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Palavra do Leitor


Do Diário do Grande ABC

02/03/2020 | 12:15


Nesses últimos cinco anos, meu trabalho tem sido realizado em centros de inovação como o Ahoy! Berlin, que trouxe para o Brasil, e o Ágora Tech Park em Joinville, além de conexões com projetos no Co.W Berrini e o mais recente com a Casa Melhoramentos.

Agora, a convite do prefeito José Auricchio Júnior, assumi a Subsecretaria de Tecnologia e Inovação de São Caetano, onde, a partir do centro de inovação da cidade, planejado pelo prefeito, vamos fazer com que o Grande ABC, por meio da tecnologia, conexão com startups e a inovação, comece a olhar cada vez mais para essa nova economia.

Assim como as grandes empresas no Brasil, principalmente as que investem em inovação de alguma maneira, estão se conectando com startups para potencializar e aumentar as soluções em diferentes nichos do mercado, o setor público precisa e vem seguindo nessa mesma linha.

A busca por inovação vem sendo feita por meio de programas de aceleração que começaram a resultar em investimentos das empresas nas startups aqui no nosso País e agora queremos potencializar essas ações no Grande ABC, com São Caetano sendo referência e a startup city que deu certo e que se encaminha para virar o unicórnio da região.

O que se espera de tudo isso? Com a aproximação com empresas de base tecnológica mais jovens brasileiras, as grandes corporações buscam redução de custos e principalmente eficiência no seu dia a dia no trabalho. O que já acontece no mundo, agora acontece por aqui. As startups estão entregando soluções para resolver os problemas da vida real da maneira mais simples, objetiva e rápida. Tem muito ainda para ser feito. E todo o setor público da nossa região pode fazer uso disso.

Cada vez mais, programas de estímulo à inovação são lançados e estão relacionados à geração de novos negócios e à ativação de todo nosso ecossistema empreendedor. Em São Caetano, por exemplo, já temos lei de inovação, com a criação de fundo municipal para fomentar atividades inovadoras para o desenvolvimento econômico, social e ambiental da cidade, sob a forma de programas e projetos.

Essa conexão entre startups, poder público e grandes organizações traz os elementos necessários para que isso ocorra. Para as corporações, pode acelerar a inovação no desenvolvimento de novos serviços e produtos. Para as startups, é um dos caminhos para sua estratégia de crescimento. São conexões que fortalecem a busca pela inovação no Brasil. E as startups fazem parte dela e do nosso futuro.

Pergunto: será que, com tudo isso, vem nova vocação econômica para o Grande ABC?

Luiz Gustavo Morcelli é subsecretário de Tecnologia e Inovação de São Caetano.

PALAVRA DO LEITOR

Impeachment 

 O cara demonstra o tempo todo, reiteradas vezes, total desprezo pela democracia e viola condições legais da honra, do decoro e da dignidade para o exercício do cargo que, infelizmente, ainda ocupa. Então, para mostrar a ele que ser presidente não é estar acima de tudo e de todos e que não pode atropelar as leis como costumeiramente faz – e a bem de todo o País –, é necessário que seja retirado do poder. Fazem-se necessários o pedido e, consequentemente, a execução do impeachment. Não percamos mais tempo! Fora, Bolsonaro!

 Monice Santacruz

 Santo André

 

Fez estudo 

 Complementando a carta da leitora Thais Thamara Teles (Tudo de novo!, ontem), sobre a inércia do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC quanto às enchentes na região e todos os males que elas causam, defendo o colegiado, porque fez estudo para mapear áreas de alagamento! Ano que vem, um pouco antes da época de chuvas, fará novo estudo, que será igual ao deste ano, e assim sucessivamente. O Consórcio não tem culpa se a água não aprende a não prejudicar as pessoas. O Consórcio age, mas São Pedro não colabora. Acho que deveríamos nos manifestar contra São Pedro e deixar o Consórcio em paz, para que seus integrantes possam descansar. Coitados! Fazer estudo todos os anos cansa. Com ironia, por favor!

Irênio Tavares

 Mauá

Periferia 

 Prefeito Paulo Serra, o senhor disse que não liberaria verba para o Carnaval em Santo André porque tinha outras prioridades. Até aí, perfeito. Acho mesmo que desfiles não devem receber subsídios do poder público, cada escola que busque os recursos de outras maneiras, é só usar a imaginação. Então, por favor, aproveite parte da grana que deixou de gastar e invista em manutenção e melhorias à Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, tão precária e em péssimo estado de conservação. Se o senhor acha que estou exagerando, saia de seu gabinete, dê uma passadinha por ela, percorra toda sua extensão, chegue até a periferia – que sente muito a falta de presença da administração municipal – e verá que a via está comprometida. Lembre-se de que a periferia também ajudou a elegê-lo, não foi só o pessoal do Centro, que tem ruas bem cuidadas, com asfalto novo, iluminadas. Somos todos da mesma cidade, não deveria haver essa divisão.

Luiz Carlos Wagner

 Santo André

Radar 

 O trânsito em São Bernardo realmente é caótico! A legislação brasileira de trânsito é a mais rigorosa do mundo, mas respeitar é impossível, principalmente na cidade. A cada esquina tem radares, não para fiscalizar, mas para multar! Muitos deles são colocados ilegalmente. É o caso da Avenida José Diniz. Perto do Viaduto Castelo Branco tem radar multando quem passa a mais de 50 km/h. Mas a indicação de velocidade está bem atrás e antes de dois cruzamentos, um, inclusive, com semáforo! Aliás, velocidades na cidade gritam para coordenação: na Robert Kennedy, 60 km/h; José Diniz, 50 km/h. Quem vem do Viaduto Castelo Branco e se mantém na pista da direita, 40 km/h. Em todas as avenidas de São Bernardo o motorista se ‘arrasta’ de semáforo em semáforo. Tanto na José Diniz quanto na Kennedy, respeitando a velocidade, não se encontra nenhum semáforo verde. Lógico que muitos evitam de ir para São Bernardo, para não serem multados. Prefeito, convide os seus funcionários de ‘pré-primário’ de trânsito para viajar para o Exterior para ver como é feito lá. Não deve ser para turismo, porque não trazem nada positivo. Serge R. Vandevelde

 São Bernardo

Menos sujas – 1 

 Concordo com o leitor Everton Roberto Ribeiro (Carnaval, dia 26). Realmente as cidades estão menos poluídas sem aqueles restos de carros alegóricos que sobravam depois de desfiles em Mauá. Também não vimos aquela ‘sujeirada’ que sempre sobrava, com milhões de restos de objetos jogados ao chão, em enorme falta de consciência de quem frequentava esses eventos. Só discordo quando o leitor pede que os prefeitos utilizem o dinheiro não gasto na festa em outras prioridades. Amigo leitor, isso não vai acontecer. Muito provavelmente nunca saberemos onde foram parar essas verbas. Alguma parte do dinheiro deve aparecer dentro de alguma panela, ou beneficiando algum parente de políticos ‘amigos’. Ao povo sobrará apenas a conta para pagar, como sempre. 

Agostinho Maola

 Mauá

Menos sujas – 2 

 O leitor Everton Roberto Ribeiro disse nesta Palavra do Leitor que agradece às prefeituras por não permitirem os desfiles de Carnaval em nossa região porque, talvez, nunca tenha se envolvido com os preparativos para essa maravilhosa festa popular. Por nunca ter visto de perto a alegria das pessoas em poder participar desse evento, um dos únicos acessíveis a elas. De provavelmente nunca ter visto a alegria da criançada – e também dos marmanjos – ao receber a fantasia. De nunca ter sentido o friozinho na barriga quando começa contar o tempo de desfile. De nunca ter sentido o arrepio de quando passa a bateria. Quanto à limpeza, isso compete à Prefeitura. Se ela não faz direito não é culpa das escolas. Convido esse senhor a assistir aos ensaios e, se tiver coragem, também aos desfiles, se um dia eles voltarem às ruas do nosso Grande ABC, claro. Apareça, amigo. Tenho certeza que mudará de opinião. Só criticar é muito mais fácil.

Suzana de Marchi

 São Bernardo



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Palavra do Leitor

Do Diário do Grande ABC

02/03/2020 | 12:15


Nesses últimos cinco anos, meu trabalho tem sido realizado em centros de inovação como o Ahoy! Berlin, que trouxe para o Brasil, e o Ágora Tech Park em Joinville, além de conexões com projetos no Co.W Berrini e o mais recente com a Casa Melhoramentos.

Agora, a convite do prefeito José Auricchio Júnior, assumi a Subsecretaria de Tecnologia e Inovação de São Caetano, onde, a partir do centro de inovação da cidade, planejado pelo prefeito, vamos fazer com que o Grande ABC, por meio da tecnologia, conexão com startups e a inovação, comece a olhar cada vez mais para essa nova economia.

Assim como as grandes empresas no Brasil, principalmente as que investem em inovação de alguma maneira, estão se conectando com startups para potencializar e aumentar as soluções em diferentes nichos do mercado, o setor público precisa e vem seguindo nessa mesma linha.

A busca por inovação vem sendo feita por meio de programas de aceleração que começaram a resultar em investimentos das empresas nas startups aqui no nosso País e agora queremos potencializar essas ações no Grande ABC, com São Caetano sendo referência e a startup city que deu certo e que se encaminha para virar o unicórnio da região.

O que se espera de tudo isso? Com a aproximação com empresas de base tecnológica mais jovens brasileiras, as grandes corporações buscam redução de custos e principalmente eficiência no seu dia a dia no trabalho. O que já acontece no mundo, agora acontece por aqui. As startups estão entregando soluções para resolver os problemas da vida real da maneira mais simples, objetiva e rápida. Tem muito ainda para ser feito. E todo o setor público da nossa região pode fazer uso disso.

Cada vez mais, programas de estímulo à inovação são lançados e estão relacionados à geração de novos negócios e à ativação de todo nosso ecossistema empreendedor. Em São Caetano, por exemplo, já temos lei de inovação, com a criação de fundo municipal para fomentar atividades inovadoras para o desenvolvimento econômico, social e ambiental da cidade, sob a forma de programas e projetos.

Essa conexão entre startups, poder público e grandes organizações traz os elementos necessários para que isso ocorra. Para as corporações, pode acelerar a inovação no desenvolvimento de novos serviços e produtos. Para as startups, é um dos caminhos para sua estratégia de crescimento. São conexões que fortalecem a busca pela inovação no Brasil. E as startups fazem parte dela e do nosso futuro.

Pergunto: será que, com tudo isso, vem nova vocação econômica para o Grande ABC?

Luiz Gustavo Morcelli é subsecretário de Tecnologia e Inovação de São Caetano.

PALAVRA DO LEITOR

Impeachment 

 O cara demonstra o tempo todo, reiteradas vezes, total desprezo pela democracia e viola condições legais da honra, do decoro e da dignidade para o exercício do cargo que, infelizmente, ainda ocupa. Então, para mostrar a ele que ser presidente não é estar acima de tudo e de todos e que não pode atropelar as leis como costumeiramente faz – e a bem de todo o País –, é necessário que seja retirado do poder. Fazem-se necessários o pedido e, consequentemente, a execução do impeachment. Não percamos mais tempo! Fora, Bolsonaro!

 Monice Santacruz

 Santo André

 

Fez estudo 

 Complementando a carta da leitora Thais Thamara Teles (Tudo de novo!, ontem), sobre a inércia do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC quanto às enchentes na região e todos os males que elas causam, defendo o colegiado, porque fez estudo para mapear áreas de alagamento! Ano que vem, um pouco antes da época de chuvas, fará novo estudo, que será igual ao deste ano, e assim sucessivamente. O Consórcio não tem culpa se a água não aprende a não prejudicar as pessoas. O Consórcio age, mas São Pedro não colabora. Acho que deveríamos nos manifestar contra São Pedro e deixar o Consórcio em paz, para que seus integrantes possam descansar. Coitados! Fazer estudo todos os anos cansa. Com ironia, por favor!

Irênio Tavares

 Mauá

Periferia 

 Prefeito Paulo Serra, o senhor disse que não liberaria verba para o Carnaval em Santo André porque tinha outras prioridades. Até aí, perfeito. Acho mesmo que desfiles não devem receber subsídios do poder público, cada escola que busque os recursos de outras maneiras, é só usar a imaginação. Então, por favor, aproveite parte da grana que deixou de gastar e invista em manutenção e melhorias à Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, tão precária e em péssimo estado de conservação. Se o senhor acha que estou exagerando, saia de seu gabinete, dê uma passadinha por ela, percorra toda sua extensão, chegue até a periferia – que sente muito a falta de presença da administração municipal – e verá que a via está comprometida. Lembre-se de que a periferia também ajudou a elegê-lo, não foi só o pessoal do Centro, que tem ruas bem cuidadas, com asfalto novo, iluminadas. Somos todos da mesma cidade, não deveria haver essa divisão.

Luiz Carlos Wagner

 Santo André

Radar 

 O trânsito em São Bernardo realmente é caótico! A legislação brasileira de trânsito é a mais rigorosa do mundo, mas respeitar é impossível, principalmente na cidade. A cada esquina tem radares, não para fiscalizar, mas para multar! Muitos deles são colocados ilegalmente. É o caso da Avenida José Diniz. Perto do Viaduto Castelo Branco tem radar multando quem passa a mais de 50 km/h. Mas a indicação de velocidade está bem atrás e antes de dois cruzamentos, um, inclusive, com semáforo! Aliás, velocidades na cidade gritam para coordenação: na Robert Kennedy, 60 km/h; José Diniz, 50 km/h. Quem vem do Viaduto Castelo Branco e se mantém na pista da direita, 40 km/h. Em todas as avenidas de São Bernardo o motorista se ‘arrasta’ de semáforo em semáforo. Tanto na José Diniz quanto na Kennedy, respeitando a velocidade, não se encontra nenhum semáforo verde. Lógico que muitos evitam de ir para São Bernardo, para não serem multados. Prefeito, convide os seus funcionários de ‘pré-primário’ de trânsito para viajar para o Exterior para ver como é feito lá. Não deve ser para turismo, porque não trazem nada positivo. Serge R. Vandevelde

 São Bernardo

Menos sujas – 1 

 Concordo com o leitor Everton Roberto Ribeiro (Carnaval, dia 26). Realmente as cidades estão menos poluídas sem aqueles restos de carros alegóricos que sobravam depois de desfiles em Mauá. Também não vimos aquela ‘sujeirada’ que sempre sobrava, com milhões de restos de objetos jogados ao chão, em enorme falta de consciência de quem frequentava esses eventos. Só discordo quando o leitor pede que os prefeitos utilizem o dinheiro não gasto na festa em outras prioridades. Amigo leitor, isso não vai acontecer. Muito provavelmente nunca saberemos onde foram parar essas verbas. Alguma parte do dinheiro deve aparecer dentro de alguma panela, ou beneficiando algum parente de políticos ‘amigos’. Ao povo sobrará apenas a conta para pagar, como sempre. 

Agostinho Maola

 Mauá

Menos sujas – 2 

 O leitor Everton Roberto Ribeiro disse nesta Palavra do Leitor que agradece às prefeituras por não permitirem os desfiles de Carnaval em nossa região porque, talvez, nunca tenha se envolvido com os preparativos para essa maravilhosa festa popular. Por nunca ter visto de perto a alegria das pessoas em poder participar desse evento, um dos únicos acessíveis a elas. De provavelmente nunca ter visto a alegria da criançada – e também dos marmanjos – ao receber a fantasia. De nunca ter sentido o friozinho na barriga quando começa contar o tempo de desfile. De nunca ter sentido o arrepio de quando passa a bateria. Quanto à limpeza, isso compete à Prefeitura. Se ela não faz direito não é culpa das escolas. Convido esse senhor a assistir aos ensaios e, se tiver coragem, também aos desfiles, se um dia eles voltarem às ruas do nosso Grande ABC, claro. Apareça, amigo. Tenho certeza que mudará de opinião. Só criticar é muito mais fácil.

Suzana de Marchi

 São Bernardo

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