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CBF não permite entrada do São Bernardo na Série D no lugar do São Caetano

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


23/04/2020 | 18:55


Durou pouco a alegria do São Bernardo, que disputaria a Série D do Campeonato Brasileiro pela primeira vez. Após pleitear junto à Federação Paulista de Futebol (FPF) a vaga para representar o Estado no lugar do São Caetano, que desistiu da competição, o clube não poderá mais atuar, já que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) viu a situação de outra maneira.

Para a CBF, a desistência do São Caetano configura abandono da competição, o que não permite a entrada de um substituto. Assim, a Série D será disputada com 67 times, um a menos do que o estipulado inicialmente e sem nenhum clube ingressando na vaga.

Essa medida também serviria como alerta para outros times que eventualmente planejassem ingressar na competição, caso os representantes de seus Estados alegassem não ter condições de disputar. Isso já ocorreu no passado, inclusive com interferências políticas, notadamente, nas regiões Norte e Nordeste.

O presidente do São Bernardo, Felipe Cheidde, esteve reunido com Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF, em São Paulo, nesta quinta-feira na hora do almoço, quando manifestou seu interesse em herdar a vaga do rival da região do ABC paulista. Mas o sonho acabou com a posição oficial da CBF tomada no final da tarde.

Em princípio, Cheidde acreditava que ficaria com a vaga por direito após ter sido quarto colocado na Copa Paulista de 2019, atrás do São Caetano (campeão), XV de Piracicaba (vice e que disputou a Copa do Brasil) e do Mirassol, que já tinha assegurado seu lugar na Série D por sua campanha no Paulistão 2019.

A troca não causaria prejuízo a ninguém, porque a competição ainda nem tem data definida para começar. A opção por limitar o número de participantes, poderia significar uma economia para a CBF, já que cada clube que disputa a Série D receberá R$ 120 mil de apoio pelos prejuízos causados pela pandemia de coronavírus, além de auxílio de logística, transporte, alimentação e hospedagem.



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CBF não permite entrada do São Bernardo na Série D no lugar do São Caetano


23/04/2020 | 18:55


Durou pouco a alegria do São Bernardo, que disputaria a Série D do Campeonato Brasileiro pela primeira vez. Após pleitear junto à Federação Paulista de Futebol (FPF) a vaga para representar o Estado no lugar do São Caetano, que desistiu da competição, o clube não poderá mais atuar, já que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) viu a situação de outra maneira.

Para a CBF, a desistência do São Caetano configura abandono da competição, o que não permite a entrada de um substituto. Assim, a Série D será disputada com 67 times, um a menos do que o estipulado inicialmente e sem nenhum clube ingressando na vaga.

Essa medida também serviria como alerta para outros times que eventualmente planejassem ingressar na competição, caso os representantes de seus Estados alegassem não ter condições de disputar. Isso já ocorreu no passado, inclusive com interferências políticas, notadamente, nas regiões Norte e Nordeste.

O presidente do São Bernardo, Felipe Cheidde, esteve reunido com Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF, em São Paulo, nesta quinta-feira na hora do almoço, quando manifestou seu interesse em herdar a vaga do rival da região do ABC paulista. Mas o sonho acabou com a posição oficial da CBF tomada no final da tarde.

Em princípio, Cheidde acreditava que ficaria com a vaga por direito após ter sido quarto colocado na Copa Paulista de 2019, atrás do São Caetano (campeão), XV de Piracicaba (vice e que disputou a Copa do Brasil) e do Mirassol, que já tinha assegurado seu lugar na Série D por sua campanha no Paulistão 2019.

A troca não causaria prejuízo a ninguém, porque a competição ainda nem tem data definida para começar. A opção por limitar o número de participantes, poderia significar uma economia para a CBF, já que cada clube que disputa a Série D receberá R$ 120 mil de apoio pelos prejuízos causados pela pandemia de coronavírus, além de auxílio de logística, transporte, alimentação e hospedagem.

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