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Após coronavírus, Preta Gil está mais introspectiva e diz o que mudou: - Respira em um ritmo diferente, o coração bate em outra velocidade

Reprodução/Instragram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


31/03/2020 | 10:11


Preta Gil se curou após contrair o novo coronavírus. A cantora desde o começo dividiu com seus fãs como estava a sua rotina de isolamento e, de quebra, abriu o jogo sobre os sintomas que estava sentindo. Agora, segundo informações do jornal Extra, ela explicou que continua isolada em sua casa, dessa vez por vontade própria, e que está reavaliando sua vida inteira:

- A gente vai melhorando a cada dia, os sintomas físicos e emocionais. Tem que se fortalecer das duas formas. Muda muita coisa. O nosso tempo interno é diferente: respira em um ritmo diferente, o coração bate em outra velocidade. É como se a gente sofresse aquele tranco, quando pula de paraquedas. Depois, repensa as coisas. É transformador. Não adianta fazer planos, porque o mundo está em suspenso. O olhar é diferente, somos um todo, um sentido mais coletivo, se preocupando com o outro, explicou.

Ela ainda explicou que ficou isolada em um hotel de São Paulo junto com o marido, Rodrigo Godoy, e sua maquiadora, e definiu a situação como difícil:

- Se comunicavam aos gritos e dividiam os poucos cômodos do espaço.

Além disso, como cada caso é um caso, ela contou que não tomava remédios:

- Só tomava paliativos quando sentia um sintoma ou outro. Não tem remédio. Carinho e amor foram grandes remédios. E é a solidariedade é importante: se seu vizinho está doente, deixe uma comidinha na porta, ou um bilhetinho. Se for ao supermercado, compre alguma coisa para alguém que não possa ir. Se não tem terapeuta, que encontre um amigo para desabafar. Só faz bem.

Além disso, por meio de um vídeo em seu Instagram, ela quis tirar a pressão que algumas pessoas estão sentindo para serem produtivos nesse período de quarentena:

- Nessa quarentena eu fiquei refletindo sobre muitos assuntos. Mas um, que as pessoas estão comentando, e que me deu vontade de falar, é o perigo da quarentena criar na gente certas ansiedades e expectativas distorcidas da realidade por conta da visibilidade que as pessoas têm por conta das redes sociais. Como a gente tá mais tempo nas redes sociais, a gente fica vendo muito conteúdo das outras pessoas, disse, acrescentando que não fez receita de bolo, não fez aula de funcional e nem aprendeu um idioma novo.

Ela ainda continua:

- A não ser que o seu ócio seja contemplativo e transformador. Não dá para a gente ficar alienado a isso tudo o que está acontecendo. E também se você estiver alienado, ok, é um direito seu.

Depois, Preta explicou como está se sentindo emocionalmente:

- Eu tô realmente mais contemplativa, mais introspectiva, querendo entender de que forma isso tudo vai mexer com a gente e dividir um pouco do que eu passei e do que eu estou passando.

Por fim, deu dicas para que as pessoas se ajudem nesse período, principalmente as que estiverem doentes e sozinhas:

- O isolamento é social, mas não é afetivo. E isso pode matar e deixar agente pior. Eu, graças a Deus, tive todo o tipo de amparo dessas camadas todas: afetiva, médica, estrutural, mas tanta gente não vai ter e a gente tem que descobrir, nós mesmos, de que forma a gente vai poder ajudar as pessoas.



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Após coronavírus, Preta Gil está mais introspectiva e diz o que mudou: - Respira em um ritmo diferente, o coração bate em outra velocidade


31/03/2020 | 10:11


Preta Gil se curou após contrair o novo coronavírus. A cantora desde o começo dividiu com seus fãs como estava a sua rotina de isolamento e, de quebra, abriu o jogo sobre os sintomas que estava sentindo. Agora, segundo informações do jornal Extra, ela explicou que continua isolada em sua casa, dessa vez por vontade própria, e que está reavaliando sua vida inteira:

- A gente vai melhorando a cada dia, os sintomas físicos e emocionais. Tem que se fortalecer das duas formas. Muda muita coisa. O nosso tempo interno é diferente: respira em um ritmo diferente, o coração bate em outra velocidade. É como se a gente sofresse aquele tranco, quando pula de paraquedas. Depois, repensa as coisas. É transformador. Não adianta fazer planos, porque o mundo está em suspenso. O olhar é diferente, somos um todo, um sentido mais coletivo, se preocupando com o outro, explicou.

Ela ainda explicou que ficou isolada em um hotel de São Paulo junto com o marido, Rodrigo Godoy, e sua maquiadora, e definiu a situação como difícil:

- Se comunicavam aos gritos e dividiam os poucos cômodos do espaço.

Além disso, como cada caso é um caso, ela contou que não tomava remédios:

- Só tomava paliativos quando sentia um sintoma ou outro. Não tem remédio. Carinho e amor foram grandes remédios. E é a solidariedade é importante: se seu vizinho está doente, deixe uma comidinha na porta, ou um bilhetinho. Se for ao supermercado, compre alguma coisa para alguém que não possa ir. Se não tem terapeuta, que encontre um amigo para desabafar. Só faz bem.

Além disso, por meio de um vídeo em seu Instagram, ela quis tirar a pressão que algumas pessoas estão sentindo para serem produtivos nesse período de quarentena:

- Nessa quarentena eu fiquei refletindo sobre muitos assuntos. Mas um, que as pessoas estão comentando, e que me deu vontade de falar, é o perigo da quarentena criar na gente certas ansiedades e expectativas distorcidas da realidade por conta da visibilidade que as pessoas têm por conta das redes sociais. Como a gente tá mais tempo nas redes sociais, a gente fica vendo muito conteúdo das outras pessoas, disse, acrescentando que não fez receita de bolo, não fez aula de funcional e nem aprendeu um idioma novo.

Ela ainda continua:

- A não ser que o seu ócio seja contemplativo e transformador. Não dá para a gente ficar alienado a isso tudo o que está acontecendo. E também se você estiver alienado, ok, é um direito seu.

Depois, Preta explicou como está se sentindo emocionalmente:

- Eu tô realmente mais contemplativa, mais introspectiva, querendo entender de que forma isso tudo vai mexer com a gente e dividir um pouco do que eu passei e do que eu estou passando.

Por fim, deu dicas para que as pessoas se ajudem nesse período, principalmente as que estiverem doentes e sozinhas:

- O isolamento é social, mas não é afetivo. E isso pode matar e deixar agente pior. Eu, graças a Deus, tive todo o tipo de amparo dessas camadas todas: afetiva, médica, estrutural, mas tanta gente não vai ter e a gente tem que descobrir, nós mesmos, de que forma a gente vai poder ajudar as pessoas.

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