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Grande ABC é labirinto para forasteiros

Marina Brandão/Especial para o Diário Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Kelly Zucatelli
Do Diário do Grande ABC

07/06/2009 | 08:01


Andar pelo Grande ABC não é tarefa fácil, principalmente para quem não conhece os caminhos para chegar ao destino desejado.

Para especialistas, as péssimas condições de sinalização são frutos dos planos de trânsito pensados de maneira individual pelas cidades, quando deveriam ser únicos, como o de uma região metropolitana.

A pedido do Diário, a especialista em trânsito Cristina Badinni andou por alguns trajetos para constatar o grau de dificuldade que o motorista encontra para circular pela região. Na maioria deles, surgiram dúvidas.

A falta de limpeza e as precárias sinalizações verticais (placas) e horizontais (faixas de travessia) mostram a situação de abandono, principalmente nos bairros.

TRAJETÓRIA
No percurso do Centro de Santo André até o Parque do Pedroso, indo pela Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, o veículo andou cerca de seis quilômetros e não foi vista nenhuma placa indicando o local. Na extensão da via, árvores cobrem as placas e faixas de pedestres sem pintura são encontradas. "Se fosse fazer esse caminho à noite seria muito difícil de chegar. A má sinalização faz com que haja mais gasto de combustível, propicia acidentes, pois a pessoa tem de parar para pedir informação e pode ser vítima de assaltos", salientou Cristina.

Trafegando ainda pela Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, observa-se uma placa em frente a um cruzamento sinalizando à direita o Terminal Vila Luzita, quando na verdade o local está adiante, à esquerda da via.

Em Mauá, notou-se que as letras utilizadas nas placas não têm o tamanho adequado para a boa visualização. Muitas placas chegam a ter o nome de três bairros.

"O motorista tem um tempo curto para ler a informação. É importante que o tamanho da letra seja visível. O que falta para os municípios da região é um plano de orientação de trânsito", disse a especialista.



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Grande ABC é labirinto para forasteiros

Kelly Zucatelli
Do Diário do Grande ABC

07/06/2009 | 08:01


Andar pelo Grande ABC não é tarefa fácil, principalmente para quem não conhece os caminhos para chegar ao destino desejado.

Para especialistas, as péssimas condições de sinalização são frutos dos planos de trânsito pensados de maneira individual pelas cidades, quando deveriam ser únicos, como o de uma região metropolitana.

A pedido do Diário, a especialista em trânsito Cristina Badinni andou por alguns trajetos para constatar o grau de dificuldade que o motorista encontra para circular pela região. Na maioria deles, surgiram dúvidas.

A falta de limpeza e as precárias sinalizações verticais (placas) e horizontais (faixas de travessia) mostram a situação de abandono, principalmente nos bairros.

TRAJETÓRIA
No percurso do Centro de Santo André até o Parque do Pedroso, indo pela Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, o veículo andou cerca de seis quilômetros e não foi vista nenhuma placa indicando o local. Na extensão da via, árvores cobrem as placas e faixas de pedestres sem pintura são encontradas. "Se fosse fazer esse caminho à noite seria muito difícil de chegar. A má sinalização faz com que haja mais gasto de combustível, propicia acidentes, pois a pessoa tem de parar para pedir informação e pode ser vítima de assaltos", salientou Cristina.

Trafegando ainda pela Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, observa-se uma placa em frente a um cruzamento sinalizando à direita o Terminal Vila Luzita, quando na verdade o local está adiante, à esquerda da via.

Em Mauá, notou-se que as letras utilizadas nas placas não têm o tamanho adequado para a boa visualização. Muitas placas chegam a ter o nome de três bairros.

"O motorista tem um tempo curto para ler a informação. É importante que o tamanho da letra seja visível. O que falta para os municípios da região é um plano de orientação de trânsito", disse a especialista.

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