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EUA registram quase 4,5 mil mortes por coronavírus em 24 horas

Fotos Públicas Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

País ultrapassou a marca de 33 mil vítimas da Covid-19; a ainda assim, Trump quer suavizar restrições antes de 1º de maio



17/04/2020 | 07:55


Os Estados Unidos registraram, nas últimas 24 horas, o recorde de 4.491 mortes pelo novo coronavírus, segundo a contagem em tempo real da Universidade Johns Hopkins. De acordo com a instituição, o país ultrapassou a marca de 33 mil vítimas da covid-19.

Os EUA são o país com mais mortes pela doença, à frente da Itália (22.170 óbitos), Espanha (19.315) e França (17.941). Até o esta quinta-feira, 16, foram notificados 671.425 casos no território americano. Com mais de 14 mil mortes apenas no Estado de Nova York, a cidade homônima é o epicentro da pandemia no país.

Apesar desse contexto, o presidente Donald Trump divulgou seu plano para começar a reabrir a economia, assegurando que "já passou" o pico da pandemia. Trump sugeriu que os Estados menos afetados poderão suavizar suas restrições antes de 1º de maio.

A proposta, dividida em três fases, não será colocada em prática imediatamente e nem de uma vez. Cada Estado decidirá quando recomeçar as atividades e se isso acontecerá no território inteiro simultaneamente ou em regiões específicas.

Em coletiva de imprensa na Casa Branca, Trump disse que conversou com os governadores do país e que a decisão de reabrir os estados será deles. "Meu governo está emitindo novas diretrizes federais que permitirão que os governantes adotem uma abordagem deliberada e em fases para reabrir seus Estados", afirmou o presidente. "Se Estados precisarem permanecer fechados, permitiremos que façam isso", acrescentou.

Para iniciar o plano de reabertura, o Estado precisa cumprir critérios estabelecidos pelo Centro de Controle de Doenças (CDC) americano e pela Força Tarefa de combate ao coronavírus da Casa Branca. O principal critério exigido é a documentação da queda sustentada de casos de coronavírus por 14 dias seguidos. (Com agências internacionais).



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EUA registram quase 4,5 mil mortes por coronavírus em 24 horas

País ultrapassou a marca de 33 mil vítimas da Covid-19; a ainda assim, Trump quer suavizar restrições antes de 1º de maio


17/04/2020 | 07:55


Os Estados Unidos registraram, nas últimas 24 horas, o recorde de 4.491 mortes pelo novo coronavírus, segundo a contagem em tempo real da Universidade Johns Hopkins. De acordo com a instituição, o país ultrapassou a marca de 33 mil vítimas da covid-19.

Os EUA são o país com mais mortes pela doença, à frente da Itália (22.170 óbitos), Espanha (19.315) e França (17.941). Até o esta quinta-feira, 16, foram notificados 671.425 casos no território americano. Com mais de 14 mil mortes apenas no Estado de Nova York, a cidade homônima é o epicentro da pandemia no país.

Apesar desse contexto, o presidente Donald Trump divulgou seu plano para começar a reabrir a economia, assegurando que "já passou" o pico da pandemia. Trump sugeriu que os Estados menos afetados poderão suavizar suas restrições antes de 1º de maio.

A proposta, dividida em três fases, não será colocada em prática imediatamente e nem de uma vez. Cada Estado decidirá quando recomeçar as atividades e se isso acontecerá no território inteiro simultaneamente ou em regiões específicas.

Em coletiva de imprensa na Casa Branca, Trump disse que conversou com os governadores do país e que a decisão de reabrir os estados será deles. "Meu governo está emitindo novas diretrizes federais que permitirão que os governantes adotem uma abordagem deliberada e em fases para reabrir seus Estados", afirmou o presidente. "Se Estados precisarem permanecer fechados, permitiremos que façam isso", acrescentou.

Para iniciar o plano de reabertura, o Estado precisa cumprir critérios estabelecidos pelo Centro de Controle de Doenças (CDC) americano e pela Força Tarefa de combate ao coronavírus da Casa Branca. O principal critério exigido é a documentação da queda sustentada de casos de coronavírus por 14 dias seguidos. (Com agências internacionais).

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