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Maverik: mergulho radical no Magic City

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com 18 metros de altura, toboágua é a mais nova atração do parque aquático de Suzano


Marcela Ibelli
Do Diário do Grande ABC

20/02/2020 | 07:00


 Em dias de calor intenso, os desejos são belo ar-condicionado, bebida gelada e mergulho no mar ou na piscina. Mas e se esse mergulho for a 18 metros de altura, com descida principal de 12 metros a 60 km/h e ainda área de decolagem de 11 metros sentado em uma boia? É sensação de ‘liquidificador’ que oferece o Maverik, nova atração do Magic City, parque aquático em Suzano, a menos de 40 quilômetros de Santo André. Pertinho mesmo (o acesso é feito pelo km 58,5 da Rodovia Índio Tibiriçá).

O brinquedo tem três fases, cada visitante gosta ou sente mais medo em alguma. A descida na rampa íngreme e a subida na área de decolagem representam o auge da experiência, que acaba rapidinho – a outra fase é o túnel a 360 graus. O problema é pegar fila para sentir tudo de novo. Como é novidade, a procura pelo Maverik é enorme e não tem muito jeito: a dupla de aventureiros precisa encarar escada com a boia nas mãos até ter a chance de descer.

Nada que desanimou o casal Maristela e Diego Cândido, que saiu do brinquedo dando muita risada. “O medo é só no começo, depois a sensação é uma delícia”, explicou Maristela. “Vou quantas vezes eu aguentar”, emendou Diego. Na fila, Nathalia Solarenco era ansiedade pura. “Sempre gostei e procurei por adrenalina. É preciso aproveitar as oportunidades de viver experiências bem diferentes do dia a dia como essa”, comentou.

Quem não tem coragem de encarar o Maverik, pode aproveitar mais atrações do parque. Água não falta: são 5,5 milhões de litros. Existem outros toboáguas, como o Nitro X, que tem seis ‘pistas’ para descer 100 metros em um tapete; o Kamikah, com descida reta de 13 metros; o Route 88, com muitas curvas; e o Woohu, complexo com três toboáguas diferentes. Ainda para os radicais: tem tirolesa, barco viking e a Waterball, bolha gigante que flutua.

As crianças fazem a festa por lá também com piscinas rasas, baldões que jogam água por todos os lados, minicachoeiras e piscina com ondas artificiais. Em dias mais frios, boa pedida são as de águas quentes – e bota quente nisso (chega aos 40ºC), ofurôs e a área VIP, com mais piscinas aquecidas. O local, que fica em trecho de Mata Atlântica, tem restaurantes, vestiários (que poderiam ser melhor cuidados), armários (cobrado à parte) e áreas para shows.

SERVIÇO
“Venho sempre porque é perto de casa e oferece custo-benefício bom”, conta Rodrigo de Oliveira, de Mauá. Os preços do parque variam, mas é bem mais vantajoso comprar pelo site (loja.magiccity.com.br). De dia de semana é possível encontrar a R$ 33 por pessoa (a partir dos 6 anos). Nos fins de semana e feriado, o valor chega a R$ 80 ou R$ 85 com direito a transfer de Santo André, Mauá e Ribeirão Pires. Na bilheteria custa R$ 150. Também há pacotes que incluem almoço. Quem realmente gostar do passeio, pode comprar o chamado ingresso anual: para cinco pessoas custa R$ 1.628 e para oito, R$ 2.447,50. A lotação máxima do Magic City é de 7.000 pessoas e o parque funciona todos os dias, das 10h às 17h.

Investimentos para os próximos anos
Foram R$ 4 milhões de investimento para colocar o Maverik para funcionar e, pelo visto, este é só o começo. “Serão mais R$ 50 milhões nos próximos anos”, adiantou Rodrigo Ashiuchi, prefeito de Suzano, durante a inauguração do brinquedo, que reuniu jornalistas no começo da semana. O político destacou os 100 novos empregos que o Maverik proporcionou e destacou a importância do parque para toda a região do Alto Tietê e também para o Grande ABC. “É uma família aí da região que acreditou muito na nossa cidade.”

O Magic City – que foi fundando em 1979 como Paraíso do Sol – é gerido pela família Kenzo, de São Bernardo. “Nosso segundo maior público é dos visitantes do Grande ABC, pela distância mesmo”, conta Paulo Kenzo, que está ansioso para que todos conheçam o Maverik. “Investimos muito dinheiro e energia nele. Queremos fazer as pessoas felizes, terem boas sensações.”

Nos novos investimentos entra a ideia de transformar o local em um grande resort, com novo hotel e atrações. Hoje já funciona complexo com pousadas. São 64 suítes para até cinco pessoas, com TV, ventilador, frigobar. Todos os apartamentos possuem aquecimento central, cama de casal. Quem se hospeda por lá ganha o direito de livre acesso ao parque, monitoria e recreação para crianças e adultos. Uma noite para dois adultos com café da manhã custa R$ 199.



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