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Associação Nacional de jornais repudia Mandetta por criticar trabalho da imprensa



28/03/2020 | 21:47


A Associação Nacional de Jornais (ANJ) lamentou, em carta direcionada ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, as críticas feitas por ele sobre o trabalho da imprensa brasileira durante a cobertura da epidemia. Mandetta afirmou que os "meios de comunicação são sórdidos" e que só buscam notícias ruins para vender jornal.

"Como presidente da ANJ, venho lamentar a injusta e equivocada referência aos jornais brasileiros expressa na sua entrevista deste sábado. Jornais, como médicos, não são imunes a erros. Mas, assim como os médicos, não vivemos de equívocos nem de notícias ruins, como vossa excelência mencionou em sua fala, que desconsiderou a dedicação de toda a imprensa em levar orientações e informações corretas, combatendo as desinformações, muitas vezes em cooperação estreita com o Ministério da Saúde", afirmou Marcelo Rech.

Na mesma carta, Rech ressaltou que a imprensa, assim como a medicina, se coloca ainda mais na linha de frente para colaborar com os esforços individuais e coletivos.



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Associação Nacional de jornais repudia Mandetta por criticar trabalho da imprensa


28/03/2020 | 21:47


A Associação Nacional de Jornais (ANJ) lamentou, em carta direcionada ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, as críticas feitas por ele sobre o trabalho da imprensa brasileira durante a cobertura da epidemia. Mandetta afirmou que os "meios de comunicação são sórdidos" e que só buscam notícias ruins para vender jornal.

"Como presidente da ANJ, venho lamentar a injusta e equivocada referência aos jornais brasileiros expressa na sua entrevista deste sábado. Jornais, como médicos, não são imunes a erros. Mas, assim como os médicos, não vivemos de equívocos nem de notícias ruins, como vossa excelência mencionou em sua fala, que desconsiderou a dedicação de toda a imprensa em levar orientações e informações corretas, combatendo as desinformações, muitas vezes em cooperação estreita com o Ministério da Saúde", afirmou Marcelo Rech.

Na mesma carta, Rech ressaltou que a imprensa, assim como a medicina, se coloca ainda mais na linha de frente para colaborar com os esforços individuais e coletivos.

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