27/04/2020 | 12:15


A pandemia causada pelo novo coronavírus tem mexido com toda a sociedade de muitos modos. Os hábitos do dia a dia têm sido modificados, a forma de trabalhar, de conviver e até o tempo parecem ter tomado outro ritmo e valor como nunca.

Mas a solidariedade parece estar em alta, mesmo em meio a tantas notícias ruins e fake news. As boas práticas têm sido irradiadas pela imprensa, nas redes sociais, em cartazes no elevador do edifício, e esse é o vírus que precisamos transmitir: o do altruísmo.

Entre essas práticas, vemos instituições de diversos portes, entidades comunitárias, empresas, fundações atuando fortemente em seus territórios, fazendo junto ou em ação direta em favor de todos. A Fundação Salvador Arena, de São Bernardo, já conhecida pelas suas ações beneméritas, seu engajamento social e seu protagonismo em defesa da educação, não poderia ficar alheia a tudo isso e, mais uma vez, soma algarismos nessa aritmética do bem. Atenta ao fato de que boa parte de seus 3.000 alunos têm a principal refeição na instituição, providenciou a entrega porta a porta de cestas básicas com 42 kg de alimentos e materiais de higiene e limpeza para aqueles mais carentes.

Além de promover as férias coletivas de boa parte de seus empregados, contribuindo, assim, para evitar a propagação do vírus e proteger seus colaboradores; outra parte se mantém em brigada de ações de apoio às famílias de seus alunos e práticas de atenção ampla a diversas instituições sociais, no Grande ABC e em outras praças brasileiras. Como exemplo, hospital beneficente de referência na Zona Leste de São Paulo, para o qual foram doados mais de 1.000 litros de álcool gel. O Fundo Social de Solidariedade de São Bernardo recebeu 300 litros do produto para distribuição em comunidades isoladas mais distantes.

Para que medidas de auxílio atinjam mais pessoas, foram destinados recursos para que mais de 50 entidades sociais possam manter a alimentação e materiais de higiene para cerca de 10 mil famílias, garantidos pelos seus programas sociais. São ações dessa natureza as mais poderosas para combater uma das principais consequências da pandemia: o individualismo.

Como dizia o engenheiro Salvador Arena, criador da Termomecanica e da fundação que leva o seu nome, ‘a sociedade que consagra valores altruístas por meio da educação e do exemplo, certamente desenvolverá natureza humana melhor’.

Sejamos melhores, sejamos mais fortes, sejamos seres humanos.

Sérgio Loyola é especialista em administração para organizações do terceiro setor, coordenador dos cursos de formação de gestores do terceiro setor e da área de desenvolvimento e promoção social da Fundação Salvador Arena.

Palavra do leitor

Até Moro
A leitora Rosângela Caris, em sua missiva (Transparência, dia 23), chama Bolsonaro de ‘amigo’ e diz que o povo o ‘ama’ e ‘quer continuar amando’. Amiga missivista, diga por você. Por mim – e acredito que pela maioria de Mauá –, digo que nunca na história deste País tivemos comandante tão ruim, mal preparado, incompetente, enfim. Não é à toa que há complô armado para derrubá-lo, formado por Globo, PT, governadores, STF (Supremo Tribunal Federal), Nicolas Maduro, o papa, OMS (Organização Mundial da Saúde), ONU (Organização das Nações Unidas), os Vingadores, os Changemans, Pink e Cérebro, Madonna, o Lobo Mau, a Chapeuzinho, a Vovó, ET, o Máskara, Jean-Claude Van Damme, Chuck Norris, Rocky Balboa, o Exterminador do Futuro eu e mais um monte de gente. Todos nós, juntos, queremos derrubar o ‘Bozo’ o mais rápido possível. Nem Sergio Moro suportou ficar na equipe dele e pediu as contas.
Arlindo Lajes
Mauá

Oportunistas
Concordo com o leitor Israel Arruda de Medeiros (Boicote, ontem). Além de deixarmos de comprar certos produtos por abusos nos preços, também devemos nos atentar aos estabelecimentos que estão aproveitando a oportunidade para ganhar muito dinheiro, vendendo a preços abusivos, desrespeitosos. É o caso de mercadinho na Avenida Dom Pedro I, na Vila Pires, em Santo André, que, há duas semanas, cobrava R$ 39,90 por unidade de melancia. Não mais frequentei esse lugar e nunca mais irei lá. Em tempos de coronavírus, algumas pessoas são solidárias e ajudam ao próximo. Mas há outras que querem apenas se dar bem, não se importando que do outro lado do balcão estão pais de família, que precisam levar o sustento para casa, e não podem ser explorados, porque a situação está difícil. Oportunistas!
Tânia Teixeira
São Bernardo

Consequências
No Brasil, sem direção e sem liderança federal, prefeitos e governadores foram obrigados a liderar sozinhos, tomando medidas e se equilibrando em fio de navalha. Se não bastasse isso, há muitos municípios com Legislativo fraco e inexperiente. Cito como exemplo Santo André, minha cidade, que teve, em 2016, 50% dos parlamentares renovados com o discurso dos antipolíticos. Resultado? O Executivo andreense caminha sozinho, sem fiscalização, sem propostas, sem protagonismo nenhum. A casa se resume ao assistencialismo, não por oportunismo, mas por pura falta de qualidade. E a atuação de um vereador é algo nojento, que qualquer cidadão com mínimo de bom senso sente ao vê-la. Qualidade também existe em número mínimo de parlamentares, pois, dos 21, poderíamos citar uns dez que tenham condições de fazer bom debate, com propostas e encaminhamentos exercendo de fato as atribuições que competem ao cargo. Espero que a Covid-19 traga às pessoas a reflexão, o discurso da demonização da classe política. O voto dado no vizinho, ou no artista, no popularzinho, legalzinho do bairro, ou da igreja não tem preço, mas consequências graves.
Márcia Garcia
Santo André

Bares
Na Rua Bernardino de Campos, no trecho entre o cruzamento com a Campos Sales até a linha férrea, em Santo André, minha cidade, existem diversos bares, que têm sempre algum movimento. Em noites frias ou chuvosas a quantidade de gente é menor, mas sempre há. No calor esses barzinhos ‘bombam’, ficam lotados, com mesas e cadeiras nas calçadas, som alto, gritos, bêbados e pessoas atravessando a via em meio aos veículos. No outro dia vê-se a sujeira espalhada por todo o espaço. Quase sempre passo por esse local à noite e sempre percebo essa movimentação, mesmo nesta época de pandemia. É meio que área de risco, terra de ninguém, local perigoso. Não teria coragem de andar pela Travessa Diana, que sai da Bernardino e finda no terminal de ônibus, tamanha quantidade de gente mal encarada. No entanto, não vejo fiscalização. Qual o mistério desse lugar?
Gilmar Tefé
Santo André

Prevenção
Em relação à Covid-19 e o relaxamento do isolamento físico, como quer Lauro Michels, prefeito de Diadema, ]vejam a situação de Itália, Inglaterra, Espanha, Nova York e o prefeito de Manaus, no Amazonas, que chorou na TV, contando os mortos, e outros tantos ‘enterrados em cemitérios clandestinos’. Portanto, não constantes nas estatísticas oficiais. Olhem as críticas fotos retratando o colapso no Cemitério de Vila Formosa e outros com retroescavadeiras abrindo trincheiras – valas comum. A vida em primeiro lugar, prefeito Lauro Michels! A economia depois recuperamos. Prevenção máxima. Fique em casa. Lavemos as mãos, usemos máscaras e álcool em gel. Que Deus nos ajude.
Filipe dos Anjos Marques
Diadema

Momento
A saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça, na sexta-feira, atirando contra o presidente Jair Bolsonaro só mostra o perfil da nossa classe política. Duvido que Moro não sabia da postura de seu chefe antes. Por que esperar uma pandemia para tornar pública qualquer interferência ao seu trabalho? Bolsonaro mostrou também ser mais do mesmo, contrariando seu discurso durante a eleição. E a oposição ao governo tem de ser citada nesta carta. Petistas disparam contra Moro e Bolsonaro. Tentam, neste momento, capitalizar politicamente para defender seus líderes de estimação. Parece que nem as fotos de covas abertas em Manaus sensibilizam nossos políticos. Escolheram a dedo o momento para desvio de foco e jogar fogo em um País muito dividido. Lamentável.
José Cândido Pereira Júnior
Ribeirão Pires  



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Hábitos: sejamos o que queremos ser

Do Diário do Grande ABC

27/04/2020 | 12:15


A pandemia causada pelo novo coronavírus tem mexido com toda a sociedade de muitos modos. Os hábitos do dia a dia têm sido modificados, a forma de trabalhar, de conviver e até o tempo parecem ter tomado outro ritmo e valor como nunca.

Mas a solidariedade parece estar em alta, mesmo em meio a tantas notícias ruins e fake news. As boas práticas têm sido irradiadas pela imprensa, nas redes sociais, em cartazes no elevador do edifício, e esse é o vírus que precisamos transmitir: o do altruísmo.

Entre essas práticas, vemos instituições de diversos portes, entidades comunitárias, empresas, fundações atuando fortemente em seus territórios, fazendo junto ou em ação direta em favor de todos. A Fundação Salvador Arena, de São Bernardo, já conhecida pelas suas ações beneméritas, seu engajamento social e seu protagonismo em defesa da educação, não poderia ficar alheia a tudo isso e, mais uma vez, soma algarismos nessa aritmética do bem. Atenta ao fato de que boa parte de seus 3.000 alunos têm a principal refeição na instituição, providenciou a entrega porta a porta de cestas básicas com 42 kg de alimentos e materiais de higiene e limpeza para aqueles mais carentes.

Além de promover as férias coletivas de boa parte de seus empregados, contribuindo, assim, para evitar a propagação do vírus e proteger seus colaboradores; outra parte se mantém em brigada de ações de apoio às famílias de seus alunos e práticas de atenção ampla a diversas instituições sociais, no Grande ABC e em outras praças brasileiras. Como exemplo, hospital beneficente de referência na Zona Leste de São Paulo, para o qual foram doados mais de 1.000 litros de álcool gel. O Fundo Social de Solidariedade de São Bernardo recebeu 300 litros do produto para distribuição em comunidades isoladas mais distantes.

Para que medidas de auxílio atinjam mais pessoas, foram destinados recursos para que mais de 50 entidades sociais possam manter a alimentação e materiais de higiene para cerca de 10 mil famílias, garantidos pelos seus programas sociais. São ações dessa natureza as mais poderosas para combater uma das principais consequências da pandemia: o individualismo.

Como dizia o engenheiro Salvador Arena, criador da Termomecanica e da fundação que leva o seu nome, ‘a sociedade que consagra valores altruístas por meio da educação e do exemplo, certamente desenvolverá natureza humana melhor’.

Sejamos melhores, sejamos mais fortes, sejamos seres humanos.

Sérgio Loyola é especialista em administração para organizações do terceiro setor, coordenador dos cursos de formação de gestores do terceiro setor e da área de desenvolvimento e promoção social da Fundação Salvador Arena.

Palavra do leitor

Até Moro
A leitora Rosângela Caris, em sua missiva (Transparência, dia 23), chama Bolsonaro de ‘amigo’ e diz que o povo o ‘ama’ e ‘quer continuar amando’. Amiga missivista, diga por você. Por mim – e acredito que pela maioria de Mauá –, digo que nunca na história deste País tivemos comandante tão ruim, mal preparado, incompetente, enfim. Não é à toa que há complô armado para derrubá-lo, formado por Globo, PT, governadores, STF (Supremo Tribunal Federal), Nicolas Maduro, o papa, OMS (Organização Mundial da Saúde), ONU (Organização das Nações Unidas), os Vingadores, os Changemans, Pink e Cérebro, Madonna, o Lobo Mau, a Chapeuzinho, a Vovó, ET, o Máskara, Jean-Claude Van Damme, Chuck Norris, Rocky Balboa, o Exterminador do Futuro eu e mais um monte de gente. Todos nós, juntos, queremos derrubar o ‘Bozo’ o mais rápido possível. Nem Sergio Moro suportou ficar na equipe dele e pediu as contas.
Arlindo Lajes
Mauá

Oportunistas
Concordo com o leitor Israel Arruda de Medeiros (Boicote, ontem). Além de deixarmos de comprar certos produtos por abusos nos preços, também devemos nos atentar aos estabelecimentos que estão aproveitando a oportunidade para ganhar muito dinheiro, vendendo a preços abusivos, desrespeitosos. É o caso de mercadinho na Avenida Dom Pedro I, na Vila Pires, em Santo André, que, há duas semanas, cobrava R$ 39,90 por unidade de melancia. Não mais frequentei esse lugar e nunca mais irei lá. Em tempos de coronavírus, algumas pessoas são solidárias e ajudam ao próximo. Mas há outras que querem apenas se dar bem, não se importando que do outro lado do balcão estão pais de família, que precisam levar o sustento para casa, e não podem ser explorados, porque a situação está difícil. Oportunistas!
Tânia Teixeira
São Bernardo

Consequências
No Brasil, sem direção e sem liderança federal, prefeitos e governadores foram obrigados a liderar sozinhos, tomando medidas e se equilibrando em fio de navalha. Se não bastasse isso, há muitos municípios com Legislativo fraco e inexperiente. Cito como exemplo Santo André, minha cidade, que teve, em 2016, 50% dos parlamentares renovados com o discurso dos antipolíticos. Resultado? O Executivo andreense caminha sozinho, sem fiscalização, sem propostas, sem protagonismo nenhum. A casa se resume ao assistencialismo, não por oportunismo, mas por pura falta de qualidade. E a atuação de um vereador é algo nojento, que qualquer cidadão com mínimo de bom senso sente ao vê-la. Qualidade também existe em número mínimo de parlamentares, pois, dos 21, poderíamos citar uns dez que tenham condições de fazer bom debate, com propostas e encaminhamentos exercendo de fato as atribuições que competem ao cargo. Espero que a Covid-19 traga às pessoas a reflexão, o discurso da demonização da classe política. O voto dado no vizinho, ou no artista, no popularzinho, legalzinho do bairro, ou da igreja não tem preço, mas consequências graves.
Márcia Garcia
Santo André

Bares
Na Rua Bernardino de Campos, no trecho entre o cruzamento com a Campos Sales até a linha férrea, em Santo André, minha cidade, existem diversos bares, que têm sempre algum movimento. Em noites frias ou chuvosas a quantidade de gente é menor, mas sempre há. No calor esses barzinhos ‘bombam’, ficam lotados, com mesas e cadeiras nas calçadas, som alto, gritos, bêbados e pessoas atravessando a via em meio aos veículos. No outro dia vê-se a sujeira espalhada por todo o espaço. Quase sempre passo por esse local à noite e sempre percebo essa movimentação, mesmo nesta época de pandemia. É meio que área de risco, terra de ninguém, local perigoso. Não teria coragem de andar pela Travessa Diana, que sai da Bernardino e finda no terminal de ônibus, tamanha quantidade de gente mal encarada. No entanto, não vejo fiscalização. Qual o mistério desse lugar?
Gilmar Tefé
Santo André

Prevenção
Em relação à Covid-19 e o relaxamento do isolamento físico, como quer Lauro Michels, prefeito de Diadema, ]vejam a situação de Itália, Inglaterra, Espanha, Nova York e o prefeito de Manaus, no Amazonas, que chorou na TV, contando os mortos, e outros tantos ‘enterrados em cemitérios clandestinos’. Portanto, não constantes nas estatísticas oficiais. Olhem as críticas fotos retratando o colapso no Cemitério de Vila Formosa e outros com retroescavadeiras abrindo trincheiras – valas comum. A vida em primeiro lugar, prefeito Lauro Michels! A economia depois recuperamos. Prevenção máxima. Fique em casa. Lavemos as mãos, usemos máscaras e álcool em gel. Que Deus nos ajude.
Filipe dos Anjos Marques
Diadema

Momento
A saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça, na sexta-feira, atirando contra o presidente Jair Bolsonaro só mostra o perfil da nossa classe política. Duvido que Moro não sabia da postura de seu chefe antes. Por que esperar uma pandemia para tornar pública qualquer interferência ao seu trabalho? Bolsonaro mostrou também ser mais do mesmo, contrariando seu discurso durante a eleição. E a oposição ao governo tem de ser citada nesta carta. Petistas disparam contra Moro e Bolsonaro. Tentam, neste momento, capitalizar politicamente para defender seus líderes de estimação. Parece que nem as fotos de covas abertas em Manaus sensibilizam nossos políticos. Escolheram a dedo o momento para desvio de foco e jogar fogo em um País muito dividido. Lamentável.
José Cândido Pereira Júnior
Ribeirão Pires  

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;