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Por que deveríamos estudar?


Silvia Cristina da Silva Okabayashi
Anderson dos Santos
Thiago Farias

07/03/2020 | 00:04


Há aproximadamente 250 anos estudamos a economia como ciência. Desde então, as relações econômicas se alteraram profundamente. Com a evolução tecnológica, as relações sociais, comerciais e financeiras adquiriram novo significado, altamente complexo. Nos próximos 50 anos notaremos ainda mais avanços, que prometem elevar os padrões atuais a patamares inimagináveis. Para um futuro assim, de grandes avanços tecnológicos e fortes alterações na sociedade, o mundo necessita de mais economistas, em especial países com grande potencial de desenvolvimento como o Brasil.

Economistas desenvolvem capacidade de analisar a sociedade e suas múltiplas relações, influenciando o curso da história humana. Sem dúvida, a economia é mais do que uma ciência, é uma arte. E, como toda boa arte, necessita de artistas que visem ao progresso, à inovação e à transformação.

É difícil definir, em poucas palavras, uma arte. Afinal de contas, arte não se define, se contempla! Mas acreditamos que é um desafio a necessidade de compreendermos melhor nossa sociedade e como é constituída pelas relações econômicas.

Temos notado que a ausência de estudos sobre relações econômicas tem resultado em problemas que já enfrentamos anteriormente e que, portanto, não deveríamos estar nos deparando novamente. Contudo, isso pode estar acontecendo porque a lição não foi aprendida. Teremos que refazer a lição, aprender novamente!

A elucidação dos problemas econômicos fundamentais e a escassez dos recursos de produção precisam acontecer, e de tal forma a promover o crescimento econômico aliado a melhores condições de vida da população.

Também é verdade que estamos vivenciando novas experiências. A longevidade da população é novo desafio para economistas. Como lidar com uma população que envelhece ao longo do tempo?

Arriscamos dizer que talvez seja esta uma das grandes questões a serem discutidas pela humanidade nos próximos anos. O aumento da longevidade traz nova organização das relações socioeconômicas, novos desafios. Como vamos cuidar de nossos idosos? Parece ser simples esta resposta, não?! Mas de longe é simples de solução. Vejam, o ritmo de crescimento da população está caindo, mas ainda em expansão no Brasil.

As pessoas têm tido menos filhos por famílias. Apenas estas informações são variáveis difíceis de ser sanadas. Alguém já pensou que chegará momento em que os filhos estarão tão idosos que se tornarão incapazes de cuidar dos pais? Ou que não haverá renda suficiente, por parte dos filhos, para cuidar dos progenitores? Ou que não haverá residências construídas com especial atenção aos cuidados que devemos ter como nossos idosos? Haverá assistência médica suficiente para tal situação?

São inúmeros os desafios que estão por vir. Aos economistas cabe, com urgência, o estudo dos problemas que surgirão com o aumento da longevidade, juntamente com outras áreas, como a de saúde e da sociologia. Afinal, ninguém compreende tão bem o mundo e suas relações como o economista. Este profissional é único, raro, e com enorme potencial para mudar as coisas para melhor.

O economista influencia e modifica o mundo, pois é capaz de entendê-lo e conceber ideias para transformá-lo. 



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Por que deveríamos estudar?

Silvia Cristina da Silva Okabayashi
Anderson dos Santos
Thiago Farias

07/03/2020 | 00:04


Há aproximadamente 250 anos estudamos a economia como ciência. Desde então, as relações econômicas se alteraram profundamente. Com a evolução tecnológica, as relações sociais, comerciais e financeiras adquiriram novo significado, altamente complexo. Nos próximos 50 anos notaremos ainda mais avanços, que prometem elevar os padrões atuais a patamares inimagináveis. Para um futuro assim, de grandes avanços tecnológicos e fortes alterações na sociedade, o mundo necessita de mais economistas, em especial países com grande potencial de desenvolvimento como o Brasil.

Economistas desenvolvem capacidade de analisar a sociedade e suas múltiplas relações, influenciando o curso da história humana. Sem dúvida, a economia é mais do que uma ciência, é uma arte. E, como toda boa arte, necessita de artistas que visem ao progresso, à inovação e à transformação.

É difícil definir, em poucas palavras, uma arte. Afinal de contas, arte não se define, se contempla! Mas acreditamos que é um desafio a necessidade de compreendermos melhor nossa sociedade e como é constituída pelas relações econômicas.

Temos notado que a ausência de estudos sobre relações econômicas tem resultado em problemas que já enfrentamos anteriormente e que, portanto, não deveríamos estar nos deparando novamente. Contudo, isso pode estar acontecendo porque a lição não foi aprendida. Teremos que refazer a lição, aprender novamente!

A elucidação dos problemas econômicos fundamentais e a escassez dos recursos de produção precisam acontecer, e de tal forma a promover o crescimento econômico aliado a melhores condições de vida da população.

Também é verdade que estamos vivenciando novas experiências. A longevidade da população é novo desafio para economistas. Como lidar com uma população que envelhece ao longo do tempo?

Arriscamos dizer que talvez seja esta uma das grandes questões a serem discutidas pela humanidade nos próximos anos. O aumento da longevidade traz nova organização das relações socioeconômicas, novos desafios. Como vamos cuidar de nossos idosos? Parece ser simples esta resposta, não?! Mas de longe é simples de solução. Vejam, o ritmo de crescimento da população está caindo, mas ainda em expansão no Brasil.

As pessoas têm tido menos filhos por famílias. Apenas estas informações são variáveis difíceis de ser sanadas. Alguém já pensou que chegará momento em que os filhos estarão tão idosos que se tornarão incapazes de cuidar dos pais? Ou que não haverá renda suficiente, por parte dos filhos, para cuidar dos progenitores? Ou que não haverá residências construídas com especial atenção aos cuidados que devemos ter como nossos idosos? Haverá assistência médica suficiente para tal situação?

São inúmeros os desafios que estão por vir. Aos economistas cabe, com urgência, o estudo dos problemas que surgirão com o aumento da longevidade, juntamente com outras áreas, como a de saúde e da sociologia. Afinal, ninguém compreende tão bem o mundo e suas relações como o economista. Este profissional é único, raro, e com enorme potencial para mudar as coisas para melhor.

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