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Questão de bom-senso


Do Diário do Grande ABC

14/02/2020 | 09:10


A sabedoria popular é farta em ditames que, colocados em prática, asseguram sobremaneira a boa convivência entre as partes. Um deles preconiza que quando um não quer, dois não brigam. Que nada mais é do que uma exaltação à boa convivência ou, ainda, à necessidade de ouvir as queixas alheias e levá-las em conta antes de que uma decisão seja efetivamente tomada.


No caso da instalação da segunda unidade do restaurante popular Bom Prato, em São Bernardo, tal ditado cai como uma luva para explicar o desenrolar de fatos que se sucedem desde a divulgação de que o estabelecimento que oferece refeições a R$ 1 será construído na Praça Giovanni Breda, no bairro Assunção.


É inegável a função social do Bom Prato. Destina-se a proporcionar refeições de boa qualidade com preços acessíveis. Apenas como referência, no interior do Poupatempo de São Bernardo são servidos diariamente 300 cafés da manhã, 1.500 almoços e 500 jantares. Números que ilustram o quando o serviço é procurado.


No futuro endereço, entretanto, o Bom Prato ganha ares de vizinho indesejável. Moradores do bairro Assunção se mostram contrários à chegada do equipamento. Fizeram, inclusive, um abaixo-assinado tentando forçar o poder público a mudar o local de instalação. Eles justificam a posição com a possibilidade de que as árvores do espaço venham a ser cortadas, entre outras queixas.


Um deles, ouvido pela equipe de reportagem deste Diário, cita o fato de o bairro ser de classe média e, dessa forma, a utilidade seria menor que em local habitado por pessoas de poder aquisitivo menor.


A Prefeitura assegura que não haverá prejuízo à vegetação ou às características urbanísticas e de lazer da praça e que a construção nem mesmo impactará o comércio local. Afirmações que não são aceitas pelos habitantes.


Tal pendenga poderia ter sido evitada. Bastava o Paço ter ouvido um pouco mais os munícipes e sanado suas dúvidas sobre o empreendimento</CW>. Simples assim.  



Comentários

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Questão de bom-senso

Do Diário do Grande ABC

14/02/2020 | 09:10


A sabedoria popular é farta em ditames que, colocados em prática, asseguram sobremaneira a boa convivência entre as partes. Um deles preconiza que quando um não quer, dois não brigam. Que nada mais é do que uma exaltação à boa convivência ou, ainda, à necessidade de ouvir as queixas alheias e levá-las em conta antes de que uma decisão seja efetivamente tomada.


No caso da instalação da segunda unidade do restaurante popular Bom Prato, em São Bernardo, tal ditado cai como uma luva para explicar o desenrolar de fatos que se sucedem desde a divulgação de que o estabelecimento que oferece refeições a R$ 1 será construído na Praça Giovanni Breda, no bairro Assunção.


É inegável a função social do Bom Prato. Destina-se a proporcionar refeições de boa qualidade com preços acessíveis. Apenas como referência, no interior do Poupatempo de São Bernardo são servidos diariamente 300 cafés da manhã, 1.500 almoços e 500 jantares. Números que ilustram o quando o serviço é procurado.


No futuro endereço, entretanto, o Bom Prato ganha ares de vizinho indesejável. Moradores do bairro Assunção se mostram contrários à chegada do equipamento. Fizeram, inclusive, um abaixo-assinado tentando forçar o poder público a mudar o local de instalação. Eles justificam a posição com a possibilidade de que as árvores do espaço venham a ser cortadas, entre outras queixas.


Um deles, ouvido pela equipe de reportagem deste Diário, cita o fato de o bairro ser de classe média e, dessa forma, a utilidade seria menor que em local habitado por pessoas de poder aquisitivo menor.


A Prefeitura assegura que não haverá prejuízo à vegetação ou às características urbanísticas e de lazer da praça e que a construção nem mesmo impactará o comércio local. Afirmações que não são aceitas pelos habitantes.


Tal pendenga poderia ter sido evitada. Bastava o Paço ter ouvido um pouco mais os munícipes e sanado suas dúvidas sobre o empreendimento</CW>. Simples assim.  

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