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'Alegações são falsas', diz dirigente do City, que confia em reverter suspensão



19/02/2020 | 15:19


Ferran Soriano, CEO do Manchester City, esclareceu nesta quarta-feira algumas questões da punição imposta pela Uefa por causa do fair play financeiro. Segundo ele, as alegações são falsas e o clube já está reunindo evidências para derrubar a decisão de suspender o clube inglês das próximas duas edições da Liga dos Campeões.

"O mais importante que eu tenho para dizer hoje é que as acusações são falsas. Elas simplesmente não são verdadeiras. O torcedor pode ter certeza de duas coisas. A primeira é que as alegações são falsas. E a segunda é que faremos o possível para provar isso", afirmou Soriano, em entrevista ao site do Manchester City.

De acordo com a Uefa, o clube cometeu "violações graves" ao regulamento, um mecanismo criado pela organização para evitar que os clubes gastem valores superiores aos que forem arrecadados. A entidade entendeu que o Manchester City tentou burlar as regras ao inflar falsamente as receitas obtidas com patrocínios entre 2012 e 2016, em uma investigação iniciada após o vazamento de documentos que demonstravam a ação ilegal e foram publicados pela revista alemã Der Spiegel.

Os documentos demonstraram que o proprietário do Manchester City, o xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, utilizou o patrocínio da companhia aérea Etihad, de 67,5 milhões de libras anuais (R$ 378,6 milhões), para financiar o estádio e também as divisões de base do clube inglês. A maior parte do valor viria, porém, da sua empresa, o Abu Dhabi United Group, com apenas 8 milhões de libras (R$ 45 milhões) advindo da Etihad.

"O proprietário não colocou dinheiro neste clube que não foi devidamente declarado. Somos um clube de futebol financeiramente sustentável, somos rentáveis, não temos dívidas, nossas contas foram examinadas muitas vezes por auditores, reguladores, investidores e tudo está perfeitamente claro", justificou.

Soriano disse ainda que o Manchester City cooperou com as investigações. O CEO também afirmou que espera um julgamento mais justo na Corte Arbitral do Esporte (CAS) e que o caso seja resolvido antes do começo da próxima temporada, evitando que o clube inglês fique fora da Liga dos Campeões.

"Nós cooperamos com o processo. Entregamos uma longa lista de documentos que acreditamos como evidências irrefutáveis de que as acusações são falsas. Tudo o que nós queremos agora é um julgamento justo, em um órgão independente e imparcial que leve o tempo necessário para analisar as evidências sem preconceitos", discursou.

O dirigente disse ainda que o técnico Pep Guardiola está sendo informado do processo, mas que o trabalho do treinador é no campo, com os jogadores. O mesmo vale para o elenco, segundo Soriano. "Obviamente Pep foi informado sobre o processo, mas não é algo que ele deva responder. Ele está focado no futebol, no jogo. Os jogadores também estão calmos e focados no futebol. Esta é uma questão mais jurídica e comercial do que esportiva."



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'Alegações são falsas', diz dirigente do City, que confia em reverter suspensão


19/02/2020 | 15:19


Ferran Soriano, CEO do Manchester City, esclareceu nesta quarta-feira algumas questões da punição imposta pela Uefa por causa do fair play financeiro. Segundo ele, as alegações são falsas e o clube já está reunindo evidências para derrubar a decisão de suspender o clube inglês das próximas duas edições da Liga dos Campeões.

"O mais importante que eu tenho para dizer hoje é que as acusações são falsas. Elas simplesmente não são verdadeiras. O torcedor pode ter certeza de duas coisas. A primeira é que as alegações são falsas. E a segunda é que faremos o possível para provar isso", afirmou Soriano, em entrevista ao site do Manchester City.

De acordo com a Uefa, o clube cometeu "violações graves" ao regulamento, um mecanismo criado pela organização para evitar que os clubes gastem valores superiores aos que forem arrecadados. A entidade entendeu que o Manchester City tentou burlar as regras ao inflar falsamente as receitas obtidas com patrocínios entre 2012 e 2016, em uma investigação iniciada após o vazamento de documentos que demonstravam a ação ilegal e foram publicados pela revista alemã Der Spiegel.

Os documentos demonstraram que o proprietário do Manchester City, o xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, utilizou o patrocínio da companhia aérea Etihad, de 67,5 milhões de libras anuais (R$ 378,6 milhões), para financiar o estádio e também as divisões de base do clube inglês. A maior parte do valor viria, porém, da sua empresa, o Abu Dhabi United Group, com apenas 8 milhões de libras (R$ 45 milhões) advindo da Etihad.

"O proprietário não colocou dinheiro neste clube que não foi devidamente declarado. Somos um clube de futebol financeiramente sustentável, somos rentáveis, não temos dívidas, nossas contas foram examinadas muitas vezes por auditores, reguladores, investidores e tudo está perfeitamente claro", justificou.

Soriano disse ainda que o Manchester City cooperou com as investigações. O CEO também afirmou que espera um julgamento mais justo na Corte Arbitral do Esporte (CAS) e que o caso seja resolvido antes do começo da próxima temporada, evitando que o clube inglês fique fora da Liga dos Campeões.

"Nós cooperamos com o processo. Entregamos uma longa lista de documentos que acreditamos como evidências irrefutáveis de que as acusações são falsas. Tudo o que nós queremos agora é um julgamento justo, em um órgão independente e imparcial que leve o tempo necessário para analisar as evidências sem preconceitos", discursou.

O dirigente disse ainda que o técnico Pep Guardiola está sendo informado do processo, mas que o trabalho do treinador é no campo, com os jogadores. O mesmo vale para o elenco, segundo Soriano. "Obviamente Pep foi informado sobre o processo, mas não é algo que ele deva responder. Ele está focado no futebol, no jogo. Os jogadores também estão calmos e focados no futebol. Esta é uma questão mais jurídica e comercial do que esportiva."

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