Fechar
Publicidade

Segunda-Feira, 25 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Esportes

esportes@dgabc.com.br | 4435-8384

Coronavírus atrapalha sonho de Victoria Bassi

We Nutz/Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Jovem skatista de Ribeirão Pires precisa somar pontos para
ir à Olimpíada, mas eventos correm risco de cancelamento


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

17/03/2020 | 23:14


A pandemia do novo coronavírus vem causando transtornos em todo o mundo, proporcionando os cancelamentos de todos os tipos de eventos que reúnam ou aglomerem pessoas, inclusive aqueles de natureza esportiva. E além dos prejuízos financeiros aos organizadores, estas ações também vêm trazendo preocupação a atletas, como a skatista Victoria Bassi, 12 anos, de Ribeirão Pires. Quarta colocada no ranking brasileiro da modalidade no estilo park, ela – que já integra a Seleção Brasileira – precisa estar entre as três primeiras para se qualificar aos Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão, que serão disputados em julho. Porém, para somar os pontos que possam fazê-la subir na classificação, a jovem precisa participar de campeonatos, estes que estão justamente sob risco de suspensão ou adiamento em razão da doença.

As etapas de Pequim e Las Vegas da Street League, e o Aberto do Peru, em Lima, por exemplo, importantes para decidir os classificados à Olimpíada, foram canceladas ou suspensos. A pontuação pode ser adquirida até maio. No Brasil, outras competições têm chance de seguir o mesmo caminho, atendendo às orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde) e do Ministério da Saúde. Recentemente, Victoria Bassi foi vice-campeã de etapa do Circuito Nacional, em Santa Catarina, e somou 8.000 pontos – apesar da pouca idade, já há algum tempo ela chega aos campeonatos como favorita. Porém, ainda necessita de mais.

“Se estes eventos forem cancelados e tivermos a Olimpíada, o ranking vai continuar o mesmo. Infelizmente estou em quarto (lugar)”, lamenta Victoria Bassi, que não concorda com a decisão das organizações. “Totalmente contra (o cancelamento), pois acho que todas têm que ter oportunidade de conseguir se classificar”, emenda a atleta, que enxerga a mesma opinião nas demais colegas de modalidade. “Todas querem conseguir se classificar.”

O skate vai integrar pela primeira vez o cronograma olímpico e, apesar de ainda poder ir aos Jogos em outras oportunidades, a ribeirão-pirense admite que sonha em alcançar tal realização ainda nesta edição. “Tenho apenas 12 anos de idade, sei que tenho muitas olimpíadas pela frente e se não for nesta tenho muitas outras. Estou ansiosa, sim, para ir nesta. Mas se não acontecer, nada vai me desanimar ou me impedir de sonhar e chegar à Olimpíada”, salienta.

Victoria Bassi treina em Mauá quase que diariamente e ainda faz aulas de pilates. Para evitar qualquer tipo de risco de contágio do novo coronavírus, ela admite três práticas. “Lavo minhas mãos sempre que posso, uso álcool em gel e evito contatos”, explica. 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Coronavírus atrapalha sonho de Victoria Bassi

Jovem skatista de Ribeirão Pires precisa somar pontos para
ir à Olimpíada, mas eventos correm risco de cancelamento

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

17/03/2020 | 23:14


A pandemia do novo coronavírus vem causando transtornos em todo o mundo, proporcionando os cancelamentos de todos os tipos de eventos que reúnam ou aglomerem pessoas, inclusive aqueles de natureza esportiva. E além dos prejuízos financeiros aos organizadores, estas ações também vêm trazendo preocupação a atletas, como a skatista Victoria Bassi, 12 anos, de Ribeirão Pires. Quarta colocada no ranking brasileiro da modalidade no estilo park, ela – que já integra a Seleção Brasileira – precisa estar entre as três primeiras para se qualificar aos Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão, que serão disputados em julho. Porém, para somar os pontos que possam fazê-la subir na classificação, a jovem precisa participar de campeonatos, estes que estão justamente sob risco de suspensão ou adiamento em razão da doença.

As etapas de Pequim e Las Vegas da Street League, e o Aberto do Peru, em Lima, por exemplo, importantes para decidir os classificados à Olimpíada, foram canceladas ou suspensos. A pontuação pode ser adquirida até maio. No Brasil, outras competições têm chance de seguir o mesmo caminho, atendendo às orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde) e do Ministério da Saúde. Recentemente, Victoria Bassi foi vice-campeã de etapa do Circuito Nacional, em Santa Catarina, e somou 8.000 pontos – apesar da pouca idade, já há algum tempo ela chega aos campeonatos como favorita. Porém, ainda necessita de mais.

“Se estes eventos forem cancelados e tivermos a Olimpíada, o ranking vai continuar o mesmo. Infelizmente estou em quarto (lugar)”, lamenta Victoria Bassi, que não concorda com a decisão das organizações. “Totalmente contra (o cancelamento), pois acho que todas têm que ter oportunidade de conseguir se classificar”, emenda a atleta, que enxerga a mesma opinião nas demais colegas de modalidade. “Todas querem conseguir se classificar.”

O skate vai integrar pela primeira vez o cronograma olímpico e, apesar de ainda poder ir aos Jogos em outras oportunidades, a ribeirão-pirense admite que sonha em alcançar tal realização ainda nesta edição. “Tenho apenas 12 anos de idade, sei que tenho muitas olimpíadas pela frente e se não for nesta tenho muitas outras. Estou ansiosa, sim, para ir nesta. Mas se não acontecer, nada vai me desanimar ou me impedir de sonhar e chegar à Olimpíada”, salienta.

Victoria Bassi treina em Mauá quase que diariamente e ainda faz aulas de pilates. Para evitar qualquer tipo de risco de contágio do novo coronavírus, ela admite três práticas. “Lavo minhas mãos sempre que posso, uso álcool em gel e evito contatos”, explica. 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;