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DEM pode voltar a ter prefeiturável após 16 anos

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pretinho do Água Santa se coloca como nome do governo; última vez foi em 2004


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

13/04/2020 | 00:00


Presidente da Câmara de Diadema, Pretinho do Água Santa (DEM) tem se colocado internamente como potencial candidato do governo do prefeito Lauro Michels (PV) na disputa à sucessão do verde neste ano. Se tiver o projeto oficializado nas urnas, colocará os democratas de volta à corrida pelo Parque do Paço após 16 anos fora da briga.

O histórico do DEM em Diadema não é dos melhores. O partido, antigo PFL, só passou a ganhar maior protagonismo das eleições de 2016 para cá. Naquele pleito, elegeu dois vereadores: Pretinho – cuja candidatura teve apoio em peso do Água Santa, o time da cidade – e Salek Almeida, ambos eleitos para o primeiro mantado. Antes disso, porém, o partido considerado de centro-direita nunca havia conquistado cadeira no Legislativo de Diadema, cidade que deu ao PT sucessivos mandatos na Prefeitura e que guardava simpatia a partidos então considerados progressistas, como MDB e PSDB.

A última vez que o DEM figurou na corrida pelo Paço diademense foi no pleito de 2004, polarizado entre José de Filippi Júnior (PT) e José Augusto da Silva Ramos (PSDB) – a disputa foi vencida pelo petista, no segundo turno, com a diferença de apenas 554 votos. O acirramento daquela eleição imprimiu o desempenho pífio do então candidato do antigo PFL, Francisco Luna: recebeu 2.541 votos (1,16%), amargando o quarto lugar da disputa.

Nem antes nem depois daquele ano – da redemocratização, em 1985, até 2016 – o DEM conquistou mandatos na casa. Em 2008, apoiou o então candidato oposicionista José Augusto (PSDB), mas o páreo foi vencido ainda no primeiro turno por Mário Reali (PT). Naquela ocasião, formou coligação com o PSB e o PTB, só que apenas esses dois partidos conquistaram cadeira no Legislativo.

Quatro anos mais tarde, em 2012, deu guinada e se aliou ao grupo governista a fim de conquistar vaga na casa, formando pela primeira vez em sua história aliança com o PT de Diadema. Aquele embate, porém, foi vencido por Lauro Michels (PV), no segundo turno. Os primeiros triunfos vieram na eleição seguinte, de 2016, quando só chegaram à Câmara após ser reestruturado e integrado o projeto de reeleição de Lauro. Agora, o partido briga pelas bênçãos de Lauro para encabeçar projeto de sucessão governista. Pretinho, porém, disputa o apoio com a secretária Regina Gonçalves (PV, Habitação).  



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DEM pode voltar a ter prefeiturável após 16 anos

Pretinho do Água Santa se coloca como nome do governo; última vez foi em 2004

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

13/04/2020 | 00:00


Presidente da Câmara de Diadema, Pretinho do Água Santa (DEM) tem se colocado internamente como potencial candidato do governo do prefeito Lauro Michels (PV) na disputa à sucessão do verde neste ano. Se tiver o projeto oficializado nas urnas, colocará os democratas de volta à corrida pelo Parque do Paço após 16 anos fora da briga.

O histórico do DEM em Diadema não é dos melhores. O partido, antigo PFL, só passou a ganhar maior protagonismo das eleições de 2016 para cá. Naquele pleito, elegeu dois vereadores: Pretinho – cuja candidatura teve apoio em peso do Água Santa, o time da cidade – e Salek Almeida, ambos eleitos para o primeiro mantado. Antes disso, porém, o partido considerado de centro-direita nunca havia conquistado cadeira no Legislativo de Diadema, cidade que deu ao PT sucessivos mandatos na Prefeitura e que guardava simpatia a partidos então considerados progressistas, como MDB e PSDB.

A última vez que o DEM figurou na corrida pelo Paço diademense foi no pleito de 2004, polarizado entre José de Filippi Júnior (PT) e José Augusto da Silva Ramos (PSDB) – a disputa foi vencida pelo petista, no segundo turno, com a diferença de apenas 554 votos. O acirramento daquela eleição imprimiu o desempenho pífio do então candidato do antigo PFL, Francisco Luna: recebeu 2.541 votos (1,16%), amargando o quarto lugar da disputa.

Nem antes nem depois daquele ano – da redemocratização, em 1985, até 2016 – o DEM conquistou mandatos na casa. Em 2008, apoiou o então candidato oposicionista José Augusto (PSDB), mas o páreo foi vencido ainda no primeiro turno por Mário Reali (PT). Naquela ocasião, formou coligação com o PSB e o PTB, só que apenas esses dois partidos conquistaram cadeira no Legislativo.

Quatro anos mais tarde, em 2012, deu guinada e se aliou ao grupo governista a fim de conquistar vaga na casa, formando pela primeira vez em sua história aliança com o PT de Diadema. Aquele embate, porém, foi vencido por Lauro Michels (PV), no segundo turno. Os primeiros triunfos vieram na eleição seguinte, de 2016, quando só chegaram à Câmara após ser reestruturado e integrado o projeto de reeleição de Lauro. Agora, o partido briga pelas bênçãos de Lauro para encabeçar projeto de sucessão governista. Pretinho, porém, disputa o apoio com a secretária Regina Gonçalves (PV, Habitação).  

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