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Câmara de Diadema recebe curso gratuito sobre cultura africana

Atividade é promovida pelo Fórum de Promoção da Igualdade Racial


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

06/03/2020 | 00:01


O Fórum de Promoção de Igualdade Racial Benedita da Silva, em parceria com a Câmara Municipal de Diadema, promove nos meses de março a julho o 7° Curso de Formação do Ensino da Cultura Afro-Brasileira e Africana. As aulas são gratuitas e serão realizadas sempre aos sábados, na Câmara Municipal, com início programado para amanhã.

O fórum agrega diversas lideranças e representantes das entidades e associações dos movimentos negros que há mais de 20 anos vêm se reunindo e discutindo políticas públicas de ações afirmativas para erradicação do racismo e de toda e qualquer forma de preconceito em Diadema.

O curso é aberto a todos os interessados e tem o objetivo de ampliar conhecimentos sobre a história e a realidade de lutas do movimento negro brasileiro, com ênfase em Diadema. A formação também traz a iniciativa de colaborar e contribuir na aplicação da lei federal 10.639/03 e 11.645/08, que alterou a LDB (Lei de Diretrizes e Bases), tornando obrigatória a inclusão das culturas africanas e afro-brasileira e a história do povo indígena na estrutura curricular dos ensinos fundamental e médio, público e privado, bem como discutir e divulgar o Estatuto de Igualdade Racial, aprovado em 16 de junho de 2010. As inscrições podem ser feitas até hoje, no link http://abre.ai/aOCj.

Na primeira aula do curso será realizada roda de conversa com a secretária de combate ao racismo da CUT (Central Única dos Trabalhadores) Nacional, Anatalina Lourenço. O tema será Políticas Públicas de Ações Afirmativas: Para que Servem?


NA REGIÃO

Em novembro, o Diário mostrou como o ensino de cultura afro-brasileira tem sido utilizado como arma contra o racismo. Especialistas como a doutora em educação e especialista em educação especial, a professora da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo) Kiusam de Oliveira e o mestre e doutor em história econômica e integrante do Neabi (Núcleo de Estudos Africanos e Afro-brasileiros) da UFABC (Universidade Federal do ABC) Ramatis Jacino explicaram os avanços conquistados nos 16 anos de promulgação da lei, mas também destacaram que, embora obrigatória, a abordagem deste tema em sala de aula ainda carece de mais incentivo do poder público e de estruturação mais efetiva.



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