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Associação dos Amigos do Museu de Santo André completa 20 anos e busca integrantes

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em 2000 alguns andreenses amantes da história local se juntaram em prol de preservar um patrimônio especial da cidade


Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

16/02/2020 | 23:59


O ano era 2000 quando alguns andreenses amantes da história local se juntaram em prol de preservar um patrimônio especial da cidade: o Museu de Santo André Dr. Octaviano Armando Gaiarsa. Surgiu, portanto, a Amusa (Associação dos Amigos do Museu de Santo André), que completa 20 anos e segue em plena atividade para preservar o espaço cultural. E, para que possa fazer ainda mais do que conseguiu durante esse período, busca associados – atualmente são 60.

A presidente da associação, Silvia Passarelli, explica que, desde o início da atuação, os integrantes do grupo, que não tem fins lucrativos, se uniu para desenvolver ideias para preservar e divulgar o museu. “Nós já apresentamos vários projetos e conquistamos alguns, inclusive junto ao Instituto Brasileiro de Museus. A ideia é sempre difundir o acervo do museu, a memória de Santo André e debater as questões culturais da cidade”, ressalta. “Durante este período tivemos altos e baixos (na atuação). No ano passado, por exemplo, conseguimos fazer pouco. Mas estamos com um projeto para 2020 de fazer passeios pela cidade, atrair público, que também vai passar a apresentar o museu de Santo André. A ideia é valorizar a nossa história, preservar tudo isso”, ressalta.

Para tanto, quanto mais gente, melhor. “A gente quer atrair mais sócios, chamar a atenção da cidade para o museu, que vem sofrendo com vários problemas, inclusive com a questão da chuva. Os temporais que ocorreram há pouco fizeram vazar água em vários lugares. A questão da segurança também é muito importante, séria.” O grupo, acrescenta, costuma organizar viagens para outros espaços culturais, a fim de fazer intercâmbio de ideias e informações, além de bazares com fotos de peças de acervo, para custear pequenas necessidades do museu.
Em março, por exemplo, será realizada exposição com 12 elementos do acervo do museu, que serão publicados em cartões, a fim de mostrar a diversidade do espaço. “E cada um pagará por esses cartões o quanto puder. O importante é participar”, ressalta.

E quem se tornar associado – as informações para tanto estão na página da Amusa no Facebook ou pelo telefone 4427-7297 – vai ter informações regulares sobre as atividades do museu, receberá convites para todas as exposições, cursos, seminários e visitas culturais, entre outras vantagens.

“A Amusa está apta para receber doações de diferentes naturezas: dinheiro, produtos para venda – já fizemos venda de livros doados para captação de recursos – e, até mesmo, ideias para implementarmos conjuntamente”, avisa Silvia.

O presidente do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) de Santo André, Marco Moretto, valoriza a atuação da associação. “É fundamental, importantíssima, não só a Amusa, mas outros equipamentos que se organizam em prol do museu. Às vezes você precisa de um serviço pequeno, uma lata de tinta, por exemplo, que para administração comprar precisa de licitação. É muito burocrático. Ajuda muito nessas questões pontuais e em outros projetos.” O problema das goteiras, ressalta, já foi relatada para a Secretaria de Obras a fim de que sejam feitos os reparos, mas existe um projeto de reforma para o espaço, no custo de R$ 5 milhões, que está em fase de orçamento e captação de recursos.  



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Associação dos Amigos do Museu de Santo André completa 20 anos e busca integrantes

Em 2000 alguns andreenses amantes da história local se juntaram em prol de preservar um patrimônio especial da cidade

Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

16/02/2020 | 23:59


O ano era 2000 quando alguns andreenses amantes da história local se juntaram em prol de preservar um patrimônio especial da cidade: o Museu de Santo André Dr. Octaviano Armando Gaiarsa. Surgiu, portanto, a Amusa (Associação dos Amigos do Museu de Santo André), que completa 20 anos e segue em plena atividade para preservar o espaço cultural. E, para que possa fazer ainda mais do que conseguiu durante esse período, busca associados – atualmente são 60.

A presidente da associação, Silvia Passarelli, explica que, desde o início da atuação, os integrantes do grupo, que não tem fins lucrativos, se uniu para desenvolver ideias para preservar e divulgar o museu. “Nós já apresentamos vários projetos e conquistamos alguns, inclusive junto ao Instituto Brasileiro de Museus. A ideia é sempre difundir o acervo do museu, a memória de Santo André e debater as questões culturais da cidade”, ressalta. “Durante este período tivemos altos e baixos (na atuação). No ano passado, por exemplo, conseguimos fazer pouco. Mas estamos com um projeto para 2020 de fazer passeios pela cidade, atrair público, que também vai passar a apresentar o museu de Santo André. A ideia é valorizar a nossa história, preservar tudo isso”, ressalta.

Para tanto, quanto mais gente, melhor. “A gente quer atrair mais sócios, chamar a atenção da cidade para o museu, que vem sofrendo com vários problemas, inclusive com a questão da chuva. Os temporais que ocorreram há pouco fizeram vazar água em vários lugares. A questão da segurança também é muito importante, séria.” O grupo, acrescenta, costuma organizar viagens para outros espaços culturais, a fim de fazer intercâmbio de ideias e informações, além de bazares com fotos de peças de acervo, para custear pequenas necessidades do museu.
Em março, por exemplo, será realizada exposição com 12 elementos do acervo do museu, que serão publicados em cartões, a fim de mostrar a diversidade do espaço. “E cada um pagará por esses cartões o quanto puder. O importante é participar”, ressalta.

E quem se tornar associado – as informações para tanto estão na página da Amusa no Facebook ou pelo telefone 4427-7297 – vai ter informações regulares sobre as atividades do museu, receberá convites para todas as exposições, cursos, seminários e visitas culturais, entre outras vantagens.

“A Amusa está apta para receber doações de diferentes naturezas: dinheiro, produtos para venda – já fizemos venda de livros doados para captação de recursos – e, até mesmo, ideias para implementarmos conjuntamente”, avisa Silvia.

O presidente do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) de Santo André, Marco Moretto, valoriza a atuação da associação. “É fundamental, importantíssima, não só a Amusa, mas outros equipamentos que se organizam em prol do museu. Às vezes você precisa de um serviço pequeno, uma lata de tinta, por exemplo, que para administração comprar precisa de licitação. É muito burocrático. Ajuda muito nessas questões pontuais e em outros projetos.” O problema das goteiras, ressalta, já foi relatada para a Secretaria de Obras a fim de que sejam feitos os reparos, mas existe um projeto de reforma para o espaço, no custo de R$ 5 milhões, que está em fase de orçamento e captação de recursos.  

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