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Pais cobram reforma em escola de São Bernardo

Unidade, no Parque Selecta, concentra desde vazamentos e rachaduras até umidade e sujeira


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

18/02/2020 | 00:01


Os pais de alunos da Emeb (Escola Municipal de Educação Básica) Edson Danilo Dotto, no Parque Selecta, em São Bernardo, cobram, há pelo menos oito meses, a reforma da unidade, que, segundo eles, apresenta desde vazamentos de água até rachaduras e colunas do pátio enferrujadas. A comunidade alega que a unidade de ensino, fundada há 15 anos, nunca passou por revitalização.

A Emeb recebe estudantes do 1° ao 5º ano do ensino fundamental 1 (com idade entre 6 e 10 anos), somando pelo menos 500 estudantes.

A auxiliar de necrópsia Daiane Siscoutto, 27 anos, destaca que, durante as férias escolares, a instituição de ensino teve o muro pintado, no entanto, as intervenções não avançaram. “Quando questionamos a gestão da escola, fomos informados de que a unidade não tem verba para continuar (as reformas)”, comenta ela, que é mãe de estudante do 3º ano do fundamental.

Já a dona de casa Sheila Barbosa, 42, destaca o desânimo dos filhos, matriculados no 1° e 5° ano, em frequentarem a escola. “Estão totalmente desmotivados e, em muitos dias, choram para não ir para a aula. A escola está suja, cheia de umidade. O vazamento no telhado é devido a uma emenda que fizeram para enganar o problema estrutural, mas precisa refazer”, lamenta.

Outro problema citado pelas mães é em relação à falta de segurança no local. Desde que o muro foi pintado, segundo elas, o vigilante que trabalhava na unidade de ensino foi dispensado e a GCM (Guarda Civil Municipal) passou a cuidar da ronda escolar. “Muitas vezes, a GCM fica na região apenas para multar os pais que acabam parando os carros em frente à escola para buscar seus filhos e não para fazer a segurança”, destaca a autônoma Tayná Moreira, 24, que tem filho matriculado no 1° ano.

Questionada, a Prefeitura de São Bernardo informou, por meio de nota, que a Emeb Edson Danilo Dotto “está passando por série de intervenções de reparos em sua estrutura” e que a previsão de conclusão é dentro de 30 dias. 

Em relação aos GCMs, a administração Orlando Morando (PSDB) enfatizou que a unidade de ensino tem uma faixa reservada para os carros de transporte escolar e alguns veículos particulares param de forma irregular na área, o que gera orientação dos guardas. “A segurança da escola está sendo feita com rondas motorizadas”, finaliza a Prefeitura.



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Pais cobram reforma em escola de São Bernardo

Unidade, no Parque Selecta, concentra desde vazamentos e rachaduras até umidade e sujeira

Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

18/02/2020 | 00:01


Os pais de alunos da Emeb (Escola Municipal de Educação Básica) Edson Danilo Dotto, no Parque Selecta, em São Bernardo, cobram, há pelo menos oito meses, a reforma da unidade, que, segundo eles, apresenta desde vazamentos de água até rachaduras e colunas do pátio enferrujadas. A comunidade alega que a unidade de ensino, fundada há 15 anos, nunca passou por revitalização.

A Emeb recebe estudantes do 1° ao 5º ano do ensino fundamental 1 (com idade entre 6 e 10 anos), somando pelo menos 500 estudantes.

A auxiliar de necrópsia Daiane Siscoutto, 27 anos, destaca que, durante as férias escolares, a instituição de ensino teve o muro pintado, no entanto, as intervenções não avançaram. “Quando questionamos a gestão da escola, fomos informados de que a unidade não tem verba para continuar (as reformas)”, comenta ela, que é mãe de estudante do 3º ano do fundamental.

Já a dona de casa Sheila Barbosa, 42, destaca o desânimo dos filhos, matriculados no 1° e 5° ano, em frequentarem a escola. “Estão totalmente desmotivados e, em muitos dias, choram para não ir para a aula. A escola está suja, cheia de umidade. O vazamento no telhado é devido a uma emenda que fizeram para enganar o problema estrutural, mas precisa refazer”, lamenta.

Outro problema citado pelas mães é em relação à falta de segurança no local. Desde que o muro foi pintado, segundo elas, o vigilante que trabalhava na unidade de ensino foi dispensado e a GCM (Guarda Civil Municipal) passou a cuidar da ronda escolar. “Muitas vezes, a GCM fica na região apenas para multar os pais que acabam parando os carros em frente à escola para buscar seus filhos e não para fazer a segurança”, destaca a autônoma Tayná Moreira, 24, que tem filho matriculado no 1° ano.

Questionada, a Prefeitura de São Bernardo informou, por meio de nota, que a Emeb Edson Danilo Dotto “está passando por série de intervenções de reparos em sua estrutura” e que a previsão de conclusão é dentro de 30 dias. 

Em relação aos GCMs, a administração Orlando Morando (PSDB) enfatizou que a unidade de ensino tem uma faixa reservada para os carros de transporte escolar e alguns veículos particulares param de forma irregular na área, o que gera orientação dos guardas. “A segurança da escola está sendo feita com rondas motorizadas”, finaliza a Prefeitura.

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