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Eu quero crescer... e quem não quer?


Do Diário do Grande ABC

18/02/2020 | 15:29


Faz parte do meu trabalho entrevistar pessoas para os mais diferentes cargos e, quando as pergunto sobre o seu objetivo profissional, 90% delas afirmam que crescer está no topo da lista.

Isso não é ruim. Pelo contrário. O problema aparece quando questiono o que isso significa para elas e o que fazem para que essa evolução aconteça.

As respostas variam entre mudar de cargo, ter aumento de salário ou, em raras situações, aprender e fazer parte da estratégia da empresa.

Acredito que para alcançar o tão almejado crescimento as pessoas devem ter em mente que somos nós quem decidimos aprender, entregar mais, demonstrar comprometimento e engajamento com o que queremos.

Se o contexto não é do mais positivo, a decisão de mudança também deve partir de nós. O papel da empresa é nos dar as ferramentas para que isso ocorra, mas não podemos responsabilizá-la por nossa estagnação. Afinal, almejar crescimento significa estar pronto para se responsabilizar por seus atos e as consequências deles.

Mas o que deve ser avaliado para que essa transformação aconteça e possamos avançar rumo ao desenvolvimento pessoal? Não existe receita simples, mas algumas mudanças podem ser cruciais para virada de carreira.

O primeiro ponto a ser considerado é: você entrega 101% dos seus objetivos ou se contenta em fazer apenas aquilo que lhe foi incumbido? Se restringir por pensar que você faz aquilo que é pago para fazer não fará com que o crescimento faça parte da sua rotina.

Fique sempre atento às chances e às opções que a empresa lhe oferece. Analisar as oportunidades e ver se o contexto é favorável lhe impedirá de sofrer possíveis frustrações. Em alguns momentos, é importante ter coragem para assumir que talvez a melhor opção seja olhar o mundo lá fora.

O comportamento é outro ponto que deve ser levado em conta. Pense em como as sugestões que lhe são dadas podem ser úteis, promova alianças estratégicas e fique atento à sua postura. Questione-se sobre o que é esperado de você e o que pode fazer para melhorar.

Por fim, mantenha-se em desenvolvimento contínuo. Foque em sua evolução e em quais ações pode adotar para estar sempre atualizado.
Nós podemos ter o pensamento de que a grama do vizinho está sempre mais verde do que a nossa, ou finalmente enxergar que a nossa grama, assim como todas as outras, tem dias bons e dias ruins, mas que vale a pena lutar por ela e com ela.
A carreira é nossa e a responsabilidade por ela também.


Kira Kimura é gerente de aquisição de talentos da companhia Concentrix Brasil.

PALAVRA DO LEITOR


Bom Prato
Li o Editorial (Opinião, dia 14), a esclarecedora reportagem, de autoria da jornalista Aline Melo (Setecidades), bem como vi a charge criada pelo prata da casa, o talentoso Fernandes (Opinião), alusivos aos trâmites para o funcionamento do novo Bom Prato ‘batateiro’, no bairro Assunção, em São Bernardo. Esse novo equipamento será destinado a oferecer alimentação a pessoas – preferencialmente – de baixa renda, mas devido ao local, que será instalado, deu, dá e dará, como prega outro dito popular, ‘muito pano para manga’. Considero pertinente a reclamação dos moradores do entorno, referente ao corte de árvores, mas os outros motivos apontados me fizeram lembrar de pessoas que moram em ruas de classe média, que reclamam sobremaneira de feiras livres semanais. O alcaide ‘batateiro’ está, como prega mais outro dito popular, ‘com uma batata quente nas mãos’.
João Paulo de Oliveira
Diadema


Contas rejeitadas
Lendo reportagem neste Diário sobre contas de prefeitos rejeitadas na região (Política, dia 14), confesso que não sei para que serve ainda o TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo, criado em 1921 pelo então governador Washington Luís, cuja função é fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial dos municípios. A reportagem cita que contas de três prefeitos do Grande ABC, relativas a 2017, foram rejeitadas, no caso as de Lauro Michels, Diadema; Atila Jacomussi, Mauá; e Gabriel Maranhão, Rio Grande da Serra. Só que tem um detalhe: os pareceres contrários às referidas contas por parte do TCE são rejeitados pelas câmaras municipais. Em Diadema, por exemplo, Lauro Michels infringiu dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000), gastando 54,97% da receita com folha de pagamento, quando a legislação federal prevê no máximo 54%. O que causa revolta é o fato de vereadores ‘darem vistas grossas’ aos julgamentos do TCE e aprovarem as irregularidades cometidas por Michels.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema

Indeferindo
A EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) está indeferindo passe livre para estudantes do ensino técnico da Etec Júlio de Mesquita, em Santo André, que é o caso da minha filha. A empresa impõe regras e diz haver outras linhas disponíveis municipais. Mas moro em São Paulo e não tem linhas municipais que passam em Santo André. Inclusive, minha sogra – que já é idosa (60 anos) e tem o passe de idoso do BOM (que é o bilhete da EMTU para o trólebus) – foi assediada quando voltava para casa. O motorista a fez descer do ônibus dizendo que ela não tinha direito de andar, que a catraca não liberou (estava com o bilhete em mãos). Mas sempre usou o mesmo! Ela disse que iria mostrar o RG para ele, mas o motorista falou que não adiantava, pois não iria liberar. Isso ocorreu no dia 12, por volta das 15h. Ela passou mal, a pressão subiu de nervoso. Estava com uma amiga da mesma faixa etária, que sofreu o mesmo assédio. Acho absurdo empresa tão grande fazer com que estudantes e idosos sofram com transporte que eles têm direito, mas que está sendo negado.
Ariana Manzoni
Capital

Resposta
Sobre a carta da leitora Jucielli Nogueira dos Santos <CF51>(Vazamento, dia 17)</CF>, o Semasa informa que a gestão dos serviços de água e esgoto de Santo André passou a ser responsabilidade da Sabesp, desde o dia 11 de setembro. Sobre o problema apontado na carta, trata-se de vazamento da rede de esgoto, responsabilidade da companhia estadual.
Semasa

Cadê a PM?
Relato que todos os dias – exatamente todos os dias – têm acontecido assaltos à mão armada na Rua Piracicaba, bairro Valparaíso, em Santo André, mais precisamente em frente ao 550. Os bandidos normalmente levam carros SUVs do condomínio ou da igreja próxima. A polícia não tem tomado nenhuma atitude. Os assaltos acontecem à noite durante a semana e aos fins de semana à luz do dia. Espero que este Diário possa nos auxiliar ao expor esse problema, que nos aflige na entrada e saída de nossos lares e na recepção às visitas.
Patricia Lopes de Azevedo
Santo André

Quem fala o que quer...
O governador da Bahia, o petista Rui Costa, acabou com Jair Bolsonaro ao responder à acusação de que a PM (Polícia Militar) daquele Estado seria a responsável pela morte do miliciano Adriano da Nóbrega. Retrucou que o governo da Bahia não mantém laços de amizade nem presta homenagens a bandidos nem a procurados pela Justiça. O presidente poderia ter dormido sem essa. Como se usa dizer: ‘Quem tem telhado de vidro...’
Maria E. Amaral
Capital 



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Eu quero crescer... e quem não quer?

Do Diário do Grande ABC

18/02/2020 | 15:29


Faz parte do meu trabalho entrevistar pessoas para os mais diferentes cargos e, quando as pergunto sobre o seu objetivo profissional, 90% delas afirmam que crescer está no topo da lista.

Isso não é ruim. Pelo contrário. O problema aparece quando questiono o que isso significa para elas e o que fazem para que essa evolução aconteça.

As respostas variam entre mudar de cargo, ter aumento de salário ou, em raras situações, aprender e fazer parte da estratégia da empresa.

Acredito que para alcançar o tão almejado crescimento as pessoas devem ter em mente que somos nós quem decidimos aprender, entregar mais, demonstrar comprometimento e engajamento com o que queremos.

Se o contexto não é do mais positivo, a decisão de mudança também deve partir de nós. O papel da empresa é nos dar as ferramentas para que isso ocorra, mas não podemos responsabilizá-la por nossa estagnação. Afinal, almejar crescimento significa estar pronto para se responsabilizar por seus atos e as consequências deles.

Mas o que deve ser avaliado para que essa transformação aconteça e possamos avançar rumo ao desenvolvimento pessoal? Não existe receita simples, mas algumas mudanças podem ser cruciais para virada de carreira.

O primeiro ponto a ser considerado é: você entrega 101% dos seus objetivos ou se contenta em fazer apenas aquilo que lhe foi incumbido? Se restringir por pensar que você faz aquilo que é pago para fazer não fará com que o crescimento faça parte da sua rotina.

Fique sempre atento às chances e às opções que a empresa lhe oferece. Analisar as oportunidades e ver se o contexto é favorável lhe impedirá de sofrer possíveis frustrações. Em alguns momentos, é importante ter coragem para assumir que talvez a melhor opção seja olhar o mundo lá fora.

O comportamento é outro ponto que deve ser levado em conta. Pense em como as sugestões que lhe são dadas podem ser úteis, promova alianças estratégicas e fique atento à sua postura. Questione-se sobre o que é esperado de você e o que pode fazer para melhorar.

Por fim, mantenha-se em desenvolvimento contínuo. Foque em sua evolução e em quais ações pode adotar para estar sempre atualizado.
Nós podemos ter o pensamento de que a grama do vizinho está sempre mais verde do que a nossa, ou finalmente enxergar que a nossa grama, assim como todas as outras, tem dias bons e dias ruins, mas que vale a pena lutar por ela e com ela.
A carreira é nossa e a responsabilidade por ela também.


Kira Kimura é gerente de aquisição de talentos da companhia Concentrix Brasil.

PALAVRA DO LEITOR


Bom Prato
Li o Editorial (Opinião, dia 14), a esclarecedora reportagem, de autoria da jornalista Aline Melo (Setecidades), bem como vi a charge criada pelo prata da casa, o talentoso Fernandes (Opinião), alusivos aos trâmites para o funcionamento do novo Bom Prato ‘batateiro’, no bairro Assunção, em São Bernardo. Esse novo equipamento será destinado a oferecer alimentação a pessoas – preferencialmente – de baixa renda, mas devido ao local, que será instalado, deu, dá e dará, como prega outro dito popular, ‘muito pano para manga’. Considero pertinente a reclamação dos moradores do entorno, referente ao corte de árvores, mas os outros motivos apontados me fizeram lembrar de pessoas que moram em ruas de classe média, que reclamam sobremaneira de feiras livres semanais. O alcaide ‘batateiro’ está, como prega mais outro dito popular, ‘com uma batata quente nas mãos’.
João Paulo de Oliveira
Diadema


Contas rejeitadas
Lendo reportagem neste Diário sobre contas de prefeitos rejeitadas na região (Política, dia 14), confesso que não sei para que serve ainda o TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo, criado em 1921 pelo então governador Washington Luís, cuja função é fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial dos municípios. A reportagem cita que contas de três prefeitos do Grande ABC, relativas a 2017, foram rejeitadas, no caso as de Lauro Michels, Diadema; Atila Jacomussi, Mauá; e Gabriel Maranhão, Rio Grande da Serra. Só que tem um detalhe: os pareceres contrários às referidas contas por parte do TCE são rejeitados pelas câmaras municipais. Em Diadema, por exemplo, Lauro Michels infringiu dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000), gastando 54,97% da receita com folha de pagamento, quando a legislação federal prevê no máximo 54%. O que causa revolta é o fato de vereadores ‘darem vistas grossas’ aos julgamentos do TCE e aprovarem as irregularidades cometidas por Michels.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema

Indeferindo
A EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) está indeferindo passe livre para estudantes do ensino técnico da Etec Júlio de Mesquita, em Santo André, que é o caso da minha filha. A empresa impõe regras e diz haver outras linhas disponíveis municipais. Mas moro em São Paulo e não tem linhas municipais que passam em Santo André. Inclusive, minha sogra – que já é idosa (60 anos) e tem o passe de idoso do BOM (que é o bilhete da EMTU para o trólebus) – foi assediada quando voltava para casa. O motorista a fez descer do ônibus dizendo que ela não tinha direito de andar, que a catraca não liberou (estava com o bilhete em mãos). Mas sempre usou o mesmo! Ela disse que iria mostrar o RG para ele, mas o motorista falou que não adiantava, pois não iria liberar. Isso ocorreu no dia 12, por volta das 15h. Ela passou mal, a pressão subiu de nervoso. Estava com uma amiga da mesma faixa etária, que sofreu o mesmo assédio. Acho absurdo empresa tão grande fazer com que estudantes e idosos sofram com transporte que eles têm direito, mas que está sendo negado.
Ariana Manzoni
Capital

Resposta
Sobre a carta da leitora Jucielli Nogueira dos Santos <CF51>(Vazamento, dia 17)</CF>, o Semasa informa que a gestão dos serviços de água e esgoto de Santo André passou a ser responsabilidade da Sabesp, desde o dia 11 de setembro. Sobre o problema apontado na carta, trata-se de vazamento da rede de esgoto, responsabilidade da companhia estadual.
Semasa

Cadê a PM?
Relato que todos os dias – exatamente todos os dias – têm acontecido assaltos à mão armada na Rua Piracicaba, bairro Valparaíso, em Santo André, mais precisamente em frente ao 550. Os bandidos normalmente levam carros SUVs do condomínio ou da igreja próxima. A polícia não tem tomado nenhuma atitude. Os assaltos acontecem à noite durante a semana e aos fins de semana à luz do dia. Espero que este Diário possa nos auxiliar ao expor esse problema, que nos aflige na entrada e saída de nossos lares e na recepção às visitas.
Patricia Lopes de Azevedo
Santo André

Quem fala o que quer...
O governador da Bahia, o petista Rui Costa, acabou com Jair Bolsonaro ao responder à acusação de que a PM (Polícia Militar) daquele Estado seria a responsável pela morte do miliciano Adriano da Nóbrega. Retrucou que o governo da Bahia não mantém laços de amizade nem presta homenagens a bandidos nem a procurados pela Justiça. O presidente poderia ter dormido sem essa. Como se usa dizer: ‘Quem tem telhado de vidro...’
Maria E. Amaral
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