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Chapão dos tucanos movimenta bastidores

Com o fim das coligações proporcionais, a montagem dos partidos tornou-se, mais do que nunca, estratégia essencial


Fabio Martins

28/03/2020 | 00:02


Com o fim das coligações proporcionais, a montagem dos partidos tornou-se, mais do que nunca, estratégia essencial do ponto de vista eleitoral. Em Santo André, assim como tem ocorrido em outras cidades, o grupo político do prefeito, no caso Paulo Serra (PSDB) – embora tenha interrompido temporariamente conversas neste sentido diante do momento delicado de avanço do coronavírus – estuda formação de bloco com forte potencial de votos no tucanato que possa garantir a maior bancada da Câmara a partir de 2021, o que, de acordo com informações de bastidores, seria eleger de seis a sete nomes do PSDB – a proposta é assegurar governabilidade na casa. Para isso, além dos atuais parlamentares – são hoje quatro cadeiras, a segunda em representatividade, atrás apenas do PT –, há sondagens para ingresso dos vereadores Jorge Kina (PSB) e Ronaldo de Castro (Republicanos), além dos ex-parlamentares Marcos Pinchiari (PTB) e Evilásio Santana (DEM), o Bahia. O quadro ainda não está sacramentado. As figuras envolvidas nessa corrida fazem contas e apostam fichas.

Saída anunciada
Diante da votação obtida na última eleição municipal, Dra Ana Veterinária, como ficou conhecida nas urnas, assinou na terça-feira sua desfiliação do PV de Santo André. Desde então, a atual diretora de Proteção Animal da Prefeitura de Santo André vem sendo procurada com mais intensidade por outras legendas, como PSDB, DEM, PSD e PTB, com vistas a cumprir o prazo da janela partidária. Na corrida de 2016 por vaga na Câmara, ela registrou 2.930 votos e foi a mais votada da coligação, fechada com PV e Rede. O bloco, contudo, não atingiu o mínimo para conquistar uma cadeira legislativa – foram 15.327 sufrágios. Certo é que existe acordo para ela ficar no arco de alianças do prefeito Paulo Serra (PSDB).

Dissídio
Pouco antes de ter o diagnóstico positivo para Covid-19, o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), anunciou em live nas redes sociais reposição salarial para os servidores da Fundação do ABC. Ele alegou que será possível diante da redução de gastos na educação devido ao período de ‘quarentena’. “Sem politizar, estamos cortando as despesas na Educação, que nesta época (de pandemia) vai cair, porque não está tendo aula. Então, vamos autorizar a partir do mês de abril reposição de um dissídio que não foi pago (no passado) e não é política, é fato. Se o pessoal desafiar, eu mostro.” O tucano cita, na sequência da fala, que em 2016 ficou pendência de 9%. Ele alega que irá repor 5% daquele exercício e mais 5,6% do dissídio atual.

Auxílios
O prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), anunciou que antecipou de segunda-feira para ontem o pagamento dos auxílios alimentação (R$ 325) e refeição (R$ 186,12) para os cerca de 7.000 servidores municipais. Foi a primeira medida financeira envolvendo o funcionalismo público da cidade em meio às ações de combate ao novo coronavírus. Anteontem, o Diário mostrou que o chefe do Executivo de Santo André, Paulo Serra (PSDB), decidiu antecipar o pagamento da primeira parcela do 13º salário para segunda-feira, procedimento também seguido pela Câmara andreense.

Direito de resposta
Em cumprimento a decisão judicial, informamos que não foram confirmadas as informações noticiadas nesta coluna nos dias 3/03/2018 e 6/03/2018, segundo as quais teria ocorrido episódio de violência supostamente envolvendo o secretário municipal de Cultura de Diadema, Eduardo da Silva de Minas, ocorrido no Paço Municipal no último dia 26/02/2018. Após a apresentação de esclarecimento comprovou-se que o secretário Eduardo Minas, não estava realmente, no Paço de Diadema no dia e local apontados, já que se encontrava, naquele momento, representando a Prefeitura em evento público realizado na sede da Associação Amigos do Jardim Sapopema, naquela mesma localidade. Assim, os fatos, conforme noticiamos naquelas oportunidades por este jornal, não ocorreram.
 



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Chapão dos tucanos movimenta bastidores

Com o fim das coligações proporcionais, a montagem dos partidos tornou-se, mais do que nunca, estratégia essencial

Fabio Martins

28/03/2020 | 00:02


Com o fim das coligações proporcionais, a montagem dos partidos tornou-se, mais do que nunca, estratégia essencial do ponto de vista eleitoral. Em Santo André, assim como tem ocorrido em outras cidades, o grupo político do prefeito, no caso Paulo Serra (PSDB) – embora tenha interrompido temporariamente conversas neste sentido diante do momento delicado de avanço do coronavírus – estuda formação de bloco com forte potencial de votos no tucanato que possa garantir a maior bancada da Câmara a partir de 2021, o que, de acordo com informações de bastidores, seria eleger de seis a sete nomes do PSDB – a proposta é assegurar governabilidade na casa. Para isso, além dos atuais parlamentares – são hoje quatro cadeiras, a segunda em representatividade, atrás apenas do PT –, há sondagens para ingresso dos vereadores Jorge Kina (PSB) e Ronaldo de Castro (Republicanos), além dos ex-parlamentares Marcos Pinchiari (PTB) e Evilásio Santana (DEM), o Bahia. O quadro ainda não está sacramentado. As figuras envolvidas nessa corrida fazem contas e apostam fichas.

Saída anunciada
Diante da votação obtida na última eleição municipal, Dra Ana Veterinária, como ficou conhecida nas urnas, assinou na terça-feira sua desfiliação do PV de Santo André. Desde então, a atual diretora de Proteção Animal da Prefeitura de Santo André vem sendo procurada com mais intensidade por outras legendas, como PSDB, DEM, PSD e PTB, com vistas a cumprir o prazo da janela partidária. Na corrida de 2016 por vaga na Câmara, ela registrou 2.930 votos e foi a mais votada da coligação, fechada com PV e Rede. O bloco, contudo, não atingiu o mínimo para conquistar uma cadeira legislativa – foram 15.327 sufrágios. Certo é que existe acordo para ela ficar no arco de alianças do prefeito Paulo Serra (PSDB).

Dissídio
Pouco antes de ter o diagnóstico positivo para Covid-19, o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), anunciou em live nas redes sociais reposição salarial para os servidores da Fundação do ABC. Ele alegou que será possível diante da redução de gastos na educação devido ao período de ‘quarentena’. “Sem politizar, estamos cortando as despesas na Educação, que nesta época (de pandemia) vai cair, porque não está tendo aula. Então, vamos autorizar a partir do mês de abril reposição de um dissídio que não foi pago (no passado) e não é política, é fato. Se o pessoal desafiar, eu mostro.” O tucano cita, na sequência da fala, que em 2016 ficou pendência de 9%. Ele alega que irá repor 5% daquele exercício e mais 5,6% do dissídio atual.

Auxílios
O prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), anunciou que antecipou de segunda-feira para ontem o pagamento dos auxílios alimentação (R$ 325) e refeição (R$ 186,12) para os cerca de 7.000 servidores municipais. Foi a primeira medida financeira envolvendo o funcionalismo público da cidade em meio às ações de combate ao novo coronavírus. Anteontem, o Diário mostrou que o chefe do Executivo de Santo André, Paulo Serra (PSDB), decidiu antecipar o pagamento da primeira parcela do 13º salário para segunda-feira, procedimento também seguido pela Câmara andreense.

Direito de resposta
Em cumprimento a decisão judicial, informamos que não foram confirmadas as informações noticiadas nesta coluna nos dias 3/03/2018 e 6/03/2018, segundo as quais teria ocorrido episódio de violência supostamente envolvendo o secretário municipal de Cultura de Diadema, Eduardo da Silva de Minas, ocorrido no Paço Municipal no último dia 26/02/2018. Após a apresentação de esclarecimento comprovou-se que o secretário Eduardo Minas, não estava realmente, no Paço de Diadema no dia e local apontados, já que se encontrava, naquele momento, representando a Prefeitura em evento público realizado na sede da Associação Amigos do Jardim Sapopema, naquela mesma localidade. Assim, os fatos, conforme noticiamos naquelas oportunidades por este jornal, não ocorreram.
 

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