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Após morte de GCM, Câmara mira proibir narguilé em parques

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Projeto de Sardano pretende vetar também consumo de bebidas alcoólicas nos espaços


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

17/02/2020 | 00:07


 Vereador de Santo André e até o ano passado secretário de Segurança Pública da cidade, Edson Sardano (PTB) protocolou projeto de lei que visa impedir consumo de álcool e narguilé em parques da cidade. O parlamentar se inspirou no caso da morte do GCM (Guarda-Civil Municipal) Benedito Manoel da Silva, 56 anos, que não resistiu a agressões de um integrante de grupo que fazia uso do aparato no Parque Celso Daniel. 

Segundo o vereador, que já atuou na PM (Polícia Militar), Santo André não deve admitir que haja consumo de bebida alcoólica e de qualquer tipo de fumo em parques que recebem visita de famílias e crianças. “Estou pegando o gancho do assassinato do guarda para ressuscitar esse projeto que eu já tinha apresentado na legislatura passada. Porém, naquela época, o projeto foi vetado por vício de iniciativa, o que é descabido. Agora me parece que o entendimento é outro e acredito que será aprovado”, declarou o vereador, que voltou à Câmara ano ano passado após três anos no primeiro escalão do prefeito Paulo Serra (PSDB).

Na avaliação do vereador, os parque da cidade não devem ser utilizados para quem queira “se drogar, se intoxicar”. Ele comentou que poderia haver fiscalização mais efetiva para evitar que esses produtos sejam impedidos de entrar nestes equipamentos públicos. “O problema é, que, se não temos normas, a própria fiscalização fica amarrada, o que foi o caso que levou ao assassinato do GCM. Onde é que estava escrito que não pode entrar narguilé nos parques, por exemplo? Por isso que houve afronta (ao GCM)”, alegou. “Agora, com a lei na mão, fica mais difícil qualquer tipo de argumentação”, pontuou.

O projeto, porém, prevê a realização de eventos que possam comercializar bebida alcoólica, mas com organização e aval do Executivo. “Nestes eventos há sempre um policiamento maior, uma segurança mais presente. Esses eventos não espelham a rotina diária, então o projeto prevê espaço para este tipo de atividade.”



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Após morte de GCM, Câmara mira proibir narguilé em parques

Projeto de Sardano pretende vetar também consumo de bebidas alcoólicas nos espaços

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

17/02/2020 | 00:07


 Vereador de Santo André e até o ano passado secretário de Segurança Pública da cidade, Edson Sardano (PTB) protocolou projeto de lei que visa impedir consumo de álcool e narguilé em parques da cidade. O parlamentar se inspirou no caso da morte do GCM (Guarda-Civil Municipal) Benedito Manoel da Silva, 56 anos, que não resistiu a agressões de um integrante de grupo que fazia uso do aparato no Parque Celso Daniel. 

Segundo o vereador, que já atuou na PM (Polícia Militar), Santo André não deve admitir que haja consumo de bebida alcoólica e de qualquer tipo de fumo em parques que recebem visita de famílias e crianças. “Estou pegando o gancho do assassinato do guarda para ressuscitar esse projeto que eu já tinha apresentado na legislatura passada. Porém, naquela época, o projeto foi vetado por vício de iniciativa, o que é descabido. Agora me parece que o entendimento é outro e acredito que será aprovado”, declarou o vereador, que voltou à Câmara ano ano passado após três anos no primeiro escalão do prefeito Paulo Serra (PSDB).

Na avaliação do vereador, os parque da cidade não devem ser utilizados para quem queira “se drogar, se intoxicar”. Ele comentou que poderia haver fiscalização mais efetiva para evitar que esses produtos sejam impedidos de entrar nestes equipamentos públicos. “O problema é, que, se não temos normas, a própria fiscalização fica amarrada, o que foi o caso que levou ao assassinato do GCM. Onde é que estava escrito que não pode entrar narguilé nos parques, por exemplo? Por isso que houve afronta (ao GCM)”, alegou. “Agora, com a lei na mão, fica mais difícil qualquer tipo de argumentação”, pontuou.

O projeto, porém, prevê a realização de eventos que possam comercializar bebida alcoólica, mas com organização e aval do Executivo. “Nestes eventos há sempre um policiamento maior, uma segurança mais presente. Esses eventos não espelham a rotina diária, então o projeto prevê espaço para este tipo de atividade.”

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