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Bolsonaro sobre apuração da morte de miliciano: 'espero que chegue a bom termo'

Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-policial foi morto pela Polícia Militar baiana no dia 9, após fugir, por mais de um ano, da polícia fluminense



16/02/2020 | 17:53


O presidente Jair Bolsonaro disse esperar que a investigação sobre a morte de Adriano da Nóbrega, acusado de chefiar milícia no Rio, "chegue a bom termo". Ele voltou a falar do assunto ao ser questionado na entrada do Palácio da Alvorada, residência oficial em Brasília. O ex-policial foi morto pela Polícia Militar baiana em cerco em Esplanada (BA), no dia 9, após fugir, por mais de um ano, da polícia fluminense.

Bolsonaro responsabilizou a "PM da Bahia do PT" pela morte de Adriano e declarou que o caso é "semelhante à queima de arquivo do ex-prefeito Celso Daniel". Neste domingo, 16, o presidente foi perguntado se via alguma associação entre partido político e o caso da Bahia. "Não, não, estão investigando, espero que chegue a um bom termo", respondeu.

Mais cedo, Bolsonaro assistiu à vitória do Flamengo por 3 a 0 no Estádio Mané Garrincha, pela Supercopa do Brasil. Na sequência, ele foi a um almoço privado no Setor de Mansões Park Way, região a 20 quilômetros da área central de Brasília. O Palácio do Planalto não divulgou informações sobre o evento.



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Bolsonaro sobre apuração da morte de miliciano: 'espero que chegue a bom termo'

Ex-policial foi morto pela Polícia Militar baiana no dia 9, após fugir, por mais de um ano, da polícia fluminense


16/02/2020 | 17:53


O presidente Jair Bolsonaro disse esperar que a investigação sobre a morte de Adriano da Nóbrega, acusado de chefiar milícia no Rio, "chegue a bom termo". Ele voltou a falar do assunto ao ser questionado na entrada do Palácio da Alvorada, residência oficial em Brasília. O ex-policial foi morto pela Polícia Militar baiana em cerco em Esplanada (BA), no dia 9, após fugir, por mais de um ano, da polícia fluminense.

Bolsonaro responsabilizou a "PM da Bahia do PT" pela morte de Adriano e declarou que o caso é "semelhante à queima de arquivo do ex-prefeito Celso Daniel". Neste domingo, 16, o presidente foi perguntado se via alguma associação entre partido político e o caso da Bahia. "Não, não, estão investigando, espero que chegue a um bom termo", respondeu.

Mais cedo, Bolsonaro assistiu à vitória do Flamengo por 3 a 0 no Estádio Mané Garrincha, pela Supercopa do Brasil. Na sequência, ele foi a um almoço privado no Setor de Mansões Park Way, região a 20 quilômetros da área central de Brasília. O Palácio do Planalto não divulgou informações sobre o evento.

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