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Comunicação ágil e transparente


Do Diário do Grande ABC

18/03/2020 | 23:59


A configuração da comunicação no segmento público no Brasil passou por diversas transformações ao longo do tempo, que, certamente, foram desafiadoras para gestores públicos em seus respectivos períodos. Entretanto, o advento das redes sociais é fator ainda mais complexo quando convivemos com a grave crise mundial do coronavírus. Digo isso porque estamos falando de vidas humanas em risco e da necessidade da mudança de hábito dos brasileiros, como a importância da correta higienização das mãos, além, é claro, de ser fundamental o respeito às orientações das autoridades públicas e a busca por informações verdadeiras a respeito do tema dentro da ampla quantidade de mensagens, postagens e notícias que nos impactam a cada minuto.

São Paulo dá exemplo ao País no tocante à crise pandêmica do coronavírus, com agilidade, transparência e precisão nas informações. Neste contexto, São Caetano, sob liderança do prefeito e médico José Auricchio Júnior, segue à risca boas práticas do governo paulista e, com pioneirismo, incrementa ações para evitar propagação do vírus entre os 160 mil moradores, ainda mais quando a longevidade por aqui atinge os maiores indicadores, e é justamente nessa faixa populacional que o novo coronavírus chega ao maior percentual de letalidade. À frente da gestão da comunicação pública, avalio que este período em que vivemos é, de fato, um dos mais complexos no sentido de eficiência de informação. Nesses poucos dias em que a doença chegou ao País, São Caetano já sofreu com diversas fake news. A mais grave a de que serviço de telemedicina da cidade estava apto a ser acionado para coleta de exames em suspeitos de coronavírus. De um lado, malfeitores. De outro, população apreensiva e sedenta por notícias: cenário propício para propagação das fake news.

Para tanto, foi necessário esforço de toda equipe de governo para garantir que a fake news fosse combatida com promoção de comunicação eficiente do fato, desmentindo qualquer possibilidade ora propagada pelas redes, onde oportunistas objetivaram gerar caos e prejudicar serviço de saúde extremamente bem avaliado pela população. Estamos falando de guerra de informação descomedida, que envolve o tripé vida humana, política de saúde pública e técnicas de comunicação para promover boa e correta informação. Por isso, após medidas preventivas anunciadas pela Prefeitura, como suspensão de aulas e eventos esportivos e culturais, a decisão é a de imprimir o maior grau de transparência possível, com boletins diários da situação do coronavírus no município nas redes sociais, e prioridade de informação aos veículos de comunicação. E não esqueça: na dúvida, procure canais oficiais dos governos.


Fernando Scarmelloti é jornalista e subsecretário de Comunicação de São Caetano.


PALAVRA DO LEITOR

Museu
Gostei da reportagem informando que o Museu da Língua Portuguesa, na Estação Luz, na Capital, deve ser reaberto em junho (Cultura&Lazer, dia 15). Mas mesmo antes de terminar as obras de acabamento da reforma, que tiveram início logo depois do incêndio, em 21 de junho de 2015, o museu passou a receber visitas semanais de alunos de três escolas das proximidades para ir se acostumando com a programação, que terá muitas novidades. Haverá café no último andar, de onde se avista a Pinacoteca, o Parque da Luz e a Cracolândia. O acesso também poderá ser feito direto da Estação Luz, o que facilitará a visita dos passageiros de trens. Logo após a reinauguração pretendo fazer visita ao museu. Antigamente, sempre que necessitava ir a São Paulo, na ida ou na volta, passava nesse museu para apreciar exposições e novidades.
Hildebrando Pafundi
São Caetano

Coronavírus
Diante da pandemia instaurada no mundo todo, e o Brasil entrando em estado de calamidade pública, vale a pena repensarmos hábitos, coisas simples, como tirar o sapato logo à porta e lavar as mãos adequadamente. Se possível, tomar mesmo é um banho e trocar de roupas, deixar a casa limpa e bem ventilada, comer comida de verdade e forte. E, já que está sendo dito que é melhor não tomarmos anti-inflamatórios, caso a garganta comece a raspar escove bem a língua e faça gargarejo de água morna com sal e vinagre. Para mim funciona bem. Quem tem idosos em casa, melhor polpá-los de beijos e abraços. Assim, os protegemos. Podendo, tome vitaminas, especialmente D e C. Deus abençoe Mauá! Deus abençoe o mundo todo!
Rosângela Caris
Mauá

Picuinhas
Assinante deste Diário desde sempre, tenho como favorita esta coluna Palavra do Leitor. Notei que, logo após a eleição, cerca de 30% dos missivistas atacavam o presidente Bolsonaro quase que diariamente. São os ‘petralhas e mortadelas, também conhecidos como ‘viúvas e viúvos de Lula’. Buscam picuinhas sem a mínima importância para criticá-lo. Ignoram totalmente os 16 anos de governo petista e o caos deixado. Isso sempre me intrigou. Por que pessoas não conseguem ver a realidade? Aí, na semana passada, descobri, nesta coluna, algo que me havia passado despercebido. Um missivista chamou minha atenção ao comentar que esses ‘viúvos’ são sempre os mesmos. Provavelmente pessoas que perderam alguma vantagem com o novo governo. O bom é que eles são estéreis, e não procriam.
Donaldo Dagnone
Santo André

Inimputável
Quando Reale Júnior pediu exame de sanidade mental a Bolsonaro (Política, dia 17), achei a declaração meio forte. Mas, ontem, em pronunciamento do presidente, acho que passou da hora do exame. Chega de Bolsonaro!
Juvenal Avelino Suzélido
Jundiaí (SP)

Pandemia e desrespeito
Apesar do caos por esta pandemia instalada no mundo, no Brasil é sempre pior. Além das condições de higiene, que são precárias, temos aproveitadores da situação. O cidadão não encontra álcool gel nem máscaras para comprar. Mais grave ainda é ver pessoas vendendo álcool gel fabricado clandestinamente sem nenhuma fiscalização ou punição. O Ministério da Saúde deveria saber que nas farmácias não existe álcool gel para quem entra no recinto. São medidas caseiras importantes que toda empresa deveria adotar. Mas se nem as farmácias dão o exemplo, de quem é a culpa? Por que não há punição a essa falta de respeito com a disseminação do vírus, começando pelas farmácias, onde o risco é sempre maior? Prender as pessoas dentro de casa somente não vai adiantar. São necessários cuidado e respeito com quem precisa circular para trabalhar.
Izabel Avallone
Capital 



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Comunicação ágil e transparente

Do Diário do Grande ABC

18/03/2020 | 23:59


A configuração da comunicação no segmento público no Brasil passou por diversas transformações ao longo do tempo, que, certamente, foram desafiadoras para gestores públicos em seus respectivos períodos. Entretanto, o advento das redes sociais é fator ainda mais complexo quando convivemos com a grave crise mundial do coronavírus. Digo isso porque estamos falando de vidas humanas em risco e da necessidade da mudança de hábito dos brasileiros, como a importância da correta higienização das mãos, além, é claro, de ser fundamental o respeito às orientações das autoridades públicas e a busca por informações verdadeiras a respeito do tema dentro da ampla quantidade de mensagens, postagens e notícias que nos impactam a cada minuto.

São Paulo dá exemplo ao País no tocante à crise pandêmica do coronavírus, com agilidade, transparência e precisão nas informações. Neste contexto, São Caetano, sob liderança do prefeito e médico José Auricchio Júnior, segue à risca boas práticas do governo paulista e, com pioneirismo, incrementa ações para evitar propagação do vírus entre os 160 mil moradores, ainda mais quando a longevidade por aqui atinge os maiores indicadores, e é justamente nessa faixa populacional que o novo coronavírus chega ao maior percentual de letalidade. À frente da gestão da comunicação pública, avalio que este período em que vivemos é, de fato, um dos mais complexos no sentido de eficiência de informação. Nesses poucos dias em que a doença chegou ao País, São Caetano já sofreu com diversas fake news. A mais grave a de que serviço de telemedicina da cidade estava apto a ser acionado para coleta de exames em suspeitos de coronavírus. De um lado, malfeitores. De outro, população apreensiva e sedenta por notícias: cenário propício para propagação das fake news.

Para tanto, foi necessário esforço de toda equipe de governo para garantir que a fake news fosse combatida com promoção de comunicação eficiente do fato, desmentindo qualquer possibilidade ora propagada pelas redes, onde oportunistas objetivaram gerar caos e prejudicar serviço de saúde extremamente bem avaliado pela população. Estamos falando de guerra de informação descomedida, que envolve o tripé vida humana, política de saúde pública e técnicas de comunicação para promover boa e correta informação. Por isso, após medidas preventivas anunciadas pela Prefeitura, como suspensão de aulas e eventos esportivos e culturais, a decisão é a de imprimir o maior grau de transparência possível, com boletins diários da situação do coronavírus no município nas redes sociais, e prioridade de informação aos veículos de comunicação. E não esqueça: na dúvida, procure canais oficiais dos governos.


Fernando Scarmelloti é jornalista e subsecretário de Comunicação de São Caetano.


PALAVRA DO LEITOR

Museu
Gostei da reportagem informando que o Museu da Língua Portuguesa, na Estação Luz, na Capital, deve ser reaberto em junho (Cultura&Lazer, dia 15). Mas mesmo antes de terminar as obras de acabamento da reforma, que tiveram início logo depois do incêndio, em 21 de junho de 2015, o museu passou a receber visitas semanais de alunos de três escolas das proximidades para ir se acostumando com a programação, que terá muitas novidades. Haverá café no último andar, de onde se avista a Pinacoteca, o Parque da Luz e a Cracolândia. O acesso também poderá ser feito direto da Estação Luz, o que facilitará a visita dos passageiros de trens. Logo após a reinauguração pretendo fazer visita ao museu. Antigamente, sempre que necessitava ir a São Paulo, na ida ou na volta, passava nesse museu para apreciar exposições e novidades.
Hildebrando Pafundi
São Caetano

Coronavírus
Diante da pandemia instaurada no mundo todo, e o Brasil entrando em estado de calamidade pública, vale a pena repensarmos hábitos, coisas simples, como tirar o sapato logo à porta e lavar as mãos adequadamente. Se possível, tomar mesmo é um banho e trocar de roupas, deixar a casa limpa e bem ventilada, comer comida de verdade e forte. E, já que está sendo dito que é melhor não tomarmos anti-inflamatórios, caso a garganta comece a raspar escove bem a língua e faça gargarejo de água morna com sal e vinagre. Para mim funciona bem. Quem tem idosos em casa, melhor polpá-los de beijos e abraços. Assim, os protegemos. Podendo, tome vitaminas, especialmente D e C. Deus abençoe Mauá! Deus abençoe o mundo todo!
Rosângela Caris
Mauá

Picuinhas
Assinante deste Diário desde sempre, tenho como favorita esta coluna Palavra do Leitor. Notei que, logo após a eleição, cerca de 30% dos missivistas atacavam o presidente Bolsonaro quase que diariamente. São os ‘petralhas e mortadelas, também conhecidos como ‘viúvas e viúvos de Lula’. Buscam picuinhas sem a mínima importância para criticá-lo. Ignoram totalmente os 16 anos de governo petista e o caos deixado. Isso sempre me intrigou. Por que pessoas não conseguem ver a realidade? Aí, na semana passada, descobri, nesta coluna, algo que me havia passado despercebido. Um missivista chamou minha atenção ao comentar que esses ‘viúvos’ são sempre os mesmos. Provavelmente pessoas que perderam alguma vantagem com o novo governo. O bom é que eles são estéreis, e não procriam.
Donaldo Dagnone
Santo André

Inimputável
Quando Reale Júnior pediu exame de sanidade mental a Bolsonaro (Política, dia 17), achei a declaração meio forte. Mas, ontem, em pronunciamento do presidente, acho que passou da hora do exame. Chega de Bolsonaro!
Juvenal Avelino Suzélido
Jundiaí (SP)

Pandemia e desrespeito
Apesar do caos por esta pandemia instalada no mundo, no Brasil é sempre pior. Além das condições de higiene, que são precárias, temos aproveitadores da situação. O cidadão não encontra álcool gel nem máscaras para comprar. Mais grave ainda é ver pessoas vendendo álcool gel fabricado clandestinamente sem nenhuma fiscalização ou punição. O Ministério da Saúde deveria saber que nas farmácias não existe álcool gel para quem entra no recinto. São medidas caseiras importantes que toda empresa deveria adotar. Mas se nem as farmácias dão o exemplo, de quem é a culpa? Por que não há punição a essa falta de respeito com a disseminação do vírus, começando pelas farmácias, onde o risco é sempre maior? Prender as pessoas dentro de casa somente não vai adiantar. São necessários cuidado e respeito com quem precisa circular para trabalhar.
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