Fechar
Publicidade

Segunda-Feira, 25 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Indicador de incerteza sobe em março e atinge maior nível da série, diz FGV



31/03/2020 | 11:25


O Indicador de Incerteza da Economia Brasileira (IIE-Br) subiu 52,0 pontos na passagem de fevereiro para março, alcançando 167,1 pontos, o maior nível da série histórica e 30 pontos acima do recorde anterior, em setembro de 2015, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Considerando a evolução em médias móveis semestrais, houve aumento de 8,4 pontos, para 120,6 pontos.

"Sob influência da pandemia de coronavírus e seu impacto devastador sobre a economia nacional, o Indicador de Incerteza da FGV bateu dois recordes neste mês. O primeiro foi o do nível mais alto da série histórica, 167,1 pontos, 30 pontos acima do recorde anterior, de setembro de 2015, período em que o país enfrentava forte recessão e logo após o Brasil perder grau de investimento, na avaliação de agências internacionais de risco. O segundo foi a maior alta mensal da série iniciada em 2000, ao superar em 18 pontos o salto de outubro de 2008, durante a crise financeira internacional", pontua a FGV.

"Ainda é cedo para se prever um alívio para o indicador nas próximas semanas face ao quadro indefinido quanto à evolução da doença no Brasil e ao impacto das medidas que vêm sendo anunciadas pelo governo para atenuar os efeitos da crise", diz Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas da FGV Ibre.

O IIE-Br contém dois componentes: o IIE-Br Mídia, que faz o mapeamento nos principais jornais da frequência de notícias com menção à incerteza; e o IIE-Br Expectativa, que é construído a partir das dispersões das previsões para a taxa de câmbio e para o IPCA.

Em março, os dois componentes do índice subiram fortemente. O componente de Mídia subiu 48,0 pontos, para 161,0 pontos, contribuindo em 41,9 pontos para o comportamento do índice geral no mês. Já o componente de Expectativa subiu 46,2 pontos, para 163,5 pontos, contribuindo em 10,1 pontos para a alta da incerteza.

A coleta do Indicador de IIE-Br é realizada entre o dia 26 do mês anterior ao dia 24 do mês de referência.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Indicador de incerteza sobe em março e atinge maior nível da série, diz FGV


31/03/2020 | 11:25


O Indicador de Incerteza da Economia Brasileira (IIE-Br) subiu 52,0 pontos na passagem de fevereiro para março, alcançando 167,1 pontos, o maior nível da série histórica e 30 pontos acima do recorde anterior, em setembro de 2015, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Considerando a evolução em médias móveis semestrais, houve aumento de 8,4 pontos, para 120,6 pontos.

"Sob influência da pandemia de coronavírus e seu impacto devastador sobre a economia nacional, o Indicador de Incerteza da FGV bateu dois recordes neste mês. O primeiro foi o do nível mais alto da série histórica, 167,1 pontos, 30 pontos acima do recorde anterior, de setembro de 2015, período em que o país enfrentava forte recessão e logo após o Brasil perder grau de investimento, na avaliação de agências internacionais de risco. O segundo foi a maior alta mensal da série iniciada em 2000, ao superar em 18 pontos o salto de outubro de 2008, durante a crise financeira internacional", pontua a FGV.

"Ainda é cedo para se prever um alívio para o indicador nas próximas semanas face ao quadro indefinido quanto à evolução da doença no Brasil e ao impacto das medidas que vêm sendo anunciadas pelo governo para atenuar os efeitos da crise", diz Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas da FGV Ibre.

O IIE-Br contém dois componentes: o IIE-Br Mídia, que faz o mapeamento nos principais jornais da frequência de notícias com menção à incerteza; e o IIE-Br Expectativa, que é construído a partir das dispersões das previsões para a taxa de câmbio e para o IPCA.

Em março, os dois componentes do índice subiram fortemente. O componente de Mídia subiu 48,0 pontos, para 161,0 pontos, contribuindo em 41,9 pontos para o comportamento do índice geral no mês. Já o componente de Expectativa subiu 46,2 pontos, para 163,5 pontos, contribuindo em 10,1 pontos para a alta da incerteza.

A coleta do Indicador de IIE-Br é realizada entre o dia 26 do mês anterior ao dia 24 do mês de referência.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;