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São Bernardo vem de histórico de malversação de verba, diz Bozzella

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente paulista do PSL, deputado sobe o tom e crava candidatura de Rafael Demarchi na cidade


Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

17/03/2020 | 00:02


Em anúncio sobre as candidaturas majoritárias do PSL no Grande ABC, o presidente estadual da legenda, deputado federal Júnior Bozzella, subiu o tom ao apontar que “São Bernardo vem de histórico de malversação de recurso público”, referindo-se à polarização entre o atual prefeito Orlando Morando (PSDB) e o ex-prefeito Luiz Marinho (PT) – ambos já foram citados em processos de corrução na cidade. “A polarização há de ser quebrada (no município) com discurso forte, por partido sem mancha, de renovação e único de direita, que pode combater velhas práticas.”

Bozzella fez uso da declaração em momento que cravou projeto próprio em São Bernardo. Segundo ele, está concretizado o voo solo do vereador Rafael Demarchi, que já aparece como mandatário da executiva municipal da sigla. O dirigente pontuou que o histórico do parlamentar, de família tradicional na cidade – é sobrinho do ex-prefeito Walter Demarchi –, levou a legenda a adotar essa decisão. “São Bernardo tem histórico negativo, de governos que se sucederam e que vira e mexe apresenta dificuldades com relação à transparência. São bandeiras que temos que levar em consideração.” Rafael tende a fazer ato nos próximos dias.

O presidente paulista assumiu o posto após saída do grupo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) – o filho Eduardo chegou a chefiar o diretório estadual. Em visita ontem à sede do Diário, Bozzella sustentou que o partido já sacramentou quatro nomes na disputa a prefeito na região: além de Rafael Demarchi, o vereador Professor Betinho, em Mauá, o empresário Jhonny Rich, em Diadema, e o ex-prefeito José Teixeira, em Rio Grande da Serra, integram a lista. “São figuras com potencial, currículo, não com ficha corrida. Essas regiões estratégicas para nós, no Estado, como o Grande ABC, são fundamentais para que todo projeto político do PSL possa se tornar mais sólido”, destacou. Os pré-candidatos da sigla marcaram presença ao lado de Bozzella.

O dirigente defendeu que o PSL “é hoje o maior partido de direita” do País, baseando-se no número das bancadas federal e estadual. Lembrou que a deputada e colega de casa Joice Hasselmann está colocada na concorrência pela prefeitura de São Paulo. “Vamos provocar o debate com pautas austeras. Nessas eleições podemos ter discurso mais nacionalizado nas Capitais e outras cidades grandes, a exemplo de São Bernardo, com combate à corrupção, liberdade econômica, mas incluir particularidades municipais. Até porque também seria retrocesso o PT de volta para qualquer administração no País.”

Bozzella garantiu que o PSL apalavrou aos prefeituráveis que eles terão suporte, inclusive financeiro, do fundo partidário, para participar do processo com “toda segurança partidária, jurídica e política”. “Em 2018, fomos o grande catalizador de enfrentamento à corrupção e apoio à Lava Jato. O partido não abdicou disso, quem mudou foram os outros. O PSDB já foi opção contra o PT. Agora, o PSL pode mais uma vez ser divisor de águas. O 17 (de urna) é muito forte.”  



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São Bernardo vem de histórico de malversação de verba, diz Bozzella

Presidente paulista do PSL, deputado sobe o tom e crava candidatura de Rafael Demarchi na cidade

Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

17/03/2020 | 00:02


Em anúncio sobre as candidaturas majoritárias do PSL no Grande ABC, o presidente estadual da legenda, deputado federal Júnior Bozzella, subiu o tom ao apontar que “São Bernardo vem de histórico de malversação de recurso público”, referindo-se à polarização entre o atual prefeito Orlando Morando (PSDB) e o ex-prefeito Luiz Marinho (PT) – ambos já foram citados em processos de corrução na cidade. “A polarização há de ser quebrada (no município) com discurso forte, por partido sem mancha, de renovação e único de direita, que pode combater velhas práticas.”

Bozzella fez uso da declaração em momento que cravou projeto próprio em São Bernardo. Segundo ele, está concretizado o voo solo do vereador Rafael Demarchi, que já aparece como mandatário da executiva municipal da sigla. O dirigente pontuou que o histórico do parlamentar, de família tradicional na cidade – é sobrinho do ex-prefeito Walter Demarchi –, levou a legenda a adotar essa decisão. “São Bernardo tem histórico negativo, de governos que se sucederam e que vira e mexe apresenta dificuldades com relação à transparência. São bandeiras que temos que levar em consideração.” Rafael tende a fazer ato nos próximos dias.

O presidente paulista assumiu o posto após saída do grupo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) – o filho Eduardo chegou a chefiar o diretório estadual. Em visita ontem à sede do Diário, Bozzella sustentou que o partido já sacramentou quatro nomes na disputa a prefeito na região: além de Rafael Demarchi, o vereador Professor Betinho, em Mauá, o empresário Jhonny Rich, em Diadema, e o ex-prefeito José Teixeira, em Rio Grande da Serra, integram a lista. “São figuras com potencial, currículo, não com ficha corrida. Essas regiões estratégicas para nós, no Estado, como o Grande ABC, são fundamentais para que todo projeto político do PSL possa se tornar mais sólido”, destacou. Os pré-candidatos da sigla marcaram presença ao lado de Bozzella.

O dirigente defendeu que o PSL “é hoje o maior partido de direita” do País, baseando-se no número das bancadas federal e estadual. Lembrou que a deputada e colega de casa Joice Hasselmann está colocada na concorrência pela prefeitura de São Paulo. “Vamos provocar o debate com pautas austeras. Nessas eleições podemos ter discurso mais nacionalizado nas Capitais e outras cidades grandes, a exemplo de São Bernardo, com combate à corrupção, liberdade econômica, mas incluir particularidades municipais. Até porque também seria retrocesso o PT de volta para qualquer administração no País.”

Bozzella garantiu que o PSL apalavrou aos prefeituráveis que eles terão suporte, inclusive financeiro, do fundo partidário, para participar do processo com “toda segurança partidária, jurídica e política”. “Em 2018, fomos o grande catalizador de enfrentamento à corrupção e apoio à Lava Jato. O partido não abdicou disso, quem mudou foram os outros. O PSDB já foi opção contra o PT. Agora, o PSL pode mais uma vez ser divisor de águas. O 17 (de urna) é muito forte.”  

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