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“Não tenho medo de bolsominions
nem do Bolsonaro", diz Doria

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Governador diz ter recebido ameaças de morte e que caso está em investigação durante anúncio de repasse para hospitais de campanha na Capital


Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

27/03/2020 | 16:12


O governador de São Paulo João Doria (PSDB) acaba de fazer vistoria no Hospital Municipal de Campanha do Pacaembu junto com o prefeito da cidade Bruno Covas (PSDB). Em coletiva de imprensa, em que anunciou o repasse de R$ 50 milhões para Capital para investimento nestas unidades especiais de saúde e insumos, declarou ter recebido desde a noite de ontem dezenas de xingamentos e ameaças por aplicativos de mensagem e celular.

“Uma ação de robôs orquestrados certamente do dito ‘gabinete do ódio’ em Brasília, que nos últimos meses só tem conflagrado conflitos. Depois das 22h30 de ontem teve uma intensificação de agressão, de constrangimento e, a partir daí, ameaças de invasões da minha casa. Chamei a polícia, registrei boletim de ocorrência e pedi investigação. Quero falar para bolsoranristas, ameaçadores, agressores que eu não tenho medo de cara feia. Não tenho medo de bolsominions, de 01, de 02, de Bolsonaro”, disse, exaltado.

O hospital de campanha do Pacaembu, em específico, será inaugurado quarta-feira (1) e tem capacidade de atender 200 pessoas. Ao todo o governo de São Paulo fará o repasse de R$ 309 milhões para os 645 municípios do Estado para investir no combate ao vírus. “Queremos trabalhar para salvar vidas e sim, com saúde, temos condições de voltar ao trabalho”, ressaltou o governador.

O secretário de Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, disse que o número de leitos de UTI da cidade, com a entrega dos hospitais de campanha, subirá de 507 para 1.232. “Precisávamos ter uma estrutura de retaguarda onde para onde viessem os doentes de coronavírus, as pessoas que estavam contaminadas, mas não estavam agravadas para ocupar um leito. A ideia é tratá-los e recuperá-los para irem a suas casas”, diz o secretário. Foi ressaltada na coletiva a importância de ficar em casa, ação que tem achatado a curva de casos do vírus.

No Brasil foram confirmados 2.915 casos. Em São Paulo são 1.223 - ontem eram 1.052. Houve um crescimento de 14%.
 



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“Não tenho medo de bolsominions
nem do Bolsonaro", diz Doria

Governador diz ter recebido ameaças de morte e que caso está em investigação durante anúncio de repasse para hospitais de campanha na Capital

Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

27/03/2020 | 16:12


O governador de São Paulo João Doria (PSDB) acaba de fazer vistoria no Hospital Municipal de Campanha do Pacaembu junto com o prefeito da cidade Bruno Covas (PSDB). Em coletiva de imprensa, em que anunciou o repasse de R$ 50 milhões para Capital para investimento nestas unidades especiais de saúde e insumos, declarou ter recebido desde a noite de ontem dezenas de xingamentos e ameaças por aplicativos de mensagem e celular.

“Uma ação de robôs orquestrados certamente do dito ‘gabinete do ódio’ em Brasília, que nos últimos meses só tem conflagrado conflitos. Depois das 22h30 de ontem teve uma intensificação de agressão, de constrangimento e, a partir daí, ameaças de invasões da minha casa. Chamei a polícia, registrei boletim de ocorrência e pedi investigação. Quero falar para bolsoranristas, ameaçadores, agressores que eu não tenho medo de cara feia. Não tenho medo de bolsominions, de 01, de 02, de Bolsonaro”, disse, exaltado.

O hospital de campanha do Pacaembu, em específico, será inaugurado quarta-feira (1) e tem capacidade de atender 200 pessoas. Ao todo o governo de São Paulo fará o repasse de R$ 309 milhões para os 645 municípios do Estado para investir no combate ao vírus. “Queremos trabalhar para salvar vidas e sim, com saúde, temos condições de voltar ao trabalho”, ressaltou o governador.

O secretário de Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, disse que o número de leitos de UTI da cidade, com a entrega dos hospitais de campanha, subirá de 507 para 1.232. “Precisávamos ter uma estrutura de retaguarda onde para onde viessem os doentes de coronavírus, as pessoas que estavam contaminadas, mas não estavam agravadas para ocupar um leito. A ideia é tratá-los e recuperá-los para irem a suas casas”, diz o secretário. Foi ressaltada na coletiva a importância de ficar em casa, ação que tem achatado a curva de casos do vírus.

No Brasil foram confirmados 2.915 casos. Em São Paulo são 1.223 - ontem eram 1.052. Houve um crescimento de 14%.
 

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