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Câmara de Mauá autoriza Paço a contratar 415 sem concurso

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Oposição tenta, sem sucesso, limitar admissões a médicos e a outros profissionais da saúde


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

28/02/2020 | 00:01


A Câmara de Mauá aprovou ontem, em primeiro turno e por 16 votos a seis, projeto que autoriza o governo do prefeito Atila Jacomussi (PSB) a contratar de forma direta, ou seja, sem concurso público, 415 servidores para a área da saúde.

Vereadores da oposição até que tentaram limitar as contratações aos médicos e outros profissionais da saúde – o projeto prevê 100 vagas para agentes administrativos. A base governista, porém, derrubou a emenda que suprimia do texto os profissionais da área administrativa. Para opositores, a contratação direta desses servidores é subjetiva e não tem respaldo técnico, ao contrário da necessidade de contratação de médicos.

“Se a emenda passasse, o projeto seria aprovado com unanimidade”, frisou o oposicionista Adelto Cachorrão (Avante). Na semana passada, o próprio líder do governo, Bodinho (PRP), havia sugerido essa alteração em busca do consenso na casa, mas ontem voltou atrás. Além de Cachorrão, votaram contra a medida Marcelo Oliveira (PT), Fernando Rubinelli (PDT), Tchacabum (PRP) e Professor Betinho (DC). <EM>

O projeto aprovado ontem prevê a contratação tanto de profissionais da saúde (200 médicos; 50 técnicos de enfermagem; 35 enfermeiros; dez cirurgiões dentistas; cinco fisioterapeutas), quanto das áreas operacional (15 motoristas de ambulância) e administrativa (100 trabalhadores). O texto prevê que a contratação seja temporária (por um ano) e proíbe expressamente que os contratos sejam prorrogados.

Opositores criticaram o fato de o governo demorar para definir a substituição da FUABC (Fundação do ABC) – gerencia os equipamentos e que fornece a mão de obra para as unidades –, e querer admitir pessoal para saúde em ano eleitoral. Por outro lado, o Paço mauaense alega que a equipe está defasada desde o fim do programa Mais Médicos, do governo federal.

Recentemente, o Paço montou comissão que julgará o processo de escolha de nova OSS (Organização Social de Saúde). 



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Câmara de Mauá autoriza Paço a contratar 415 sem concurso

Oposição tenta, sem sucesso, limitar admissões a médicos e a outros profissionais da saúde

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

28/02/2020 | 00:01


A Câmara de Mauá aprovou ontem, em primeiro turno e por 16 votos a seis, projeto que autoriza o governo do prefeito Atila Jacomussi (PSB) a contratar de forma direta, ou seja, sem concurso público, 415 servidores para a área da saúde.

Vereadores da oposição até que tentaram limitar as contratações aos médicos e outros profissionais da saúde – o projeto prevê 100 vagas para agentes administrativos. A base governista, porém, derrubou a emenda que suprimia do texto os profissionais da área administrativa. Para opositores, a contratação direta desses servidores é subjetiva e não tem respaldo técnico, ao contrário da necessidade de contratação de médicos.

“Se a emenda passasse, o projeto seria aprovado com unanimidade”, frisou o oposicionista Adelto Cachorrão (Avante). Na semana passada, o próprio líder do governo, Bodinho (PRP), havia sugerido essa alteração em busca do consenso na casa, mas ontem voltou atrás. Além de Cachorrão, votaram contra a medida Marcelo Oliveira (PT), Fernando Rubinelli (PDT), Tchacabum (PRP) e Professor Betinho (DC). <EM>

O projeto aprovado ontem prevê a contratação tanto de profissionais da saúde (200 médicos; 50 técnicos de enfermagem; 35 enfermeiros; dez cirurgiões dentistas; cinco fisioterapeutas), quanto das áreas operacional (15 motoristas de ambulância) e administrativa (100 trabalhadores). O texto prevê que a contratação seja temporária (por um ano) e proíbe expressamente que os contratos sejam prorrogados.

Opositores criticaram o fato de o governo demorar para definir a substituição da FUABC (Fundação do ABC) – gerencia os equipamentos e que fornece a mão de obra para as unidades –, e querer admitir pessoal para saúde em ano eleitoral. Por outro lado, o Paço mauaense alega que a equipe está defasada desde o fim do programa Mais Médicos, do governo federal.

Recentemente, o Paço montou comissão que julgará o processo de escolha de nova OSS (Organização Social de Saúde). 

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