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Corte de compulsório e dólar forte ofuscam IPCA-15 fraco e taxas de juros sobem



20/02/2020 | 09:32


Os juros futuros operam com leve alta na manhã desta quinta-feira, 20, especialmente os intermediários, após o Banco Central ter anunciado corte de compulsórios. Os curtos operam estáveis, mesmo após o IPCA-15 de fevereiro mostrar desaceleração, com alta de 0,22%, após avanço de 0,71% em janeiro, praticamente em linha com a mediana das estimativas (0,23%).

Além disso, tem leilão de títulos do Tesouro hoje e o dólar segue em sua escalada e pouco depois das 9h subia 0,37%, a R$ 4,3818, exercendo pressão nos vencimentos mais longos.

Às 9h07, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 estava estável em 4,19%, mesma taxa do ajuste de quarta. O DI para janeiro de 2022 estava em 4,66%, na mínima, de 4,65%, enquanto o DI para janeiro de 2023 subia a 5,23%, de 5,20% no ajuste anterior. Na ponta mais longa da curva, o DI para janeiro de 2025 estava em 5,98%, de 5,97%.



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Corte de compulsório e dólar forte ofuscam IPCA-15 fraco e taxas de juros sobem


20/02/2020 | 09:32


Os juros futuros operam com leve alta na manhã desta quinta-feira, 20, especialmente os intermediários, após o Banco Central ter anunciado corte de compulsórios. Os curtos operam estáveis, mesmo após o IPCA-15 de fevereiro mostrar desaceleração, com alta de 0,22%, após avanço de 0,71% em janeiro, praticamente em linha com a mediana das estimativas (0,23%).

Além disso, tem leilão de títulos do Tesouro hoje e o dólar segue em sua escalada e pouco depois das 9h subia 0,37%, a R$ 4,3818, exercendo pressão nos vencimentos mais longos.

Às 9h07, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 estava estável em 4,19%, mesma taxa do ajuste de quarta. O DI para janeiro de 2022 estava em 4,66%, na mínima, de 4,65%, enquanto o DI para janeiro de 2023 subia a 5,23%, de 5,20% no ajuste anterior. Na ponta mais longa da curva, o DI para janeiro de 2025 estava em 5,98%, de 5,97%.

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