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'Não é hora agora de gerar instabilidade na política', diz Maia



01/04/2020 | 10:44


Em teleconferência com o Bradesco BBI na manhã desta quarta-feira, dia 1º, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mandou um recado ao presidente Jair Bolsonaro, ao dizer que neste momento de crise aguda, com o avanço do novo coronavírus no País, "não é hora de gerar instabilidade na política e no setor produtivo". Maia destacou que o que é urgente agora é organizar o Estado para que ele possa apoiar os setores na crise.

Nos recados ao governo Bolsonaro, Maia disse que não é hora de discutir como financiar medidas. "O Estado vai financiar e pronto." O deputado argumentou que depois da crise, com a consequente recessão, cada Poder terá de se ajustar à nova realidade. "Poder público e setor privado precisarão se adaptar após a crise. Não é hora agora de gerar instabilidade na política e no setor produtivo. Depois da crise é que vamos avaliar o tamanho do gasto, se vai ser de 7%, 8% ou 9% do PIB."

Na teleconferência, o presidente da Câmara reiterou que a prioridade agora é garantir renda e condições para que os produtos essenciais cheguem às pessoas.



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'Não é hora agora de gerar instabilidade na política', diz Maia


01/04/2020 | 10:44


Em teleconferência com o Bradesco BBI na manhã desta quarta-feira, dia 1º, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mandou um recado ao presidente Jair Bolsonaro, ao dizer que neste momento de crise aguda, com o avanço do novo coronavírus no País, "não é hora de gerar instabilidade na política e no setor produtivo". Maia destacou que o que é urgente agora é organizar o Estado para que ele possa apoiar os setores na crise.

Nos recados ao governo Bolsonaro, Maia disse que não é hora de discutir como financiar medidas. "O Estado vai financiar e pronto." O deputado argumentou que depois da crise, com a consequente recessão, cada Poder terá de se ajustar à nova realidade. "Poder público e setor privado precisarão se adaptar após a crise. Não é hora agora de gerar instabilidade na política e no setor produtivo. Depois da crise é que vamos avaliar o tamanho do gasto, se vai ser de 7%, 8% ou 9% do PIB."

Na teleconferência, o presidente da Câmara reiterou que a prioridade agora é garantir renda e condições para que os produtos essenciais cheguem às pessoas.

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