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EUA: ?a 1ª crise vivenciada pela nossa geração?



29/03/2020 | 09:00


O intensivista brasileiro Ivan da Silva trabalha há três anos na UTI do Centro Médico da Rush University, em Chicago, que está recebendo pacientes do novo coronavírus. Ele também estava trabalhando nos EUA em 2009, por ocasião da epidemia de H1N1.

Qual é a situação hoje e como ela se compara à do H1N1?

Os pacientes começaram a chegar há três semanas, mas agora disparou. Acho que é a primeira crise desse tamanho vivenciada pela nossa geração. Eu estava aqui nos EUA em 2009, mas não chegou perto disso. Porque a covid-19 é menos letal e complicada de forma geral, mas o grande problema é o número elevado de pacientes chegando ao hospital ao mesmo tempo. Estamos convertendo vários lugares em UTI para receber pacientes. É um pesadelo logístico.

O tratamento nos EUA é diferente de outros países?

Uma das grandes diferenças dessa pandemia é que vivemos num mundo extremamente conectado. Então, estamos em contato direto com os colegas da China, da Itália, da França. Seguimos os mesmos protocolos.

Mas a questão da testagem em massa foi muito diferente?

Sim, a testagem mais ampla levou um tempo para começar nos EUA. Os asiáticos conseguiram adiantar e fazer isso de forma mais agressiva. Acho que com a testagem mais ampla teremos uma noção melhor da quantidade de pessoas infectadas e do impacto da epidemia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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EUA: ?a 1ª crise vivenciada pela nossa geração?


29/03/2020 | 09:00


O intensivista brasileiro Ivan da Silva trabalha há três anos na UTI do Centro Médico da Rush University, em Chicago, que está recebendo pacientes do novo coronavírus. Ele também estava trabalhando nos EUA em 2009, por ocasião da epidemia de H1N1.

Qual é a situação hoje e como ela se compara à do H1N1?

Os pacientes começaram a chegar há três semanas, mas agora disparou. Acho que é a primeira crise desse tamanho vivenciada pela nossa geração. Eu estava aqui nos EUA em 2009, mas não chegou perto disso. Porque a covid-19 é menos letal e complicada de forma geral, mas o grande problema é o número elevado de pacientes chegando ao hospital ao mesmo tempo. Estamos convertendo vários lugares em UTI para receber pacientes. É um pesadelo logístico.

O tratamento nos EUA é diferente de outros países?

Uma das grandes diferenças dessa pandemia é que vivemos num mundo extremamente conectado. Então, estamos em contato direto com os colegas da China, da Itália, da França. Seguimos os mesmos protocolos.

Mas a questão da testagem em massa foi muito diferente?

Sim, a testagem mais ampla levou um tempo para começar nos EUA. Os asiáticos conseguiram adiantar e fazer isso de forma mais agressiva. Acho que com a testagem mais ampla teremos uma noção melhor da quantidade de pessoas infectadas e do impacto da epidemia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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