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Mauá oferecerá R$ 60 por aluno para compra de merenda

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Governo Atila institui cartão para 20 mil estudantes da rede durante pandemia


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

25/04/2020 | 00:01


A Prefeitura de Mauá, administrada pelo prefeito Atila Jacomussi (PSB), vai oferecer R$ 60 para cada aluno matriculado na rede pública para compra de merenda escolar durante a paralisação das aulas devido à crise pela pandemia do novo coronavírus.

A administração do socialista reservou R$ 2,2 milhões para que os 20 mil estudantes matriculados possam receber recurso. São 44 escolas contempladas, além de quatro creches conveniadas. A programação do governo é que o benefício chegue aos lares dos alunos mauaenses em maio.

Acordo com o Banco do Brasil já foi formalizado e a Alelo ficará responsável pela confecção de um cartão no qual o crédito será depositado. Atila informou que ao longo da semana as diretoras das escolas entrarão em contato com os pais de alunos para esclarecer dúvidas e também para confirmar dados cadastrais, que vão assegurar que o dinheiro seja destinado a quem precise.

“Diferentemente de outras cidades, Mauá vai pagar para todos os 20 mil alunos, não apenas para os que estejam em situação de vulnerabilidade social. Evidentemente que esses alunos mais carentes estão sendo atendidos em outras frentes, como no Fundo Social, mas a merenda é oferecida para toda a rede e isso vamos garantir durante a pandemia”, comentou Atila.

Secretário adjunto de Educação, Wagner Cipriano Araújo explicou que o recurso para a oferta do cartão da merenda escolar foi retirado de despesas não executadas – como contas de água e luz de escolas fechadas –, além de verba repassada pelo governo federal para garantir a alimentação de estudantes.

“Outra determinação expressa pelo prefeito foi a de que esse cartão não permita a compra de qualquer outro item que não seja alimento. Se o pai ou a mãe do aluno quiser comprar álcool ou cigarros, por exemplo, haverá um sistema que vai bloquear essa aquisição”, discorreu.

Cipriano também detalhou que a ideia é a confecção de um cartão por família. Ou seja, se determinada família tiver três alunos matriculados na rede pública, o cartão será abastecido com R$ 180 – R$ 60 para cada estudante.



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Mauá oferecerá R$ 60 por aluno para compra de merenda

Governo Atila institui cartão para 20 mil estudantes da rede durante pandemia

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

25/04/2020 | 00:01


A Prefeitura de Mauá, administrada pelo prefeito Atila Jacomussi (PSB), vai oferecer R$ 60 para cada aluno matriculado na rede pública para compra de merenda escolar durante a paralisação das aulas devido à crise pela pandemia do novo coronavírus.

A administração do socialista reservou R$ 2,2 milhões para que os 20 mil estudantes matriculados possam receber recurso. São 44 escolas contempladas, além de quatro creches conveniadas. A programação do governo é que o benefício chegue aos lares dos alunos mauaenses em maio.

Acordo com o Banco do Brasil já foi formalizado e a Alelo ficará responsável pela confecção de um cartão no qual o crédito será depositado. Atila informou que ao longo da semana as diretoras das escolas entrarão em contato com os pais de alunos para esclarecer dúvidas e também para confirmar dados cadastrais, que vão assegurar que o dinheiro seja destinado a quem precise.

“Diferentemente de outras cidades, Mauá vai pagar para todos os 20 mil alunos, não apenas para os que estejam em situação de vulnerabilidade social. Evidentemente que esses alunos mais carentes estão sendo atendidos em outras frentes, como no Fundo Social, mas a merenda é oferecida para toda a rede e isso vamos garantir durante a pandemia”, comentou Atila.

Secretário adjunto de Educação, Wagner Cipriano Araújo explicou que o recurso para a oferta do cartão da merenda escolar foi retirado de despesas não executadas – como contas de água e luz de escolas fechadas –, além de verba repassada pelo governo federal para garantir a alimentação de estudantes.

“Outra determinação expressa pelo prefeito foi a de que esse cartão não permita a compra de qualquer outro item que não seja alimento. Se o pai ou a mãe do aluno quiser comprar álcool ou cigarros, por exemplo, haverá um sistema que vai bloquear essa aquisição”, discorreu.

Cipriano também detalhou que a ideia é a confecção de um cartão por família. Ou seja, se determinada família tiver três alunos matriculados na rede pública, o cartão será abastecido com R$ 180 – R$ 60 para cada estudante.

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