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Marinho aposta nos erros do governo Bolsonaro para buscar resgate do PT

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Para ex-prefeito de S.Bernardo, atual presidente faz ‘péssima gestão’


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

05/04/2020 | 00:01


Presidente estadual do PT, o ex-prefeito de São Bernardo e novamente pré-candidato ao Paço municipal Luiz Marinho deposita confiança de que o petismo tende a retomar algumas prefeituras do Grande ABC na eleição de outubro. A aposta, segundo o dirigente, está nos erros do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Marinho acredita que, além do legado deixado pela sigla na região, o “péssimo” desempenho de Bolsonaro à frente do País seja o maior trunfo para balizar o discurso e auxiliar no retorno do partido ao comando dos municípios.

O ex-prefeito considera que a popularidade em baixa de Bolsonaro, principalmente após o avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil, ajuda a consolidar projetos de oposição. “Temos, hoje, um péssimo presidente da República, que é (Jair) Bolsonaro. Como ele vem fazendo péssima gestão, fica fácil para que nós possamos comparar o modelo de gerência do PT e de outros partidos. E é isso que vai fazer o eleitor escolher o PT nas urnas. Disseram que era só tirar o PT do governo (federal) que o País iria melhorar e, na verdade, ele piorou”, alegou o líder petista, ao Diário.

Marinho admite que o PT passou por período de grande desgaste junto ao eleitorado, o que culminou na derrota avassaladora do partido em 2016, logo depois do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT) – naquele pleito, por exemplo, a legenda ficou fora de todas as prefeituras da região pela primeira vez na história. No segundo mandato da petista, a Lava Jato atingiu o ápice de operações. Para o ex-prefeito, o derretimento da sigla prosseguiu até 2018. “Se você analisar, friamente, o PT não foi tão mal em 2018. Então, se o partido trabalhar corretamente, poderá fazer boa bancada. E trabalhar corretamente é resolver algumas divisões internas e montar boas chapas.”

O PT sinaliza lançar candidatura própria nas sete cidades. O ex-prefeito pondera, contudo, que em alguns municípios a disputa será mais acirrada. Entre as prioridades da sigla no âmbito estadual está entrar com campanha viável eleitoralmente em São Bernardo, Diadema e Mauá – além dele, o ex-prefeito José de Filippi Júnior e o vereador Marcelo Oliveira vão encabeçar chapa nos respectivos municípios. Em São Caetano, por outro lado, a proposta é auxiliar a chapa proporcional. “Apesar da escolha do ex-vereador João Moraes ser positiva para a disputa, é capaz que o PT participe apenas para compor bancada. Mas o cenário deverá ser diferente de cidade para cidade. Apostamos no nosso legado.” Na visão de Marinho, o partido conseguiu fixar marcas com obras importantes e por administrações que “primavam pelo bem estar do cidadão”.



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Marinho aposta nos erros do governo Bolsonaro para buscar resgate do PT

Para ex-prefeito de S.Bernardo, atual presidente faz ‘péssima gestão’

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

05/04/2020 | 00:01


Presidente estadual do PT, o ex-prefeito de São Bernardo e novamente pré-candidato ao Paço municipal Luiz Marinho deposita confiança de que o petismo tende a retomar algumas prefeituras do Grande ABC na eleição de outubro. A aposta, segundo o dirigente, está nos erros do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Marinho acredita que, além do legado deixado pela sigla na região, o “péssimo” desempenho de Bolsonaro à frente do País seja o maior trunfo para balizar o discurso e auxiliar no retorno do partido ao comando dos municípios.

O ex-prefeito considera que a popularidade em baixa de Bolsonaro, principalmente após o avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil, ajuda a consolidar projetos de oposição. “Temos, hoje, um péssimo presidente da República, que é (Jair) Bolsonaro. Como ele vem fazendo péssima gestão, fica fácil para que nós possamos comparar o modelo de gerência do PT e de outros partidos. E é isso que vai fazer o eleitor escolher o PT nas urnas. Disseram que era só tirar o PT do governo (federal) que o País iria melhorar e, na verdade, ele piorou”, alegou o líder petista, ao Diário.

Marinho admite que o PT passou por período de grande desgaste junto ao eleitorado, o que culminou na derrota avassaladora do partido em 2016, logo depois do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT) – naquele pleito, por exemplo, a legenda ficou fora de todas as prefeituras da região pela primeira vez na história. No segundo mandato da petista, a Lava Jato atingiu o ápice de operações. Para o ex-prefeito, o derretimento da sigla prosseguiu até 2018. “Se você analisar, friamente, o PT não foi tão mal em 2018. Então, se o partido trabalhar corretamente, poderá fazer boa bancada. E trabalhar corretamente é resolver algumas divisões internas e montar boas chapas.”

O PT sinaliza lançar candidatura própria nas sete cidades. O ex-prefeito pondera, contudo, que em alguns municípios a disputa será mais acirrada. Entre as prioridades da sigla no âmbito estadual está entrar com campanha viável eleitoralmente em São Bernardo, Diadema e Mauá – além dele, o ex-prefeito José de Filippi Júnior e o vereador Marcelo Oliveira vão encabeçar chapa nos respectivos municípios. Em São Caetano, por outro lado, a proposta é auxiliar a chapa proporcional. “Apesar da escolha do ex-vereador João Moraes ser positiva para a disputa, é capaz que o PT participe apenas para compor bancada. Mas o cenário deverá ser diferente de cidade para cidade. Apostamos no nosso legado.” Na visão de Marinho, o partido conseguiu fixar marcas com obras importantes e por administrações que “primavam pelo bem estar do cidadão”.

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