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Mortes por coronavírus no mundo ultrapassam os 100 mil

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


10/04/2020 | 15:06


A covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, deixou mais de 100 mil mortos em todo o mundo até esta sexta-feira, 10, segundo levantamento da universidade norte-americana Johns Hopkins. O número de infectados pelo novo coronavírus passou de 1,6 milhão.

Até esta sexta-feira, 10, ao menos 100.376 pessoas morreram em decorrência do coronavírus.

A Europa é o continente mais afetado, com quase o dobro das vítimas registradas na América, segunda região com mais mortes no mundo. A África é o continente menos afetado pela doença, com menos 500 mortes.

Apesar do velho continente ter sido o mais afetado no mundo até agora, o epicentro da pandemia atravessou o Atlântico nas últimas semanas. Em questão de dias, os Estados Unidos ultrapassaram a Espanha e se tornaram o país com mais mortes pela doença. Apenas em Nova York, mais de 7 mil pessoas morreram.

O recorde diário no país também é assustador: 1.973 pessoas morreram nessa quinta-feira, 9.

As mortes pelo vírus já foram registradas em todos os continentes. Na China, onde o novo coronavírus foi identificado pela primeira vez, no ano passado, as autoridades públicas parecem ter conseguido passar pelo pior, registrando um dia sem nenhuma morte pela doença nessa semana.

Antes disso, porém, medidas severas de confinamento e separação de pessoas foram adotadas, e ainda assim mais de 3.300 pessoas morreram e 81 mil foram infectadas, segundo informações do governo de Pequim.

Se no local onde se iniciou o contágio a situação está sendo controlada, o mesmo não pode se dizer do continente mais afetado. A Europa é, de longe, a parte do mundo mais atingida pelo novo coronavírus até o momento, com os países que registram os maiores índices de mortalidade.

A Itália, por exemplo, é o país mais afetado do mundo, em termo de mortes. A península mediterrânea já superou a marca dos 17 mil mortos, e lidera a estatística global. Mais de mil italianos chegaram a morrer em um único dia em decorrência do covid-19.

Outro país severamente afetado foi a Espanha. Nesta sexta, os espanhóis registraram o menor número diário de mortes, 605, desde o início da quarentena, em 24 de março.

O país ibérico já tem mais de 15 mil mortes, de acordo com dados do Centro Europeu de Prevenção e Controle das Doenças (CDC). O recorde diário no país foi de 950 falecimentos, registrado em dois de abril.

O lado ocidental da Europa foi o mais afetado pela crise. Além de Espanha e Itália, países como Reino Unido e França também registraram um grande número de mortes. Na França, o número ultrapassou os 12 mil.

No Reino Unido, o patamar ainda é inferior aos 10 mil, mas a doença chegou ao topo do espectro político, com as contaminações do primeiro-ministro, Boris Johnson, e do príncipe Charles.

Na América Latina, o número de mortos é superior a 2 mil. O Brasil encabeça a lista com quase mil mortos. Outros países que sofrem com os efeitos são Equador, com mais de 200 falecimentos, México, 194, e Peru, 138. A região tem mais de 50 mil casos confirmados da doença.

O número, no entanto, representa apenas uma parte dos infectados, pois alguns países contabilizam apenas pacientes que precisaram de internação.



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Mortes por coronavírus no mundo ultrapassam os 100 mil


10/04/2020 | 15:06


A covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, deixou mais de 100 mil mortos em todo o mundo até esta sexta-feira, 10, segundo levantamento da universidade norte-americana Johns Hopkins. O número de infectados pelo novo coronavírus passou de 1,6 milhão.

Até esta sexta-feira, 10, ao menos 100.376 pessoas morreram em decorrência do coronavírus.

A Europa é o continente mais afetado, com quase o dobro das vítimas registradas na América, segunda região com mais mortes no mundo. A África é o continente menos afetado pela doença, com menos 500 mortes.

Apesar do velho continente ter sido o mais afetado no mundo até agora, o epicentro da pandemia atravessou o Atlântico nas últimas semanas. Em questão de dias, os Estados Unidos ultrapassaram a Espanha e se tornaram o país com mais mortes pela doença. Apenas em Nova York, mais de 7 mil pessoas morreram.

O recorde diário no país também é assustador: 1.973 pessoas morreram nessa quinta-feira, 9.

As mortes pelo vírus já foram registradas em todos os continentes. Na China, onde o novo coronavírus foi identificado pela primeira vez, no ano passado, as autoridades públicas parecem ter conseguido passar pelo pior, registrando um dia sem nenhuma morte pela doença nessa semana.

Antes disso, porém, medidas severas de confinamento e separação de pessoas foram adotadas, e ainda assim mais de 3.300 pessoas morreram e 81 mil foram infectadas, segundo informações do governo de Pequim.

Se no local onde se iniciou o contágio a situação está sendo controlada, o mesmo não pode se dizer do continente mais afetado. A Europa é, de longe, a parte do mundo mais atingida pelo novo coronavírus até o momento, com os países que registram os maiores índices de mortalidade.

A Itália, por exemplo, é o país mais afetado do mundo, em termo de mortes. A península mediterrânea já superou a marca dos 17 mil mortos, e lidera a estatística global. Mais de mil italianos chegaram a morrer em um único dia em decorrência do covid-19.

Outro país severamente afetado foi a Espanha. Nesta sexta, os espanhóis registraram o menor número diário de mortes, 605, desde o início da quarentena, em 24 de março.

O país ibérico já tem mais de 15 mil mortes, de acordo com dados do Centro Europeu de Prevenção e Controle das Doenças (CDC). O recorde diário no país foi de 950 falecimentos, registrado em dois de abril.

O lado ocidental da Europa foi o mais afetado pela crise. Além de Espanha e Itália, países como Reino Unido e França também registraram um grande número de mortes. Na França, o número ultrapassou os 12 mil.

No Reino Unido, o patamar ainda é inferior aos 10 mil, mas a doença chegou ao topo do espectro político, com as contaminações do primeiro-ministro, Boris Johnson, e do príncipe Charles.

Na América Latina, o número de mortos é superior a 2 mil. O Brasil encabeça a lista com quase mil mortos. Outros países que sofrem com os efeitos são Equador, com mais de 200 falecimentos, México, 194, e Peru, 138. A região tem mais de 50 mil casos confirmados da doença.

O número, no entanto, representa apenas uma parte dos infectados, pois alguns países contabilizam apenas pacientes que precisaram de internação.

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