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População se une para enfrentamento à quarentena

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Grupo no Facebook reúne dicas para geração de renda e ajuda mútua; psicóloga oferece atendimento gratuito pela internet


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

27/03/2020 | 00:00


O Brasil vive situação inédita com a necessidade de quarentena imposta pelo avanço do novo coronavírus. Com a necessidade de se isolar em casa cada vez mais urgente, as pessoas buscam formas de se ajudar e de se apoiar para atravessar este período de dificuldade.

Integrante do Instituto GAS, que auxilia pessoas em situação de rua, Leandro Giometti, 41 anos, criou, no início desta semana, grupo no Facebook para conectar quem precisa de ajuda com quem possa oferecer algum tipo de auxílio.

“O grupo é para usuários que precisam de ideias e que não sabem o que fazer. Que perderam o emprego e não sabem para onde correr. Coisas que podemos, juntos, ajudar, pelo menos, a pensar”, relatou Giometti, que é morador da Zona Norte de São Paulo.

O principal objetivo da comunidade virtual é unir, em um mesmo lugar, várias iniciativas que possam auxiliar na geração de renda e também na solução dos problemas e dúvidas que não param de surgir. “Acho que o momento agora é o de ajudar. Já sabemos como a doença age e o que precisamos fazer para evitá-la, então precisamos nos ajustar à nossa realidade, que é mais complicada do que em outros países”, pontuou.

O grupo já reúne postagens de pessoas oferecendo seus serviços, mostrando o que fazem e dicas de como ajudar. Estão sendo disponibilizados sites e planilhas para quem tem um negócio fazer o cadastro. “A ideia é estabelecer rede de solidariedade”, finalizou. O grupo se chama Emprego e Ideias para Superar a Crise e pode ser encontrado por busca na rede social.

Quem também está empenhada em ajudar ao próximo nesse momento é a psicóloga Liliam Ferrarezi, 44, que mora em Madri há um mês. A profissional já desenvolve suas atividades de forma remota, atendendo os pacientes brasileiros que já tinha aqui antes de se mudar com o marido e os dois filhos para a Espanha.

Há quase uma semana, todos estão isolados em casa e as saídas são permitidas apenas para comprar comida e outras atividades essenciais. “Li muito sobre pessoas que estão entrando em estados graves de depressão por conta do confinamento e pensei que, como estou em uma situação muito privilegiada, poderia auxiliar de alguma forma”, explicou.

“Claro que a gente se preocupa com a doença, mas o que tem mais tirado o nosso sono, do meu marido e meu, é pensar nos nossos parentes e amigos no Brasil e nas situações política e financeira do País”, pontuou. Liliam está disponível para atender qualquer pessoa que fale português, por meio da internet, sem custo. O contato com a profissional pode ser feito pelo e-mail clinicaviva2020@gmail.com.

O Brasil vive situação inédita com a necessidade de quarentena imposta pelo avanço do novo coronavírus. Com a necessidade de se isolar em casa cada vez mais urgente, as pessoas buscam formas de se ajudar e de se apoiar para atravessar este período de dificuldade.

Integrante do Instituto GAS, que auxilia pessoas em situação de rua, Leandro Giometti, 41 anos, criou, no início desta semana grupo no Facebook para conectar quem precisa de ajuda com quem possa oferecer algum tipo de auxílio. 

“O grupo é para usuários que precisam de ideias e que não sabem o que fazer. Que perderam o emprego e não sabem para onde correr. Coisas que podemos, juntos, ajudar, pelo menos, a pensar”, relatou Giometti, que é morador da Zona Norte de São Paulo. 

O principal objetivo da comunidade virtual é unir, em um mesmo lugar, várias iniciativas que possam auxiliar na geração de renda e também na solução dos problemas e dúvidas que não param de surgir. “Acho que o momento agora é o de ajudar. Já sabemos como a doença age e o que precisamos fazer para evitá-la, então precisamos nos ajustar à nossa realidade que é mais complicada do que em outros países”, pontuou. 

O grupo já reúne postagens de pessoas oferecendo seus serviços, mostrando o que fazem e dicas de como ajudar. Estão sendo disponibilizados sites e planilhas para quem tem um negócio fazer o cadastro. “A ideia é estabelecer rede de solidariedade”, finalizou. O grupo se chama ‘Emprego e ideias para superar a crise’ e pode ser encontrado por busca na rede social.

Quem também está empenhada em ajudar ao próximo nesse momento é a psicóloga Liliam Ferrarezi, 44, que mora em Madri há um mês. A profissional já desenvolve suas atividades de forma remota, atendendo os pacientes brasileiros que já tinha aqui antes de se mudar com o marido e os dois filhos para a Espanha. 

Há quase uma semana, todos estão isolados em casa e as saídas são permitidas apenas para comprar comida e outras atividades essenciais. “Li muito sobre pessoas que estão entrando em estados graves de depressão por conta do confinamento e pensei que como estou em uma situação muito privilegiada, poderia auxiliar de alguma forma”, explicou. 

“Claro que a gente se preocupa com a doença, mas o que tem mais tirado o nosso sono, do meu marido e meu, é pensar nos nossos parentes e amigos no Brasil e nas situações política e financeira do País”, pontuou. Liliam está disponível para atender qualquer pessoa que fale português, por meio da internet, sem custo. O contato com a profissional pode ser feito pelo e-mail clinicaviva2020@gmail.com.



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