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Iata eleva projeção de impacto de coronavírus na receita de empresas aéreas

Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Covid-19 se espalhou para mais de 80 países e reservas aéreas foram gravemente afetadas



05/03/2020 | 13:05


A Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata, pela sigla em inglês) previu nesta quinta-feira, 5, que as perdas de receita do setor em função da epidemia de coronavírus deverão ficar entre US$ 63 bilhões e US$ 113 bilhões em 2020. Em fevereiro, a Iata havia feito uma projeção de perdas de receita bem menor, de cerca de US$ 29,3 bilhões, levando em consideração um cenário em que o surto se restringiria basicamente à China e a mercados ligados ao país.

Desde então, no entanto, o Covid-19 se espalhou para mais de 80 países e as reservas aéreas foram gravemente afetadas em rotas fora da China.

"É incerto como o vírus vai se desenvolver, mas independentemente de virmos o impacto restrito a uns poucos mercados e uma perda de receita de US$ 63 bilhões, ou um impacto mais amplo que cause uma perda de US$ 113 bilhões, estamos numa crise", avaliou a Iata, que representa cerca de 290 companhias aéreas.

O executivo-chefe da Iata, Alexandre de Juniac, propôs ainda que governos considerem a possibilidade de isentar as empresas aéreas de impostos e outras taxas. "Tratam-se de tempos extraordinários", argumentou.



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Iata eleva projeção de impacto de coronavírus na receita de empresas aéreas

Covid-19 se espalhou para mais de 80 países e reservas aéreas foram gravemente afetadas


05/03/2020 | 13:05


A Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata, pela sigla em inglês) previu nesta quinta-feira, 5, que as perdas de receita do setor em função da epidemia de coronavírus deverão ficar entre US$ 63 bilhões e US$ 113 bilhões em 2020. Em fevereiro, a Iata havia feito uma projeção de perdas de receita bem menor, de cerca de US$ 29,3 bilhões, levando em consideração um cenário em que o surto se restringiria basicamente à China e a mercados ligados ao país.

Desde então, no entanto, o Covid-19 se espalhou para mais de 80 países e as reservas aéreas foram gravemente afetadas em rotas fora da China.

"É incerto como o vírus vai se desenvolver, mas independentemente de virmos o impacto restrito a uns poucos mercados e uma perda de receita de US$ 63 bilhões, ou um impacto mais amplo que cause uma perda de US$ 113 bilhões, estamos numa crise", avaliou a Iata, que representa cerca de 290 companhias aéreas.

O executivo-chefe da Iata, Alexandre de Juniac, propôs ainda que governos considerem a possibilidade de isentar as empresas aéreas de impostos e outras taxas. "Tratam-se de tempos extraordinários", argumentou.

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