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Nishikawa avisa que ficará distante da eleição de 2020

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Parlamentar alega que não foi consultado para poder discutir futuro da sigla na cidade


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

15/02/2020 | 00:01


O deputado estadual Coronel Nishikawa (PSL), de São Bernardo, afirmou que deverá ficar “distante” da eleição municipal de 2020, a primeira na qual o PSL entra como partido grande após vitória de Jair Bolsonaro à Presidência da República em 2018.

Na avaliação do parlamentar, faltou o PSL de São Bernardo ser consultado pelos dirigentes da legenda, o que o fez se afastar da disputa eleitoral. “Eu diria o seguinte, como não fomos ouvidos, não fomos consultados, eu devo ficar fora, devo ficar meio distante do cenário político de 2020”, declarou.

Ontem, tanto Nishikawa como o senador Major Olimpio (PSL) confirmaram que a executiva estadual do partido, liderada pelo deputado federal Júnior Bozzella (PSL), designou recomendação para que cidades do Estado de São Paulo com mais de 100 mil habitantes tenham candidatos.

“O partido tem determinação para ter candidatura própria nestes municípios (com mais de 100 mil habitantes). No mínimo uma aliança com o vice-prefeito. Eu tive acesso a esse documento enviado pelo (Júnior) Bozzella”, pontuou o senador, sem detalhar o futuro, porém.

Na região, o partido deverá lançar candidaturas somente em Rio Grande da Serra e em Mauá. Nas outras cidades, o partido ainda demonstra ambiente atrapalhado.

Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), somente duas cidades contam com diretórios vigentes e que estariam aptas a lançar candidatos: São Caetano e Rio Grande da Serra. Em abril do ano passado, o número de diretórios ativos nas sete cidades chegou a quatro.

No diretório de Santo André, por exemplo, depois de alguns anos desativado, o diretório do partido foi reorganizado e chegou a ter Major Ricardo (PSL) como presidente. Na cidade, a legenda aguardava para lançar candidato ao Executivo. Já em São Bernardo, o diretório foi desativado por intervenção da executiva estadual.

Em Mauá, a ideia da legenda é apostar no vereador Professor Betinho (DC) como candidato. O parlamentar apalavrou sua ida para a sigla que já acolheu Bolsonaro. 



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Nishikawa avisa que ficará distante da eleição de 2020

Parlamentar alega que não foi consultado para poder discutir futuro da sigla na cidade

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

15/02/2020 | 00:01


O deputado estadual Coronel Nishikawa (PSL), de São Bernardo, afirmou que deverá ficar “distante” da eleição municipal de 2020, a primeira na qual o PSL entra como partido grande após vitória de Jair Bolsonaro à Presidência da República em 2018.

Na avaliação do parlamentar, faltou o PSL de São Bernardo ser consultado pelos dirigentes da legenda, o que o fez se afastar da disputa eleitoral. “Eu diria o seguinte, como não fomos ouvidos, não fomos consultados, eu devo ficar fora, devo ficar meio distante do cenário político de 2020”, declarou.

Ontem, tanto Nishikawa como o senador Major Olimpio (PSL) confirmaram que a executiva estadual do partido, liderada pelo deputado federal Júnior Bozzella (PSL), designou recomendação para que cidades do Estado de São Paulo com mais de 100 mil habitantes tenham candidatos.

“O partido tem determinação para ter candidatura própria nestes municípios (com mais de 100 mil habitantes). No mínimo uma aliança com o vice-prefeito. Eu tive acesso a esse documento enviado pelo (Júnior) Bozzella”, pontuou o senador, sem detalhar o futuro, porém.

Na região, o partido deverá lançar candidaturas somente em Rio Grande da Serra e em Mauá. Nas outras cidades, o partido ainda demonstra ambiente atrapalhado.

Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), somente duas cidades contam com diretórios vigentes e que estariam aptas a lançar candidatos: São Caetano e Rio Grande da Serra. Em abril do ano passado, o número de diretórios ativos nas sete cidades chegou a quatro.

No diretório de Santo André, por exemplo, depois de alguns anos desativado, o diretório do partido foi reorganizado e chegou a ter Major Ricardo (PSL) como presidente. Na cidade, a legenda aguardava para lançar candidato ao Executivo. Já em São Bernardo, o diretório foi desativado por intervenção da executiva estadual.

Em Mauá, a ideia da legenda é apostar no vereador Professor Betinho (DC) como candidato. O parlamentar apalavrou sua ida para a sigla que já acolheu Bolsonaro. 

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