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Plástico descartável: proibir para mudar


Do Diário do Grande ABC

09/03/2020 | 23:59


Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou na última semana vários deles. Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado.

Desta forma, fica clara a necessidade de diminuir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram data para a proibição, e o Brasil, sendo o quarto País que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.

Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Produtos descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.

É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém, formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.

Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos impulsionar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.

Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que possuam posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.
Andréa Luiza Santos Arantes é engenheira ambiental e sanitarista, consultora nas áreas de gestão de processos, qualidade e meio ambiente, mestre em gestão ambiental e coordenadora de sistema de gestão no Grupo Positivo.

PALAVRA DO LEITOR

Tchau, Guedes!
Com o crescimento vergonhoso do PIB (Produto Interno Bruto), o dólar em alta crescente e a economia brasileira patinando, só nos resta dizer: Paulo Guedes, sua política econômica não deu certo! Pede para sair, arrume sua mesa, pegue seu chapéu e convide toda a imprensa – nacional e internacional – e se desculpe com o povo brasileiro pelo seu fracasso à frente do ministério.
Thiago Scarabelli Sangregorio
São Bernardo

Aviões FAB
Como publicado neste conceituado Diário (Política, dia 7), venho parabenizar o nosso presidente Bolsonaro pelo decreto que endurece as regras para voos nos aviões da FAB (Força Aérea Brasileira). Agora a bola está com o Congresso.
Ailton Lima
São Bernardo

Judiciário
Ler que sem o socorro do Executivo, Judiciário tem que começar a fazer cortes de gastos para cumprir o teto de despesas – regra que limita o crescimento dos gastos públicos à inflação do ano anterior – ‘não tem preço’. Será que agora vão usar melhor o nosso dinheiro, do nossos impostos?
Tânia Tavares
Capital

Diferenças
Dia 2 o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi homenageado em Paris, na França, ao receber o título de cidadão honorário em ‘razão do engajamento na redução das desigualdades sociais e econômicas no Brasil’. Em seu discurso, o petista disse que a democracia brasileira está ‘enfraquecida’. Preocupado com o futuro do nosso País, afirmou que ‘há repetidos ataques ao estado de direito e à Constituição’. Enquanto isso, o atual presidente, que ‘namora’ com o militarismo e com o fascismo, apoia ato contra o Congresso e o STF (Supremo Tribunal Federal).
Osiel Tibério Gualdabem
Rio Grande da Serra

Morto assina?
No site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) era possível ver, até dia 5, que havia dificuldades de Bolsonaro para criar o partido que ele quer, o Aliança pelo Brasil. Dos 20 mil apoios, 6.741 haviam sido considerados aptos, e 14.501, inaptos. E havia 54.322 em análise. Para ser criada, a legenda necessita de 492 mil assinaturas válidas, em no mínimo nove Estados, até dia 4 de abril. Interessante da história é que entre razões para os considerados inaptos há assinaturas de gente morta. Este é nosso presidente! Parabéns, aos eleitores dele, eterno enganador.
Ulisses Noronha
São Caetano

Salto alto
Bastou a imprensa começar a mostrar o Santo André para os jogares começarem a jogar de salto alto. Não bastasse o vexame contra o Goiás (Esportes, dia 5), agora conseguiram perder para o pior time do campeonato (dia 8).
Donizete A. de Souza
Ribeirão Pires

Salve-se!
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirma que ‘governo afasta investidor’ e ‘viraliza ódio’. Ora, com isso o senhor Maia se coloca na posição de vítima perante a mídia e a Nação, já antevendo o mundo desabando sobre sua cabeça quando das manifestações programadas para dia 15 próximo, onde Senado e Supremo Tribunal. Federal irão se transformar em vidraça. Será um salve-se quem puder. Quem viver, verá!
Maria E. Amaral
Capital


Inimigo mora ao lado!
Está mais do que claro que adversários políticos ideológicos do governo não só não têm o mínimo interesse no progresso do País como tramam ferozmente nos bastidores no sentido de boicotar toda e quaisquer iniciativas de avanço econômico-social, sendo que a eles interessa apenas e tão somente a derrocada total do Brasil, seja em que área for, e de preferência que ocorra durante a gestão de Bolsonaro. Até porque, essa seria a única chance de essa gente voltar ao poder em futuro não tão distante.
Gildete Nascimento
Capital

Pavor
Temos que convir que, com o coronavírus, em dezembro a atividade econômica mundial, que já não era boa, arrefeceu ainda mais! E, para agravar o quadro, surge guerra pelo preço do barril do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita. Dos US$ 45, o preço do barril despencou para US$ 31,52. E no pregão das bolsas pelo mundo o preço das ações também derreteu, levando grande pavor aos mercados. Pelas contínuas crises promovidas por Jair Bolsonaro, o quadro, que já não era bom, com essa guerra em torno do petróleo caminhamos para outro crescimento econômico medíocre neste ano. A não ser que o presidente crie juízo e trabalhe. Caso contrário, afunda de vez o Brasil e seu governo.
Paulo Panossian
São Carlos (SP)
 



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Plástico descartável: proibir para mudar

Do Diário do Grande ABC

09/03/2020 | 23:59


Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou na última semana vários deles. Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado.

Desta forma, fica clara a necessidade de diminuir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram data para a proibição, e o Brasil, sendo o quarto País que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.

Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Produtos descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.

É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém, formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.

Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos impulsionar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.

Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que possuam posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.
Andréa Luiza Santos Arantes é engenheira ambiental e sanitarista, consultora nas áreas de gestão de processos, qualidade e meio ambiente, mestre em gestão ambiental e coordenadora de sistema de gestão no Grupo Positivo.

PALAVRA DO LEITOR

Tchau, Guedes!
Com o crescimento vergonhoso do PIB (Produto Interno Bruto), o dólar em alta crescente e a economia brasileira patinando, só nos resta dizer: Paulo Guedes, sua política econômica não deu certo! Pede para sair, arrume sua mesa, pegue seu chapéu e convide toda a imprensa – nacional e internacional – e se desculpe com o povo brasileiro pelo seu fracasso à frente do ministério.
Thiago Scarabelli Sangregorio
São Bernardo

Aviões FAB
Como publicado neste conceituado Diário (Política, dia 7), venho parabenizar o nosso presidente Bolsonaro pelo decreto que endurece as regras para voos nos aviões da FAB (Força Aérea Brasileira). Agora a bola está com o Congresso.
Ailton Lima
São Bernardo

Judiciário
Ler que sem o socorro do Executivo, Judiciário tem que começar a fazer cortes de gastos para cumprir o teto de despesas – regra que limita o crescimento dos gastos públicos à inflação do ano anterior – ‘não tem preço’. Será que agora vão usar melhor o nosso dinheiro, do nossos impostos?
Tânia Tavares
Capital

Diferenças
Dia 2 o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi homenageado em Paris, na França, ao receber o título de cidadão honorário em ‘razão do engajamento na redução das desigualdades sociais e econômicas no Brasil’. Em seu discurso, o petista disse que a democracia brasileira está ‘enfraquecida’. Preocupado com o futuro do nosso País, afirmou que ‘há repetidos ataques ao estado de direito e à Constituição’. Enquanto isso, o atual presidente, que ‘namora’ com o militarismo e com o fascismo, apoia ato contra o Congresso e o STF (Supremo Tribunal Federal).
Osiel Tibério Gualdabem
Rio Grande da Serra

Morto assina?
No site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) era possível ver, até dia 5, que havia dificuldades de Bolsonaro para criar o partido que ele quer, o Aliança pelo Brasil. Dos 20 mil apoios, 6.741 haviam sido considerados aptos, e 14.501, inaptos. E havia 54.322 em análise. Para ser criada, a legenda necessita de 492 mil assinaturas válidas, em no mínimo nove Estados, até dia 4 de abril. Interessante da história é que entre razões para os considerados inaptos há assinaturas de gente morta. Este é nosso presidente! Parabéns, aos eleitores dele, eterno enganador.
Ulisses Noronha
São Caetano

Salto alto
Bastou a imprensa começar a mostrar o Santo André para os jogares começarem a jogar de salto alto. Não bastasse o vexame contra o Goiás (Esportes, dia 5), agora conseguiram perder para o pior time do campeonato (dia 8).
Donizete A. de Souza
Ribeirão Pires

Salve-se!
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirma que ‘governo afasta investidor’ e ‘viraliza ódio’. Ora, com isso o senhor Maia se coloca na posição de vítima perante a mídia e a Nação, já antevendo o mundo desabando sobre sua cabeça quando das manifestações programadas para dia 15 próximo, onde Senado e Supremo Tribunal. Federal irão se transformar em vidraça. Será um salve-se quem puder. Quem viver, verá!
Maria E. Amaral
Capital


Inimigo mora ao lado!
Está mais do que claro que adversários políticos ideológicos do governo não só não têm o mínimo interesse no progresso do País como tramam ferozmente nos bastidores no sentido de boicotar toda e quaisquer iniciativas de avanço econômico-social, sendo que a eles interessa apenas e tão somente a derrocada total do Brasil, seja em que área for, e de preferência que ocorra durante a gestão de Bolsonaro. Até porque, essa seria a única chance de essa gente voltar ao poder em futuro não tão distante.
Gildete Nascimento
Capital

Pavor
Temos que convir que, com o coronavírus, em dezembro a atividade econômica mundial, que já não era boa, arrefeceu ainda mais! E, para agravar o quadro, surge guerra pelo preço do barril do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita. Dos US$ 45, o preço do barril despencou para US$ 31,52. E no pregão das bolsas pelo mundo o preço das ações também derreteu, levando grande pavor aos mercados. Pelas contínuas crises promovidas por Jair Bolsonaro, o quadro, que já não era bom, com essa guerra em torno do petróleo caminhamos para outro crescimento econômico medíocre neste ano. A não ser que o presidente crie juízo e trabalhe. Caso contrário, afunda de vez o Brasil e seu governo.
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