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Apesar da pandemia, Guarani aponta repasse mensal de parceiro: 'Normal até março'



09/04/2020 | 21:46


Mesmo com redução drástica das receitas - bilheterias, cota de TV e patrocinadores -, o Guarani segue com uma verba importante para tentar manter as contas em dia no Brinco de Ouro da Princesa.

Também prejudicado pelos impactos da pandemia da covid-19, o time de Campinas continua com repasse mensal da Magnum, responsável por arrematar o estádio, no valor de R$ 350 mil. Quem garante é o presidente Ricardo Miguel Moisés, em entrevista à Rádio CBN de Campinas.

"A parceria com a Magnum continua injetando dinheiro mesmo neste período. As parcelas foram pagas normais até o mês de março. No mês de abril, também não há nenhuma sinalização que mude isso. Então, a princípio, o Guarani continua recebendo normalmente os valores da venda do estádio", assegurou o dirigente.

O valor, entretanto, não chega de forma integral aos cofres do Guarani. Por coleção de ações judiciais no passado, como consequência de más gestões presidenciais, o clube tem 20% do total retido na fonte (R$ 70 mil) para quitar problemas trabalhistas.

"Em relação à Justiça do Trabalho, alguns clubes entraram na Justiça pedindo a suspensão do pagamento dos acordos trabalhistas. A gente viu até a notícia do Vasco neste sentido, mas o Guarani continua pagando 20% da receita para a Justiça do Trabalho", finalizou Ricardo Moisés.



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Apesar da pandemia, Guarani aponta repasse mensal de parceiro: 'Normal até março'


09/04/2020 | 21:46


Mesmo com redução drástica das receitas - bilheterias, cota de TV e patrocinadores -, o Guarani segue com uma verba importante para tentar manter as contas em dia no Brinco de Ouro da Princesa.

Também prejudicado pelos impactos da pandemia da covid-19, o time de Campinas continua com repasse mensal da Magnum, responsável por arrematar o estádio, no valor de R$ 350 mil. Quem garante é o presidente Ricardo Miguel Moisés, em entrevista à Rádio CBN de Campinas.

"A parceria com a Magnum continua injetando dinheiro mesmo neste período. As parcelas foram pagas normais até o mês de março. No mês de abril, também não há nenhuma sinalização que mude isso. Então, a princípio, o Guarani continua recebendo normalmente os valores da venda do estádio", assegurou o dirigente.

O valor, entretanto, não chega de forma integral aos cofres do Guarani. Por coleção de ações judiciais no passado, como consequência de más gestões presidenciais, o clube tem 20% do total retido na fonte (R$ 70 mil) para quitar problemas trabalhistas.

"Em relação à Justiça do Trabalho, alguns clubes entraram na Justiça pedindo a suspensão do pagamento dos acordos trabalhistas. A gente viu até a notícia do Vasco neste sentido, mas o Guarani continua pagando 20% da receita para a Justiça do Trabalho", finalizou Ricardo Moisés.

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