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Estoque total de crédito cai 0,4% em janeiro para R$ 3,463 trilhões, diz BC



27/02/2020 | 10:51


O estoque total de operações de crédito do sistema financeiro caiu 0,4% em janeiro ante dezembro, para R$ 3,463 trilhões, informou nesta quinta-feira, 27, o Banco Central (BC). Em 12 meses, houve alta de 7,0%.

Em janeiro ante dezembro, houve elevação de 0,8% no estoque para pessoas físicas e baixa de 2,2% para pessoas jurídicas.

De acordo com o BC, o estoque de crédito livre recuou 0,8% em janeiro, enquanto o de crédito direcionado apresentou estabilidade no período (0,00% de variação).

No crédito livre, houve alta de 1,1% no saldo para pessoas físicas no mês passado. Para as empresas, o estoque recuou 3,1% no período.

O BC informou ainda que o total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) foi de 48,0% para 47,5% na passagem de dezembro para janeiro.

As projeções do BC, atualizadas no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de dezembro, indicam expansão de 6,9% para o crédito total em 2019 e de 8,1% para 2020. A projeção para o crédito livre em 2019 é de alta de 13,9% e em 2020 de 12,9%. Já a expectativa para o crédito direcionado é de retração de 1,3% neste ano e alta de 1,6% no próximo ano.

Habitação e veículos

O estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 0,3% em janeiro ante dezembro, totalizando R$ 640,403 bilhões, informou o Banco Central.

Em 12 meses até janeiro, o crédito para habitação no segmento pessoa física subiu 6,9%.

Já o estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física avançou 1,7% em janeiro ante dezembro, para R$ 207,008 bilhões. Em 12 meses, houve alta de 19,7%.

Setores

O saldo de crédito para as empresas do setor de agropecuária recuou 1,7% em dezembro, para R$ 26,431 bilhões, informou o Banco Central.

O saldo para a indústria também cedeu 1,7%, para R$ 601,706 bilhões. O montante para o setor de serviços teve baixa de 2,6%, para R$ 791,417 bilhões.

No caso do crédito para pessoa jurídica com sede no exterior e créditos não classificados (outros), o saldo subiu 1,1%, aos R$ 8,821 bilhões.

BNDES

O saldo de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas recuou 0,5% em janeiro ante dezembro, somando R$ 380,470 bilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses, a queda acumulada é de 12,5%.

Em janeiro, houve recuo de 1,1% nas linhas de financiamento agroindustrial, baixa de 0,5% no financiamento de investimentos e queda de 2,8% no saldo de capital de giro.

Setor não financeiro

O saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro subiu 0,4% em janeiro ante dezembro, para R$ 10,318 trilhões. O montante equivale a 141,5% do PIB do Brasil, conforme dados divulgados pelo Banco Central.

O crédito ampliado inclui, entre outras, as operações de empréstimos feitas no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e as operações com títulos públicos e privados. A medida permite uma visão mais ampla sobre como empresas, famílias e o governo geral estão se financiando, ao abarcar não apenas os empréstimos bancários.

No caso específico de famílias e empresas, o saldo do crédito ampliado avançou 0,9% em janeiro ante dezembro, para R$ 5,782 trilhões. O montante equivale a 79,3% do PIB.



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Estoque total de crédito cai 0,4% em janeiro para R$ 3,463 trilhões, diz BC


27/02/2020 | 10:51


O estoque total de operações de crédito do sistema financeiro caiu 0,4% em janeiro ante dezembro, para R$ 3,463 trilhões, informou nesta quinta-feira, 27, o Banco Central (BC). Em 12 meses, houve alta de 7,0%.

Em janeiro ante dezembro, houve elevação de 0,8% no estoque para pessoas físicas e baixa de 2,2% para pessoas jurídicas.

De acordo com o BC, o estoque de crédito livre recuou 0,8% em janeiro, enquanto o de crédito direcionado apresentou estabilidade no período (0,00% de variação).

No crédito livre, houve alta de 1,1% no saldo para pessoas físicas no mês passado. Para as empresas, o estoque recuou 3,1% no período.

O BC informou ainda que o total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) foi de 48,0% para 47,5% na passagem de dezembro para janeiro.

As projeções do BC, atualizadas no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de dezembro, indicam expansão de 6,9% para o crédito total em 2019 e de 8,1% para 2020. A projeção para o crédito livre em 2019 é de alta de 13,9% e em 2020 de 12,9%. Já a expectativa para o crédito direcionado é de retração de 1,3% neste ano e alta de 1,6% no próximo ano.

Habitação e veículos

O estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 0,3% em janeiro ante dezembro, totalizando R$ 640,403 bilhões, informou o Banco Central.

Em 12 meses até janeiro, o crédito para habitação no segmento pessoa física subiu 6,9%.

Já o estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física avançou 1,7% em janeiro ante dezembro, para R$ 207,008 bilhões. Em 12 meses, houve alta de 19,7%.

Setores

O saldo de crédito para as empresas do setor de agropecuária recuou 1,7% em dezembro, para R$ 26,431 bilhões, informou o Banco Central.

O saldo para a indústria também cedeu 1,7%, para R$ 601,706 bilhões. O montante para o setor de serviços teve baixa de 2,6%, para R$ 791,417 bilhões.

No caso do crédito para pessoa jurídica com sede no exterior e créditos não classificados (outros), o saldo subiu 1,1%, aos R$ 8,821 bilhões.

BNDES

O saldo de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas recuou 0,5% em janeiro ante dezembro, somando R$ 380,470 bilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses, a queda acumulada é de 12,5%.

Em janeiro, houve recuo de 1,1% nas linhas de financiamento agroindustrial, baixa de 0,5% no financiamento de investimentos e queda de 2,8% no saldo de capital de giro.

Setor não financeiro

O saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro subiu 0,4% em janeiro ante dezembro, para R$ 10,318 trilhões. O montante equivale a 141,5% do PIB do Brasil, conforme dados divulgados pelo Banco Central.

O crédito ampliado inclui, entre outras, as operações de empréstimos feitas no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e as operações com títulos públicos e privados. A medida permite uma visão mais ampla sobre como empresas, famílias e o governo geral estão se financiando, ao abarcar não apenas os empréstimos bancários.

No caso específico de famílias e empresas, o saldo do crédito ampliado avançou 0,9% em janeiro ante dezembro, para R$ 5,782 trilhões. O montante equivale a 79,3% do PIB.

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