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Maioria das Bolsas da Europa fecha em baixa, com impactos de coronavírus

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


03/04/2020 | 14:21


A maioria das bolsas da Europa fechou em queda nesta sexta-feira (3) reagindo a sinais do prejuízos para a atividade por causa da pandemia de coronavírus. Além dos dados locais, foi monitorado o relatório mensal de empregos (payroll) dos Estados Unidos, que mostrou cenário negativo para o mercado de trabalho local.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,97%, em 309,06 pontos.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria e serviços da zona do euro caiu de 51,6 em fevereiro à mínima histórica de 29,7 em março, com fraqueza inédita também apenas na Alemanha, a maior economia do continente, e o mesmo ocorrendo no Reino Unido. Nos EUA, foram cortadas 701 mil postos de trabalho em março, ante previsão de recuo de 100 mil dos analistas.

Voltando à Europa, há cautela com o risco de quebras de empresas, embora existam medidas de apoio de governos e bancos centrais para contrabalançar o quadro.

Nesta sexta, a ação da Air France-KLM subiu 1,35%, em meio a relatos da imprensa local de que ela negocia um pacote de empréstimo de até 6 bilhões de euros com bancos, que seria apoiado pelos governos de França e Holanda. Ainda no setor aéreo, Lufthansa caiu 0,33% em Frankfurt, após chegar a subir mais de 2% mais cedo, e IAG cedeu 1,00%, também após chegar a avançar durante o dia.

O setor bancário também esteve no radar, após o Comitê de Basileia anunciar medidas adicionais para aliviar o sistema bancário global, perto do fechamento do continente. Em Madri, a ação do Santander caiu 2,53%. Hoje, o comando do banco espanhol pediu uma ação mais coordenada da Europa e também que as empresas mantenham os empregos, na crise atual.

A Capital Economics diz ver sinais de estabilização nos mercados financeiros globais ao longo da última semana, conforme formuladores de política continuam a lançar medidas. A consultoria diz em relatório que os bancos centrais podem evitar uma crise maior, mas os mercados devem seguir sob pressão até que existam sinais de que a disseminação do vírus diminui.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 fechou em queda de 1,18%, em 5.415,50 pontos, com queda semanal de 1,72%. Lloyds recuou 4,08% e Barclays, 1,69%, entre os bancos.

Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,47%, a 9.525,77 pontos, com queda de 1,11% na semana. No setor de energia, E.ON recuou 2,53%, entre os papéis mais negociados.

Na Bolsa de Paris, o índice CAC 40 registrou baixa de 1,57%, a 4.154,58 pontos, com queda semanal de 4,53%. O índice FTSE MIB, da Bolsa de Milão, fechou em queda de 2,67%, em 16.384,35 pontos, na mínima do dia, com baixa semanal de 2,61%.

Em Madri, o índice Ibex 35 foi na contramão da maioria e subiu 0,11%, a 6.581,60 pontos, com queda semanal de 2,90%. Na Bolsa de Lisboa, o PSI 20 recuou 0,52%, a 3.972,71 pontos, com alta de 0,76% na semana.



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Maioria das Bolsas da Europa fecha em baixa, com impactos de coronavírus


03/04/2020 | 14:21


A maioria das bolsas da Europa fechou em queda nesta sexta-feira (3) reagindo a sinais do prejuízos para a atividade por causa da pandemia de coronavírus. Além dos dados locais, foi monitorado o relatório mensal de empregos (payroll) dos Estados Unidos, que mostrou cenário negativo para o mercado de trabalho local.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,97%, em 309,06 pontos.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria e serviços da zona do euro caiu de 51,6 em fevereiro à mínima histórica de 29,7 em março, com fraqueza inédita também apenas na Alemanha, a maior economia do continente, e o mesmo ocorrendo no Reino Unido. Nos EUA, foram cortadas 701 mil postos de trabalho em março, ante previsão de recuo de 100 mil dos analistas.

Voltando à Europa, há cautela com o risco de quebras de empresas, embora existam medidas de apoio de governos e bancos centrais para contrabalançar o quadro.

Nesta sexta, a ação da Air France-KLM subiu 1,35%, em meio a relatos da imprensa local de que ela negocia um pacote de empréstimo de até 6 bilhões de euros com bancos, que seria apoiado pelos governos de França e Holanda. Ainda no setor aéreo, Lufthansa caiu 0,33% em Frankfurt, após chegar a subir mais de 2% mais cedo, e IAG cedeu 1,00%, também após chegar a avançar durante o dia.

O setor bancário também esteve no radar, após o Comitê de Basileia anunciar medidas adicionais para aliviar o sistema bancário global, perto do fechamento do continente. Em Madri, a ação do Santander caiu 2,53%. Hoje, o comando do banco espanhol pediu uma ação mais coordenada da Europa e também que as empresas mantenham os empregos, na crise atual.

A Capital Economics diz ver sinais de estabilização nos mercados financeiros globais ao longo da última semana, conforme formuladores de política continuam a lançar medidas. A consultoria diz em relatório que os bancos centrais podem evitar uma crise maior, mas os mercados devem seguir sob pressão até que existam sinais de que a disseminação do vírus diminui.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 fechou em queda de 1,18%, em 5.415,50 pontos, com queda semanal de 1,72%. Lloyds recuou 4,08% e Barclays, 1,69%, entre os bancos.

Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,47%, a 9.525,77 pontos, com queda de 1,11% na semana. No setor de energia, E.ON recuou 2,53%, entre os papéis mais negociados.

Na Bolsa de Paris, o índice CAC 40 registrou baixa de 1,57%, a 4.154,58 pontos, com queda semanal de 4,53%. O índice FTSE MIB, da Bolsa de Milão, fechou em queda de 2,67%, em 16.384,35 pontos, na mínima do dia, com baixa semanal de 2,61%.

Em Madri, o índice Ibex 35 foi na contramão da maioria e subiu 0,11%, a 6.581,60 pontos, com queda semanal de 2,90%. Na Bolsa de Lisboa, o PSI 20 recuou 0,52%, a 3.972,71 pontos, com alta de 0,76% na semana.

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