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O estresse e a inadimplência


Do Diário do Grande ABC

25/02/2020 | 11:55


 O cenário econômico brasileiro não é dos melhores. Como se não bastasse os 62,8 milhões de consumidores inadimplentes, temos 13,4 milhões de pessoas em busca de emprego – é muita gente desempregada. Ciclo nada saudável que, para piorar, se retroalimenta: se não tem emprego, não tem dinheiro. E sem dinheiro não tem como movimentar a economia.

Para tentar resolver a situação, muitas pessoas recorrem a empréstimos para saldar as dívidas ou ao famoso cartão de crédito para ‘adiar’ um pouquinho as contas que estão para chegar, e aí vem mais um problema.

É que pegar dinheiro emprestado do banco a curto prazo custa muito caro e, por aqui, já acostumamos a usar o cartão de crédito como meio de pagamento e não como forma de acesso ao crédito, como deveria ser.

Estamos falando da maior taxa de juros cobrada pelos bancos, ou seja, quem usa o rotativo do cartão deve estar com problemas financeiros muito graves ou é muito imprudente.

Como o dinheiro é fator de muita influência na rotina dos brasileiros (principalmente a falta dele), a dor de cabeça de ficar no negativo não se restringe apenas à conta bancária.

O sufoco para pagar as contas e todo aquele desdobramento para fazer o dinheiro sobrar no fim do mês influencia em vários aspectos a vida do trabalhador e, principalmente, na sua fonte de renda – o trabalho.

Imagine trabalhar o mês inteiro sabendo que o salário mal dá para pagar as contas. Os boletos não param de chegar, as dívidas só aumentam e você está preocupado com as despesas básicas que fazem parte da vida de qualquer pessoa, como água, luz e comida.
E se o dinheiro não der? Some isso ao medo de perder o emprego e ser mais um sem renda. Impossível ser produtivo nessas condições.
Quando a saúde financeira vai mal, os resultados são sentidos diretamente no âmbito profissional, fonte de boa parte do dinheiro que movimenta a economia. Quanto mais aflito e ansioso em relação às dívidas, menor será o rendimento do trabalhador.

Por isso, se faz cada vez mais necessário democratizar o acesso ao crédito de forma justa e oferecer alternativas para que o trabalhador brasileiro não seja refém da própria conta bancária.

Ao conseguir resolver os problemas financeiros sabendo que será possível colocar as contas em dia e pagar o crédito emprestado sem que isso vire bola de neve, é possível ocupar a cabeça com outros objetivos, como, por exemplo, a carreira. Ciclo produtivo e saudável para o funcionário, as empresas e a economia como um todo.

Victor Loyola é empresário do ramo financeiro, sócio e coCEO da empresa de crédito consignado Consiga+.

Palavra do Leitor

Bozo
Como os ‘esquerdopatas’ não têm motivos para falar de corrupção neste governo, começam a procurar ‘pelo em ovo’ e fazem neste Carnaval (festa muito antiga para adorarem deuses) alegoria ridícula com o presidente. Mas é melhor ele do que um larápio, corrupto e lavador de dinheiro.
Breno Reginaldo Silva
Santo André

Petrobras
Nem tudo está perdido! Mesmo com toda crise pela qual o Brasil atravessa, a Petrobras lucrou R$ 40 bilhões em 2019. É de se imaginar o montante do roubo sofrido por essa grande empresa nas últimas duas décadas. Só imaginar!
Luís F. Amaral
Laguna (SC)

Lei de abuso
Segundo a nova lei de abuso de autoridade, está proibida a divulgação de nomes e imagens de suspeitos ou presos. Gostaríamos que essa lei também fosse aplicada no horário eleitoral, tornando-se, dessa forma, excelente ferramenta para renovação de nossos políticos.
Vanderlei A. Retondo
Santo André

Abandonado
Faço uso deste nobre espaço para pedir maior atenção ao Cemitério São José, em Ribeirão Pires, por parte de nossos nobres políticos. É vergonhoso o estado de abandono em que se encontra tão importante espaço público, inclusive já tantas vezes ressaltado em reportagens desse tão importante Diário. Senhor prefeito Kiko, senhores vereadores, acordem!. A população e nossos entes queridos que já se foram merecem mais respeito.
Luiz Maia
Ribeirão Pires

Elias Riche
Concordo com o carnavalesco da Mangueira – mesmo achando que ele deve ser do Psol – em relação à imagem de Jesus Cristo, que poderia sim ser negro, índio, japonês, lésbica ou até travesti. Afinal de contas, Ele é o Pai de todos nós, gostando ou não da colocação do carnavalesco. Só não gostei que ele nada fala ou falou que corruptos podem ser até presidentes de escolas de samba do Rio, que é o caso da Mangueira, com ele. Aí pegou mal, porque pimenta nos olhos dos outros sempre será colírio. E Elias Riche, o presidente da escola de samba Mangueira, ainda afinou, mostrando que, na verdade, queria mesmo era fazer política.
Antônio J. G. Marques
Rio de Janeiro

Datena
Demorou, mas José Luiz Datena está confessando o seu lado que pensava ser oculto: a amizade com Luiz Inácio Lula da Silva, presidiário e condenado duas vezes, ainda tem mais cinco processos graves contra si. A sua manifesta vontade de se candidatar a prefeito de São Paulo pelo MDB – partido este sem manchas de corrupção e parceiro leal do PT, de Lula –, é bem provável que seja corada de êxito, principalmente com grande apoio do também seu amigo deputado Rodrigo Maia, que merece ser apresentado em público por ele, faça evento de lançamento de sua candidatura em pleno Centro de São Paulo e apresente aos paulistanos o seu grande apoiador. Mas não se esqueça de que alguém pode enganar todos por bom tempo, mas não para sempre. A mim ele nunca enganou.
Benone Augusto de Paiva
Capital

Cid Gomes
Nem todos os setores da mídia deram a devida importância ao gravíssimo ato praticado pelo senador licenciado Cid Gomes na cidade de Sobral, Ceará, quando esse cidadão, a bordo de retroescavadeira, investiu perigosamente contra grupo de policiais que fazia reivindicações salariais. Não é preciso ser nenhum ministro da Justiça para concluir que ‘sua excelência’ infringiu pelo menos meia dúzia de artigos do Código Penal. Ficou evidente que houve tentativa de homicídio. Só não vê – ou não viu – quem não quer!
Maria E. Amaral
Capital

Preocupante
A movimentação de policiais militares em vários Estados mostra situação por demais preocupante. A segurança pública depende – e muito – de profissionais bem remunerados e usando equipamentos modernos e adequados. E os efetivos devem atender à realidade de cada região. Com a falta de diálogo, de negociação, surgem manifestações que colocam a segurança pública em risco. O momento exige posicionamento coletivo dos executivos e legislativos, para estabelecer as condições adequadas e sem reflexos negativos em um dos setores mais importantes.
Uriel Villas Boas
Santos (SP)

Convocação
Bolsonaro, além das crises que criou, bate mais um recorde! O de convocar manifestação popular de apoio ao seu governo, quando mal terminou seu primeiro ano de gestão! É algo inédito na história deste País! Ora, se não existe qualquer ameaça de impeachment, por que a convocação precoce, que, pelo jeito, servirá somente para acentuar o ‘nós contra eles’ incentivado pelo presidente e tão difundido? Qual é o medo que vem do Planalto? Da oposição, que não existe? Dos governadores que regularmente maltrata? O buraco é mais fundo. Será que Bolsonaro – presidente que não acredita nem na sua sombra, em razão de sua insegurança em dirigir o País, que acaba abusando de truculência, de ofensas a filhos desta Pátria, à imprensa etc, e os seus 14 meses de gestão estão aí para não me desmentir – está calculando que, com essa manifestação, marcada para 15 de março, sua popularidade, já bem prejudicada, estará toda resolvida? Delírio!
Paulo Panossian
São Carlos (SP)



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O estresse e a inadimplência

Do Diário do Grande ABC

25/02/2020 | 11:55


 O cenário econômico brasileiro não é dos melhores. Como se não bastasse os 62,8 milhões de consumidores inadimplentes, temos 13,4 milhões de pessoas em busca de emprego – é muita gente desempregada. Ciclo nada saudável que, para piorar, se retroalimenta: se não tem emprego, não tem dinheiro. E sem dinheiro não tem como movimentar a economia.

Para tentar resolver a situação, muitas pessoas recorrem a empréstimos para saldar as dívidas ou ao famoso cartão de crédito para ‘adiar’ um pouquinho as contas que estão para chegar, e aí vem mais um problema.

É que pegar dinheiro emprestado do banco a curto prazo custa muito caro e, por aqui, já acostumamos a usar o cartão de crédito como meio de pagamento e não como forma de acesso ao crédito, como deveria ser.

Estamos falando da maior taxa de juros cobrada pelos bancos, ou seja, quem usa o rotativo do cartão deve estar com problemas financeiros muito graves ou é muito imprudente.

Como o dinheiro é fator de muita influência na rotina dos brasileiros (principalmente a falta dele), a dor de cabeça de ficar no negativo não se restringe apenas à conta bancária.

O sufoco para pagar as contas e todo aquele desdobramento para fazer o dinheiro sobrar no fim do mês influencia em vários aspectos a vida do trabalhador e, principalmente, na sua fonte de renda – o trabalho.

Imagine trabalhar o mês inteiro sabendo que o salário mal dá para pagar as contas. Os boletos não param de chegar, as dívidas só aumentam e você está preocupado com as despesas básicas que fazem parte da vida de qualquer pessoa, como água, luz e comida.
E se o dinheiro não der? Some isso ao medo de perder o emprego e ser mais um sem renda. Impossível ser produtivo nessas condições.
Quando a saúde financeira vai mal, os resultados são sentidos diretamente no âmbito profissional, fonte de boa parte do dinheiro que movimenta a economia. Quanto mais aflito e ansioso em relação às dívidas, menor será o rendimento do trabalhador.

Por isso, se faz cada vez mais necessário democratizar o acesso ao crédito de forma justa e oferecer alternativas para que o trabalhador brasileiro não seja refém da própria conta bancária.

Ao conseguir resolver os problemas financeiros sabendo que será possível colocar as contas em dia e pagar o crédito emprestado sem que isso vire bola de neve, é possível ocupar a cabeça com outros objetivos, como, por exemplo, a carreira. Ciclo produtivo e saudável para o funcionário, as empresas e a economia como um todo.

Victor Loyola é empresário do ramo financeiro, sócio e coCEO da empresa de crédito consignado Consiga+.

Palavra do Leitor

Bozo
Como os ‘esquerdopatas’ não têm motivos para falar de corrupção neste governo, começam a procurar ‘pelo em ovo’ e fazem neste Carnaval (festa muito antiga para adorarem deuses) alegoria ridícula com o presidente. Mas é melhor ele do que um larápio, corrupto e lavador de dinheiro.
Breno Reginaldo Silva
Santo André

Petrobras
Nem tudo está perdido! Mesmo com toda crise pela qual o Brasil atravessa, a Petrobras lucrou R$ 40 bilhões em 2019. É de se imaginar o montante do roubo sofrido por essa grande empresa nas últimas duas décadas. Só imaginar!
Luís F. Amaral
Laguna (SC)

Lei de abuso
Segundo a nova lei de abuso de autoridade, está proibida a divulgação de nomes e imagens de suspeitos ou presos. Gostaríamos que essa lei também fosse aplicada no horário eleitoral, tornando-se, dessa forma, excelente ferramenta para renovação de nossos políticos.
Vanderlei A. Retondo
Santo André

Abandonado
Faço uso deste nobre espaço para pedir maior atenção ao Cemitério São José, em Ribeirão Pires, por parte de nossos nobres políticos. É vergonhoso o estado de abandono em que se encontra tão importante espaço público, inclusive já tantas vezes ressaltado em reportagens desse tão importante Diário. Senhor prefeito Kiko, senhores vereadores, acordem!. A população e nossos entes queridos que já se foram merecem mais respeito.
Luiz Maia
Ribeirão Pires

Elias Riche
Concordo com o carnavalesco da Mangueira – mesmo achando que ele deve ser do Psol – em relação à imagem de Jesus Cristo, que poderia sim ser negro, índio, japonês, lésbica ou até travesti. Afinal de contas, Ele é o Pai de todos nós, gostando ou não da colocação do carnavalesco. Só não gostei que ele nada fala ou falou que corruptos podem ser até presidentes de escolas de samba do Rio, que é o caso da Mangueira, com ele. Aí pegou mal, porque pimenta nos olhos dos outros sempre será colírio. E Elias Riche, o presidente da escola de samba Mangueira, ainda afinou, mostrando que, na verdade, queria mesmo era fazer política.
Antônio J. G. Marques
Rio de Janeiro

Datena
Demorou, mas José Luiz Datena está confessando o seu lado que pensava ser oculto: a amizade com Luiz Inácio Lula da Silva, presidiário e condenado duas vezes, ainda tem mais cinco processos graves contra si. A sua manifesta vontade de se candidatar a prefeito de São Paulo pelo MDB – partido este sem manchas de corrupção e parceiro leal do PT, de Lula –, é bem provável que seja corada de êxito, principalmente com grande apoio do também seu amigo deputado Rodrigo Maia, que merece ser apresentado em público por ele, faça evento de lançamento de sua candidatura em pleno Centro de São Paulo e apresente aos paulistanos o seu grande apoiador. Mas não se esqueça de que alguém pode enganar todos por bom tempo, mas não para sempre. A mim ele nunca enganou.
Benone Augusto de Paiva
Capital

Cid Gomes
Nem todos os setores da mídia deram a devida importância ao gravíssimo ato praticado pelo senador licenciado Cid Gomes na cidade de Sobral, Ceará, quando esse cidadão, a bordo de retroescavadeira, investiu perigosamente contra grupo de policiais que fazia reivindicações salariais. Não é preciso ser nenhum ministro da Justiça para concluir que ‘sua excelência’ infringiu pelo menos meia dúzia de artigos do Código Penal. Ficou evidente que houve tentativa de homicídio. Só não vê – ou não viu – quem não quer!
Maria E. Amaral
Capital

Preocupante
A movimentação de policiais militares em vários Estados mostra situação por demais preocupante. A segurança pública depende – e muito – de profissionais bem remunerados e usando equipamentos modernos e adequados. E os efetivos devem atender à realidade de cada região. Com a falta de diálogo, de negociação, surgem manifestações que colocam a segurança pública em risco. O momento exige posicionamento coletivo dos executivos e legislativos, para estabelecer as condições adequadas e sem reflexos negativos em um dos setores mais importantes.
Uriel Villas Boas
Santos (SP)

Convocação
Bolsonaro, além das crises que criou, bate mais um recorde! O de convocar manifestação popular de apoio ao seu governo, quando mal terminou seu primeiro ano de gestão! É algo inédito na história deste País! Ora, se não existe qualquer ameaça de impeachment, por que a convocação precoce, que, pelo jeito, servirá somente para acentuar o ‘nós contra eles’ incentivado pelo presidente e tão difundido? Qual é o medo que vem do Planalto? Da oposição, que não existe? Dos governadores que regularmente maltrata? O buraco é mais fundo. Será que Bolsonaro – presidente que não acredita nem na sua sombra, em razão de sua insegurança em dirigir o País, que acaba abusando de truculência, de ofensas a filhos desta Pátria, à imprensa etc, e os seus 14 meses de gestão estão aí para não me desmentir – está calculando que, com essa manifestação, marcada para 15 de março, sua popularidade, já bem prejudicada, estará toda resolvida? Delírio!
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