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Jetta GLI é emoção à flor da pele

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Motor 350 TSI dá ao Jetta GLI 230 cv de potência; velocidade e conforto estão em evidência no sedã


Nilton Valentim
Do Diário do grande ABC

20/02/2020 | 23:59


Houve um tempo em que os motoristas adornavam seus veículos colocando adesivos com frases engraçadinhas. Nos carros mais potentes, na década de 1990, um dos slogans mais comuns era ‘quem gosta de motorzinho é dentista’. Nessa época, os populares (que ainda não tinham essa denominação) começavam a ganhar as ruas.

Hoje, se a moda voltasse, um dos candidatos a ter o plástico colado na lataria seria o Jetta GLI, que a Volkswagen não tem medo de apresentar como o sedão mais rápido do Brasil.
O motorzão escondido debaixo do capô é um 350 TSI, que proporciona 230 cv. São 80 cv a mais do que o motor 250 TSI, de 150 cv, que equipa as demais versões do carro. O propulsor deixa o esportivo bem nervoso. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos e atinge a velocidade máxima de 250 km/h.

Com um pouco de atraso (foi apresentado em junho de 2019), o modelo finalmente chegou à nossa garagem. Ficou por sete dias (bem divertidos). A experiência foi tão boa que quase não deu vontade de devolver.

Na saída da montadora da Via Anchieta, em São Bernardo, já deu mostras de como seria a experiência. Um aperto no acelerador, ainda em fase de adaptação, e uma cantada de pneus dentro do estacionamento da empresa.

Na rua, deu gosto de andar com o sedã. Importado do México, o carro se mostrou apimentado, porém, seguro para acelerar. As rodas de 18 polegadas, com pneus 225/45 R18, colavam no chão e ofereciam estabilidade fora do comum. Sem contar a direção progressiva, que deixa o caro ainda mais ‘na mão’.

Um toque no botão localizado no console central e foi possível mudar para o modo esportivo. Bem mais legal. Além do carro andar mais, o som do motor tornou-se ainda mais harmonioso.
No interior, acabamento primoroso, com bancos de couro estilo esportivo tanto na frente quanto atrás. A iluminação cria um efeito de ‘cortina’ vermelha que envolve toda a cabine.

Para os que gostam de cultura automobilística, a sigla GLI vem de Gran Luxury Injection. A nomenclatura nasceu na década de 1980, nos Estados Unidos, e se refere aos carros topo de linha. Enquanto GTI é utilizada exclusivamente para hatchbacks ao redor do mundo, GTS é designada para versões esportivas intermediárias.  



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Jetta GLI é emoção à flor da pele

Motor 350 TSI dá ao Jetta GLI 230 cv de potência; velocidade e conforto estão em evidência no sedã

Nilton Valentim
Do Diário do grande ABC

20/02/2020 | 23:59


Houve um tempo em que os motoristas adornavam seus veículos colocando adesivos com frases engraçadinhas. Nos carros mais potentes, na década de 1990, um dos slogans mais comuns era ‘quem gosta de motorzinho é dentista’. Nessa época, os populares (que ainda não tinham essa denominação) começavam a ganhar as ruas.

Hoje, se a moda voltasse, um dos candidatos a ter o plástico colado na lataria seria o Jetta GLI, que a Volkswagen não tem medo de apresentar como o sedão mais rápido do Brasil.
O motorzão escondido debaixo do capô é um 350 TSI, que proporciona 230 cv. São 80 cv a mais do que o motor 250 TSI, de 150 cv, que equipa as demais versões do carro. O propulsor deixa o esportivo bem nervoso. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos e atinge a velocidade máxima de 250 km/h.

Com um pouco de atraso (foi apresentado em junho de 2019), o modelo finalmente chegou à nossa garagem. Ficou por sete dias (bem divertidos). A experiência foi tão boa que quase não deu vontade de devolver.

Na saída da montadora da Via Anchieta, em São Bernardo, já deu mostras de como seria a experiência. Um aperto no acelerador, ainda em fase de adaptação, e uma cantada de pneus dentro do estacionamento da empresa.

Na rua, deu gosto de andar com o sedã. Importado do México, o carro se mostrou apimentado, porém, seguro para acelerar. As rodas de 18 polegadas, com pneus 225/45 R18, colavam no chão e ofereciam estabilidade fora do comum. Sem contar a direção progressiva, que deixa o caro ainda mais ‘na mão’.

Um toque no botão localizado no console central e foi possível mudar para o modo esportivo. Bem mais legal. Além do carro andar mais, o som do motor tornou-se ainda mais harmonioso.
No interior, acabamento primoroso, com bancos de couro estilo esportivo tanto na frente quanto atrás. A iluminação cria um efeito de ‘cortina’ vermelha que envolve toda a cabine.

Para os que gostam de cultura automobilística, a sigla GLI vem de Gran Luxury Injection. A nomenclatura nasceu na década de 1980, nos Estados Unidos, e se refere aos carros topo de linha. Enquanto GTI é utilizada exclusivamente para hatchbacks ao redor do mundo, GTS é designada para versões esportivas intermediárias.  

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