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Grande ABC supera média estadual de rejeição de contas de prefeitos

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em 2017, três das sete administrações municipais tiveram contabilidade contestada pelo TCE; no Estado, índice foi de 25% de reprovação


Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

13/02/2020 | 14:24


O TCE (Tribunal de Contas do Estado) divulgou ontem relatório sobre os pareceres às contabilidades de 2017 das 644 prefeituras que a corte analisa – exceção à Capital. Na lista, 163 administrações municipais tiveram suas contas reprovadas, índice que representa 25% do total. Desse volume, três foram no Grande ABC e, com essas reprovações, a região supera o índice de rejeições de contas do Estado: 42,8%.

As contas referentes a 2017 das prefeituras de Diadema, chefiada por Lauro Michels (PV), de Mauá, administrada por Atila Jacomussi (PSB), e Rio Grande da Serra, gerida por Gabriel Maranhão (Cidadania), foram reprovadas pela instituição em julgamentos no ano passado. Eles ainda podem recorrer junto ao próprio tribunal e, em última instância, serem absolvidos pela Câmara das respectivas cidades, uma vez que o parecer do TCE é submetido ao crivo dos vereadores.

As contabilidades de Santo André, do prefeito Paulo Serra (PSDB), de São Bernardo, do prefeito Orlando Morando (PSDB), de São Caetano, do prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), e de Ribeirão Pires, do prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB), foram aprovadas pela corte.

“O estudo divulgado pelo TCE mostra que o desequilíbrio entre receitas e despesas aparece no topo da lista dos principais motivos de reprovações. Quase metade das prefeituras que receberam pareceres desfavoráveis – 49% do total de 163 – foi devido a infrações relativas ao orçamento. Outro problema encontrado com maior frequência nas análises das contas municipais de 2017 está relacionado às despesas com pessoal, uma vez que este item é o segundo maior motivo de desaprovações, o que representa 41% das manifestações desfavoráveis”, considerou a instituição, no relatório divulgado ontem.

A folha salarial do funcionalismo inchada foi um dos motivos que fizeram com que os conselheiros rejeitassem as contras de Lauro Michels – o verde despendeu 54,97% com os servidores, sendo que a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) fixa teto de 54%. Em Mauá, Atila depositou quantias insuficientes de precatórios. Em Rio Grande, a crítica à gestão de Maranhão foi pelo deficit financeiro elevado.

Desses três, apenas Atila vai para a reeleição neste ano – Lauro e Maranhão renovaram seus mandatos em 2016. O trio, atualmente, conta com cenário favorável em seus respectivos legislativos e, caso a votação sobre o parecer acontecesse hoje, seriam absolvidos.

O TCE (Tribunal de Contas do Estado) divulgou nesta quinta-feira (13) relatório sobre os pareceres às contabilidades de 2017 das 644 prefeituras que a corte analisa – exceção à Capital. Na lista, 163 administrações municipais tiveram suas contas reprovadas, índice que representa 25% do total. Desse volume, três foram no Grande ABC.

As contas referentes a 2017 das prefeituras de Diadema, chefiada por Lauro Michels (PV), de Mauá, administrada por Atila Jacomussi (PSB), e Rio Grande da Serra, gerida por Gabriel Maranhão (Cidadania), foram reprovadas pela instituição em julgamentos no ano passado. Eles ainda podem recorrer junto ao próprio tribunal e, em última instância, serem absolvidos pela Câmara das respectivas cidades, uma vez que o parecer do TCE é submetido ao crivo dos vereadores.

Com as reprovações, o Grande ABC supera o índice de rejeições de contas do Estado: 42,8%. As contabilidades de Santo André, do prefeito Paulo Serra (PSDB), de São Bernardo, do prefeito Orlando Morando (PSDB), de São Caetano, do prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), e de Ribeirão Pires, do prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB), foram aprovadas pela corte.

“O estudo divulgado pelo TCE mostra que o desequilíbrio entre receitas e despesas aparece no topo da lista dos principais motivos de reprovações. Quase metade das prefeituras que receberam pareceres desfavoráveis – 49% do total de 163 – foi devido a infrações relativas ao orçamento. Outro problema encontrado com maior frequência nas análises das contas municipais de 2017 está relacionado às despesas com pessoal, uma vez que este item é o segundo maior motivo de desaprovações, o que representa 41% das manifestações desfavoráveis”, considerou a instituição, no relatório divulgado nesta quinta-feira.

A folha salarial do funcionalismo inchada foi o motivo que fez com que os conselheiros rejeitassem as contras de Lauro Michels – o verde despendeu 54,97% com os servidores, sendo que a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) fixa teto de 54%. Em Mauá, Atil depositou quantias insuficientes de precatórios. Em Rio Grande, a crítica à gestão de Maranhão foi pelo deficit financeiro elevado. 



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Grande ABC supera média estadual de rejeição de contas de prefeitos

Em 2017, três das sete administrações municipais tiveram contabilidade contestada pelo TCE; no Estado, índice foi de 25% de reprovação

Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

13/02/2020 | 14:24


O TCE (Tribunal de Contas do Estado) divulgou ontem relatório sobre os pareceres às contabilidades de 2017 das 644 prefeituras que a corte analisa – exceção à Capital. Na lista, 163 administrações municipais tiveram suas contas reprovadas, índice que representa 25% do total. Desse volume, três foram no Grande ABC e, com essas reprovações, a região supera o índice de rejeições de contas do Estado: 42,8%.

As contas referentes a 2017 das prefeituras de Diadema, chefiada por Lauro Michels (PV), de Mauá, administrada por Atila Jacomussi (PSB), e Rio Grande da Serra, gerida por Gabriel Maranhão (Cidadania), foram reprovadas pela instituição em julgamentos no ano passado. Eles ainda podem recorrer junto ao próprio tribunal e, em última instância, serem absolvidos pela Câmara das respectivas cidades, uma vez que o parecer do TCE é submetido ao crivo dos vereadores.

As contabilidades de Santo André, do prefeito Paulo Serra (PSDB), de São Bernardo, do prefeito Orlando Morando (PSDB), de São Caetano, do prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), e de Ribeirão Pires, do prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB), foram aprovadas pela corte.

“O estudo divulgado pelo TCE mostra que o desequilíbrio entre receitas e despesas aparece no topo da lista dos principais motivos de reprovações. Quase metade das prefeituras que receberam pareceres desfavoráveis – 49% do total de 163 – foi devido a infrações relativas ao orçamento. Outro problema encontrado com maior frequência nas análises das contas municipais de 2017 está relacionado às despesas com pessoal, uma vez que este item é o segundo maior motivo de desaprovações, o que representa 41% das manifestações desfavoráveis”, considerou a instituição, no relatório divulgado ontem.

A folha salarial do funcionalismo inchada foi um dos motivos que fizeram com que os conselheiros rejeitassem as contras de Lauro Michels – o verde despendeu 54,97% com os servidores, sendo que a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) fixa teto de 54%. Em Mauá, Atila depositou quantias insuficientes de precatórios. Em Rio Grande, a crítica à gestão de Maranhão foi pelo deficit financeiro elevado.

Desses três, apenas Atila vai para a reeleição neste ano – Lauro e Maranhão renovaram seus mandatos em 2016. O trio, atualmente, conta com cenário favorável em seus respectivos legislativos e, caso a votação sobre o parecer acontecesse hoje, seriam absolvidos.

O TCE (Tribunal de Contas do Estado) divulgou nesta quinta-feira (13) relatório sobre os pareceres às contabilidades de 2017 das 644 prefeituras que a corte analisa – exceção à Capital. Na lista, 163 administrações municipais tiveram suas contas reprovadas, índice que representa 25% do total. Desse volume, três foram no Grande ABC.

As contas referentes a 2017 das prefeituras de Diadema, chefiada por Lauro Michels (PV), de Mauá, administrada por Atila Jacomussi (PSB), e Rio Grande da Serra, gerida por Gabriel Maranhão (Cidadania), foram reprovadas pela instituição em julgamentos no ano passado. Eles ainda podem recorrer junto ao próprio tribunal e, em última instância, serem absolvidos pela Câmara das respectivas cidades, uma vez que o parecer do TCE é submetido ao crivo dos vereadores.

Com as reprovações, o Grande ABC supera o índice de rejeições de contas do Estado: 42,8%. As contabilidades de Santo André, do prefeito Paulo Serra (PSDB), de São Bernardo, do prefeito Orlando Morando (PSDB), de São Caetano, do prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), e de Ribeirão Pires, do prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB), foram aprovadas pela corte.

“O estudo divulgado pelo TCE mostra que o desequilíbrio entre receitas e despesas aparece no topo da lista dos principais motivos de reprovações. Quase metade das prefeituras que receberam pareceres desfavoráveis – 49% do total de 163 – foi devido a infrações relativas ao orçamento. Outro problema encontrado com maior frequência nas análises das contas municipais de 2017 está relacionado às despesas com pessoal, uma vez que este item é o segundo maior motivo de desaprovações, o que representa 41% das manifestações desfavoráveis”, considerou a instituição, no relatório divulgado nesta quinta-feira.

A folha salarial do funcionalismo inchada foi o motivo que fez com que os conselheiros rejeitassem as contras de Lauro Michels – o verde despendeu 54,97% com os servidores, sendo que a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) fixa teto de 54%. Em Mauá, Atil depositou quantias insuficientes de precatórios. Em Rio Grande, a crítica à gestão de Maranhão foi pelo deficit financeiro elevado. 

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