Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 1 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Setecidades

setecidades@dgabc.com.br | 4435-8319

Prefeitura de Diadema fiscaliza fechamento
de lojas em seis centros comerciais

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Equipes estão orientando os estabelecimentos que não oferecem serviços essenciais a interromper o funcionamento


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

23/03/2020 | 11:24


Desde as 9 horas da manhã dessa segunda-feira (23), seis equipes da Prefeitura de Diadema estão percorrendo os principais centros comercias para garantir que os serviços não essenciais não funcionem. Funcionários dos departamentos de defesa civil, trânsito, fiscalização, guardas civis municipais, com o apoio da Polícia Militar, estão no Centro e e nos pontos de maior concentração de comércio dos bairros Serraria, Piraporinha, Marilene, Campanário e Navegantes/Eldorado.

O secretário de Defesa Social da cidade, Paulo Alexandre Fagundes, integra a equipe que percorre o Centro e explicou que a princípio, os proprietários serão apenas orientados e conscientizados. "Encontramos apenas uma loja de roupas aberta, mas explicamos, entregamos o texto do decreto e eles compreenderam rapidamente", relatou. Por se tratar de um decreto municipal, os estabelecimentos que permanecerem abertos e não estiverem liberados para tal estão sujeitos à sanções administrativas, cíveis e criminais. "Não é nosso objetivo. Queremos apenas preservar a saúde da população". completou Fagundes.

Ainda hoje, nos períodos da tarde e da noite, as equipes vão percorrer as áreas mais periféricas para conversar com os pequenos comerciantes. "Aquele bar onde as pessoas se reúnem, todo mundo tem que colaborar", citou o secretário. Desde o final de semana, qualquer concentração de pessoas está sendo orientada a ser desfeita. "Vamos evitar aglomerações", concluiu Fagundes.

Na Praça Castelo Branco, apesar do comércio fechado, o ponto de táxis reunia quatro taxistas. Raimundo Braga, 60 anos, apesar de integrar grupo de risco para a doença, estava à espera de um passageiro. O movimento, segundo ele, caiu pelo menos 80% nos últimos dias. "Não tenho outra opção. É ficar aqui esperar por R$15, R$20", afirmou. "Nesse momento, a gente espera por alguma ajuda do governo, mas já deu para perceber que não vamos ter", lamentou.

A fiscal de loja Luciana Marcelino, 46, acabava de ser liberada para retornar para casa. "Fizemos uma reunião e estamos todos dispensados por 15 dias. Agora é ficar em casa e esperar o pior passar", relatou.

Atendente de uma lanchonete na Rua Izaurino Lopes da Silva, no Centro, Daniel Gomes, 20, relatou que o movimento caiu ao menos 60%. O buffet onde ser servido almoço por quilo está fechado, mas as entregas seguem por meio de aplicativos. "Tem tido boa saída e isso ajuda", afirmou.
O decreto que determinou o fechamento de comércios não essenciais, parques, escolas, áreas comunitárias de lazer públicas ou privadas, shoppings, bancas de jornais, galerias e similares, entre outros, tem validade de 15 dias e pode ser conferido no site da Prefeitura de Diadema: www.diadema.sp.gov.br 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Prefeitura de Diadema fiscaliza fechamento
de lojas em seis centros comerciais

Equipes estão orientando os estabelecimentos que não oferecem serviços essenciais a interromper o funcionamento

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

23/03/2020 | 11:24


Desde as 9 horas da manhã dessa segunda-feira (23), seis equipes da Prefeitura de Diadema estão percorrendo os principais centros comercias para garantir que os serviços não essenciais não funcionem. Funcionários dos departamentos de defesa civil, trânsito, fiscalização, guardas civis municipais, com o apoio da Polícia Militar, estão no Centro e e nos pontos de maior concentração de comércio dos bairros Serraria, Piraporinha, Marilene, Campanário e Navegantes/Eldorado.

O secretário de Defesa Social da cidade, Paulo Alexandre Fagundes, integra a equipe que percorre o Centro e explicou que a princípio, os proprietários serão apenas orientados e conscientizados. "Encontramos apenas uma loja de roupas aberta, mas explicamos, entregamos o texto do decreto e eles compreenderam rapidamente", relatou. Por se tratar de um decreto municipal, os estabelecimentos que permanecerem abertos e não estiverem liberados para tal estão sujeitos à sanções administrativas, cíveis e criminais. "Não é nosso objetivo. Queremos apenas preservar a saúde da população". completou Fagundes.

Ainda hoje, nos períodos da tarde e da noite, as equipes vão percorrer as áreas mais periféricas para conversar com os pequenos comerciantes. "Aquele bar onde as pessoas se reúnem, todo mundo tem que colaborar", citou o secretário. Desde o final de semana, qualquer concentração de pessoas está sendo orientada a ser desfeita. "Vamos evitar aglomerações", concluiu Fagundes.

Na Praça Castelo Branco, apesar do comércio fechado, o ponto de táxis reunia quatro taxistas. Raimundo Braga, 60 anos, apesar de integrar grupo de risco para a doença, estava à espera de um passageiro. O movimento, segundo ele, caiu pelo menos 80% nos últimos dias. "Não tenho outra opção. É ficar aqui esperar por R$15, R$20", afirmou. "Nesse momento, a gente espera por alguma ajuda do governo, mas já deu para perceber que não vamos ter", lamentou.

A fiscal de loja Luciana Marcelino, 46, acabava de ser liberada para retornar para casa. "Fizemos uma reunião e estamos todos dispensados por 15 dias. Agora é ficar em casa e esperar o pior passar", relatou.

Atendente de uma lanchonete na Rua Izaurino Lopes da Silva, no Centro, Daniel Gomes, 20, relatou que o movimento caiu ao menos 60%. O buffet onde ser servido almoço por quilo está fechado, mas as entregas seguem por meio de aplicativos. "Tem tido boa saída e isso ajuda", afirmou.
O decreto que determinou o fechamento de comércios não essenciais, parques, escolas, áreas comunitárias de lazer públicas ou privadas, shoppings, bancas de jornais, galerias e similares, entre outros, tem validade de 15 dias e pode ser conferido no site da Prefeitura de Diadema: www.diadema.sp.gov.br 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;