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Seis erros comuns em viagens nacionais e internacionais

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Redação
Do Rota de Férias

19/02/2020 | 12:18


A empolgação para a viagem costuma vir acompanhada de muitos planejamentos, o que pode prejudicar a organização de elementos cruciais para o embarque. Muita gente acaba esquecendo de fatores importantes, como checar a documentação das crianças, contratar um seguro viagem e sacar um pouco de dinheiro para casos de imprevistos.

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Renato Rotta, executivo da Allianz Travel, empresa de seguro viagem, listou seis erros comuns em viagens nacionais e internacionais. Com base neles, é possível se organizar para as próximas aventuras e evitar possíveis dores de cabeça.

6 erros comuns em viagens 

1. Esquecer de despachar as malas novamente durante conexão internacional

Uma distração muito comum dos viajantes é não se atentar ao despacho das bagagens entre uma conexão e outra. É provável que elas não cheguem ao destino sem que seja feito um novo check-in. Por isso, é sempre bom verificar com a equipe da companhia aérea se será necessário despachá-las novamente no aeroporto onde será realizada a conexão para o próximo voo.

2. Conferir as regras de bagagem diferentes entre companhias

As regras para mala de mão e peso das bagagens podem variar de companhia para companhia, o que deixa o viajante, que não quer pagar por excesso de bagagem, confuso. Antes de viajar, veja se a franquia das bagagens é a mesma para as companhias aéreas escolhidas. Evitar este tipo de surpresa desagradável é a melhor solução para a viagem caber no bolso.

3. Viajar com crianças sem documentação

Dentre os principais pontos do planejamento, a documentação deve ser prioridade. A autorização de embarque exige rigidez, principalmente ao se tratar de menores de idade. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), os pais ou responsáveis da criança que viaja desacompanhada devem providenciar as autorizações necessárias. O documento judicial é sempre exigido pelas empresas aéreas, devendo ser apresentada a autorização do Juizado da Infância e da Adolescência.

Para voos dentro do Brasil, a autorização deve conter informações como: origem e destino, data da viagem e validade do documento. Também são necessários os dados da criança e do responsável, bem como o respectivo grau de parentesco entre esses. Além disso é preciso incluir as informações da pessoa que vai receber a criança no local de destino.

Alguns países exigem que a autorização da viagem para menores de idade seja assinada pelos pais biológicos. Caso a criança viaje sem um deles, o processo para regularizar toda documentação pode demorar dias e atrasar todo o planejamento turístico. É preciso colocar em ordem essas pendências, saber o que o país de destino exige e verificar as permissões de embarque para voos nacionais e internacionais.

Por isso, verificar todos os documentos obrigatórios para o embarque, principalmente o RG ou passaporte, tanto de criança quanto do adulto, é muito importante para evitar a taxa de remarcação, que pode ocorrer caso seja necessário obter uma documentação provisória de última hora para conseguir embarcar. É importante ficar atento também ao prazo de validade de cada um destes documentos, visto que crianças e bebês tem prazos menores para o vencimento.

No que diz respeito ao passaporte da criança, deve-se verificar o site da Polícia Federal para entender como a sua expedição pode ser realizada. Há regras específicas, englobando o aceite dos pais e faixa etária. Para mais informações, verifique o site da Polícia Federal.

4. Não se informar sobre seus direitos quando a companhia aérea adia ou atrasa o voo

Muitos desconhecem a assistência material, que pode vir a ser oferecida gratuitamente pelas empresas aéreas em alguns casos: atraso, cancelamento, interrupção ou preterição do voo. Entretanto, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) determina tal benefício. O viajante deve se informar no site do órgão sobre as condições dessa assistência, de acordo com o tempo de espera.

5. Não levar dinheiro de reserva e realizar pequenos saques

Imprevistos podem custar além do planejado. Não estar prevenido pode causar problemas pós-viagem, como estourar o limite do cartão de crédito e sofrer com juros altos. É fundamental ter algum dinheiro em espécie reservado para usar nestas emergências e evitar futuras dores de cabeça.

6. Não contratar um seguro viagem

Outra dica é adquirir um Seguro Viagem, independentemente do destino. Mesmo que a viagem seja curta, para lazer ou negócio, a contratação do seguro viagem é de extrema importância, pois irá resguardar o viajante em caso de acidentes, extravio de bagagem, entre outras coberturas, além de oferecer benefícios na locação de veículos e compra de produtos.

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