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Polícia descobre fábrica
clandestina de álcool gel

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Produtos, que serão submetidos à perícia, eram produzidos de forma amadora em residência


Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

02/04/2020 | 00:02


A Polícia Civil descobriu e fechou ontem fábrica clandestina de álcool gel no bairro Casa Grande, em Diadema. A apreensão aconteceu após investigação em que agentes do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e do Dope (Departamento de Operações Policiais Estratégicas) abordaram motorista em um carro Ford/Ka, no bairro Rio Grande, em São Bernardo.

Durante a revista no automóvel foram encontrados oito galões de álcool gel, possivelmente falsificados. O comerciante explicou aos policiais que havia comprado os produtos de uma pessoa que pertencia a uma empresa em Diadema. 

A equipe foi até o local indicado pelo motorista e encontrou residência, na qual funcionava fábrica sem autorização dos órgãos de vigilância sanitária e da Prefeitura, produzindo álcool gel clandestinamente. Na casa foram apreendidos dois galões com cinco litros cada e mais 465 frascos de 60 ml. Todos os recipientes estavam com álcool gel. Alguns deles já estavam até etiquetados, prontos para serem comercializados. Também foram recolhidos 34 rolos de etiquetas diversas.

O responsável pelo local disse que comprou os produtos de um conhecido e que estava apenas revendendo, mas não apresentou as notas fiscais. Ele foi preso em flagrante e as substâncias foram encaminhadas ao IC (Instituto de Criminalística) para que a perícia confirme a falsificação.

O caso foi registrado na Dicma (Delegacia de Investigação de Infrações e Crimes Contra o Meio Ambiente) de Diadema como falsificação ou adulteração de produtos medicinais/terapêuticos, além de crime contra a ordem tributária.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus os frascos de álcool gel sumiram das prateleiras de farmácias e supermercados. Os fabricantes não deram conta de atender à demanda e os comerciantes que tinham as bisnagas inflacionaram os preços.



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Polícia descobre fábrica
clandestina de álcool gel

Produtos, que serão submetidos à perícia, eram produzidos de forma amadora em residência

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

02/04/2020 | 00:02


A Polícia Civil descobriu e fechou ontem fábrica clandestina de álcool gel no bairro Casa Grande, em Diadema. A apreensão aconteceu após investigação em que agentes do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e do Dope (Departamento de Operações Policiais Estratégicas) abordaram motorista em um carro Ford/Ka, no bairro Rio Grande, em São Bernardo.

Durante a revista no automóvel foram encontrados oito galões de álcool gel, possivelmente falsificados. O comerciante explicou aos policiais que havia comprado os produtos de uma pessoa que pertencia a uma empresa em Diadema. 

A equipe foi até o local indicado pelo motorista e encontrou residência, na qual funcionava fábrica sem autorização dos órgãos de vigilância sanitária e da Prefeitura, produzindo álcool gel clandestinamente. Na casa foram apreendidos dois galões com cinco litros cada e mais 465 frascos de 60 ml. Todos os recipientes estavam com álcool gel. Alguns deles já estavam até etiquetados, prontos para serem comercializados. Também foram recolhidos 34 rolos de etiquetas diversas.

O responsável pelo local disse que comprou os produtos de um conhecido e que estava apenas revendendo, mas não apresentou as notas fiscais. Ele foi preso em flagrante e as substâncias foram encaminhadas ao IC (Instituto de Criminalística) para que a perícia confirme a falsificação.

O caso foi registrado na Dicma (Delegacia de Investigação de Infrações e Crimes Contra o Meio Ambiente) de Diadema como falsificação ou adulteração de produtos medicinais/terapêuticos, além de crime contra a ordem tributária.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus os frascos de álcool gel sumiram das prateleiras de farmácias e supermercados. Os fabricantes não deram conta de atender à demanda e os comerciantes que tinham as bisnagas inflacionaram os preços.

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