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S&P: Brasil deve sofrer contração de 0,7% no PIB em 2020, com risco de baixa



06/04/2020 | 19:45


A S&P Global Ratings prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve sofrer contração de 0,7% neste ano, com risco de baixa, devido aos impactos econômicos da pandemia de coronavírus. "O crescimento econômico do Brasil em 2020 será gravemente afetado pelo impacto da covid-19 local e globalmente", diz a agência de classificação de risco em nota.

Nesta segunda-feira, a S&P reafirmou o rating do Brasil em BB-, mas alterou a perspectiva da nota de crédito do país de positiva para estável. Segundo a agência, os efeitos das medidas de contenção da pandemia no país levarão a uma menor confiança dos investidores e a uma volatilidade no mercado financeiro, provocada por restrições do consumo e do investimento. "Além disso, as exportações cairão, pois cerca de dois terços são destinados à China e aos mercados dos EUA", acrescenta a S&P.

Para 2021, a agência de classificação de risco projeta um avanço de 2,9% do PIB do Brasil. "Até o momento, avaliamos o choque como temporário e sem consequências negativas a longo prazo para a economia brasileira", afirma a S&P.

A agência espera, ainda, que a inflação no Brasil fique ao redor de 4% entre 2020 e 2023, em linha com a meta.



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S&P: Brasil deve sofrer contração de 0,7% no PIB em 2020, com risco de baixa


06/04/2020 | 19:45


A S&P Global Ratings prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve sofrer contração de 0,7% neste ano, com risco de baixa, devido aos impactos econômicos da pandemia de coronavírus. "O crescimento econômico do Brasil em 2020 será gravemente afetado pelo impacto da covid-19 local e globalmente", diz a agência de classificação de risco em nota.

Nesta segunda-feira, a S&P reafirmou o rating do Brasil em BB-, mas alterou a perspectiva da nota de crédito do país de positiva para estável. Segundo a agência, os efeitos das medidas de contenção da pandemia no país levarão a uma menor confiança dos investidores e a uma volatilidade no mercado financeiro, provocada por restrições do consumo e do investimento. "Além disso, as exportações cairão, pois cerca de dois terços são destinados à China e aos mercados dos EUA", acrescenta a S&P.

Para 2021, a agência de classificação de risco projeta um avanço de 2,9% do PIB do Brasil. "Até o momento, avaliamos o choque como temporário e sem consequências negativas a longo prazo para a economia brasileira", afirma a S&P.

A agência espera, ainda, que a inflação no Brasil fique ao redor de 4% entre 2020 e 2023, em linha com a meta.

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