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Para Maia, ideal seria manter opção de acordos individuais trabalhistas



07/04/2020 | 17:37


Para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), seria ideal manter uma decisão intermediária para as negociações trabalhistas durante a crise respeitando acordo individuais para dar mais celeridade. Decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski submeteu aos sindicatos as negociações individuais de trabalhadores e empresas para reduzir jornada ou suspender contrato durante a crise do novo coronavírus.

O governo avalia alternativas para reverter essa decisão.

"É claro que vamos ter de esperar o julgamento final do STF para que possa mudar isso", disse Maia. "O ideal é que se tivesse algo intermediário onde se pudesse ter algo de preferência, mas respeitando os acordos individuais para dar mais celeridade", afirmou.

PEC da Guerra

Maia afirmou que é "natural" que o Senado queira mais tempo para analisar a Proposta de Emenda à Constituição, apelidada de Orçamento da Guerra.

Sem consenso entre os líderes, a votação da matéria no plenário do Senado foi adiada para a próxima segunda-feira, 13.



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Para Maia, ideal seria manter opção de acordos individuais trabalhistas


07/04/2020 | 17:37


Para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), seria ideal manter uma decisão intermediária para as negociações trabalhistas durante a crise respeitando acordo individuais para dar mais celeridade. Decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski submeteu aos sindicatos as negociações individuais de trabalhadores e empresas para reduzir jornada ou suspender contrato durante a crise do novo coronavírus.

O governo avalia alternativas para reverter essa decisão.

"É claro que vamos ter de esperar o julgamento final do STF para que possa mudar isso", disse Maia. "O ideal é que se tivesse algo intermediário onde se pudesse ter algo de preferência, mas respeitando os acordos individuais para dar mais celeridade", afirmou.

PEC da Guerra

Maia afirmou que é "natural" que o Senado queira mais tempo para analisar a Proposta de Emenda à Constituição, apelidada de Orçamento da Guerra.

Sem consenso entre os líderes, a votação da matéria no plenário do Senado foi adiada para a próxima segunda-feira, 13.

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