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Terceirizados denunciam irregularidades

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Funcionários da empresa Alternativa foram demitidos em 2019 e ainda não receberam


Yara Ferraz
do Diário do Grande ABC

18/04/2020 | 00:05


Os trabalhadores terceirizados da unidade do Poupatempo de São Bernardo, contratados pela empresa Alternativa, denunciam irregularidades no pagamento de benefícios. Funcionários demitidos por telegrama, em meio à pandemia de coronavírus, garantem que até o momento ainda não receberam a rescisão.

São aproximadamente 200 colaboradores da prestadora de serviços. Uma colaboradora, que preferiu não se identificar, afirmou que a empresa não deposita FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) desde novembro. “Algumas pessoas que foram mandadas embora no ano passado ainda não receberam a rescisão, pois a empresa parcelou o pagamento em quatro vezes e não foi leal, atrasando todas. A última deveria ser paga no dia 8 de março, mas até agora nada”, disse ela, que está cumprindo aviso prévio. “O nosso medo maior é o pagamento. Já ouvimos falar que a empresa está falida e não temos previsão de pagamentos.”

O Diário já tinha noticiado sobre a situação em fevereiro, citando também a irregularidades no pagamento de benefícios, como vale-alimentação.

A Prodesp – empresa de tecnologia do governo do Estado responsável pelo gerenciamento do Poupatempo – afirmou que para mitigar os efeitos financeiros provocados pela Covid-19, fez reunião com as empresas terceirizadas para o cumprimento da folha de pagamento e manutenção dos empregos. A orientação é para que sigam as leis trabalhistas.

“Relacionado aos salários e benefícios dos funcionários da empresa Alternativa, que não estão sendo cumpridos, a companhia (Prodesp) acolhe as denúncias, feitas por meio do canal do colaborador terceirizado, investiga e entra com medidas administrativas e até mesmo judiciais, quando necessárias”, disse, em nota.

O Diário não conseguiu contato com o Sindeepres (Sindicato dos Empregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra, Trabalho Temporário, Leitura de Medidores e Entrega de Avisos), e com a Alternativa. 



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Terceirizados denunciam irregularidades

Funcionários da empresa Alternativa foram demitidos em 2019 e ainda não receberam

Yara Ferraz
do Diário do Grande ABC

18/04/2020 | 00:05


Os trabalhadores terceirizados da unidade do Poupatempo de São Bernardo, contratados pela empresa Alternativa, denunciam irregularidades no pagamento de benefícios. Funcionários demitidos por telegrama, em meio à pandemia de coronavírus, garantem que até o momento ainda não receberam a rescisão.

São aproximadamente 200 colaboradores da prestadora de serviços. Uma colaboradora, que preferiu não se identificar, afirmou que a empresa não deposita FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) desde novembro. “Algumas pessoas que foram mandadas embora no ano passado ainda não receberam a rescisão, pois a empresa parcelou o pagamento em quatro vezes e não foi leal, atrasando todas. A última deveria ser paga no dia 8 de março, mas até agora nada”, disse ela, que está cumprindo aviso prévio. “O nosso medo maior é o pagamento. Já ouvimos falar que a empresa está falida e não temos previsão de pagamentos.”

O Diário já tinha noticiado sobre a situação em fevereiro, citando também a irregularidades no pagamento de benefícios, como vale-alimentação.

A Prodesp – empresa de tecnologia do governo do Estado responsável pelo gerenciamento do Poupatempo – afirmou que para mitigar os efeitos financeiros provocados pela Covid-19, fez reunião com as empresas terceirizadas para o cumprimento da folha de pagamento e manutenção dos empregos. A orientação é para que sigam as leis trabalhistas.

“Relacionado aos salários e benefícios dos funcionários da empresa Alternativa, que não estão sendo cumpridos, a companhia (Prodesp) acolhe as denúncias, feitas por meio do canal do colaborador terceirizado, investiga e entra com medidas administrativas e até mesmo judiciais, quando necessárias”, disse, em nota.

O Diário não conseguiu contato com o Sindeepres (Sindicato dos Empregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra, Trabalho Temporário, Leitura de Medidores e Entrega de Avisos), e com a Alternativa. 

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